19 Hz: A Frequência dos Fantasmas

Vamos começar com uma pergunta que separa adultos funcionais de futuros caçadores de fantasmas de YouTube: o que é mais assustador, encontrar uma entidade do além ou descobrir que você passou anos sendo aterrorizado por um ventilador? Se a segunda opção parece mais perturbadora, parabéns, você já está no estado mental ideal para entender como o medo pode ser causado por coisas banais. Até mesmo visões de “entidades” nem sempre tem a ver com a existência de fantasmas ou estados de consciência induzidos por drogas. às vezes, um simples ventilador é o suficiente.

Vic Tandy era um engenheiro britânico que, nos anos 1980, teve a rara combinação de azar suficiente para ver um “fantasma” e competência suficiente para desmenti-lo. Ele trabalhava numa empresa de equipamentos médicos em Coventry, na Inglaterra, e cultivava um hábito que por si só já merece respeito: levava um florete para o trabalho porque praticava esgrima. Não é exatamente o perfil clássico de alguém que entra em pânico com vultos no escuro. Ainda assim, o laboratório onde ele trabalhava tinha uma reputação meio… teatral. Funcionários relatavam desconforto, mal-estar, aquela sensação difusa de estarem sendo observados. O pacote completo do Sobrenatural de Almeida versão escritório.

Como todo bom cético, Tandy ignorava, até o dia em que não deu mais. Ele sentiu um ar frio, o coração batia descompassado, um suor frio lhe escorreu e quando olhou de relance, o nosso amigo pesquisador viu um vulto cinzento que simplesmente evaporou quando tentou focar os olhos melhor. Não foi uma visão épica, nada digno de filme. Foi pior: foi convincente o suficiente. A diferença entre ele e o resto da humanidade é que, em vez de concluir que o laboratório era assombrado, ele fez algo profundamente ofensivo ao mundo do misticismo: decidiu investigar.

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