Jesus se deu bem com 4 beldades. Ao menos, em cartaz de Paixão de Cristo (e que paixão!)

Jesus é um cara maneirão. Além de só comer e beber em casa de ricaço (consultem as suas Bíblias. Ele não passa um só dia em casa de pobre), tá sempre rodeado de mulher, com direito a gente dando banho de perfume caro nele e enxugando com os cabelos (sim, sado-maso). Não me espanta, portanto, o Show da Paixão de Cristo, cujo banner é…

Continuar lendo “Jesus se deu bem com 4 beldades. Ao menos, em cartaz de Paixão de Cristo (e que paixão!)”

O caso do inexistente escritor que humilhou vários jornais por causa de um livro que não existia

Eu paro para refletir de vez em quando sobre a psique humana. Eu acho fora de série o que nos faz ser o que somos, em toda nossa peculiaridade. Isso fica evidente em certas histórias que nos são contadas e daí vemos como são estranhas as pessoas grandes. Para isso, tomemos um exemplo simples, mas interessante: o monte de pessoas que leram um livro, comentaram esse livro, fizeram resenha, críticos aclamaram, jornais elencaram-no como um best-seller e um “must read”. Um verdadeiro fenômeno editorial, com várias pessoas discutindo a trama, os personagens, o desenrolar da história.

Só tem um pequeno detalhe: este livro não existia. Continuar lendo “O caso do inexistente escritor que humilhou vários jornais por causa de um livro que não existia”

Jules Allix: o anarquista feminista inventor com ideias estranhas

A todo momento chega algum “visionário” com uma ideia disruptiva. Aquela ideia fenomenal que soa “como ninguém pensou nisso antes?”, mas assim que você examina, entende muito bem o motivo por não terem usado. Um desses visionários foi um sujeito chamado Jules Allix. Ele pensava fora da caixa (ou fora da casinha). Teve inúmeras ideias e uma delas seria uma revolução em termos de telecomunicação: Um telégrafo que funcionava à base de caracóis. Continuar lendo “Jules Allix: o anarquista feminista inventor com ideias estranhas”

Grandes Nomes da Ciência: Nathaniel Ward

O homem caminha até a sua criação. A olha com curiosidade. Vê que ela precisa um pouco de sua intervenção. Só um pouco. Por 12 anos não precisou, mas agora seria ótimo dar uma ajudinha. Ele contempla a enormidade de sua criação, tanto em tamanho, como longevidade. Ele faz o que tem que fazer, e ele sai. E por mais algumas décadas, sua criação estará sem nenhuma intervenção. Ali, funcionando sozinha, independente. O homem sai satisfeito. Sua selva particular está a contento e ele sendo o deus bondoso daquele sistema, o deixa prosseguir. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Nathaniel Ward”

Ea-Nasir: o pior comerciante da História

Imaginem um sujeito tosco para negócios e que acha que pode passar incólume. Esse devia ser Ea-Nasir, o sujeito que achou que podia dar o cano nos outros e ficar por isso mesmo. Bem, podemos dizer que ele quase tinha razão.

Só quase. Nanni não ia deixar barato e deixou para a posteridade sua reclamação. Continuar lendo “Ea-Nasir: o pior comerciante da História”

Grandes Nomes da Ciência: Anatoly Bugorski

O homem prestes a sofrer um terrível acidente caminha pelos corredores. Ele não sabe o que lhe aguarda, não faz ideia do que as Leis da Física poderiam fazer com seu corpo em instantes, e sequer passava pela sua cabeça todo o sofrimento que uma burocracia insana faria com seu corpo e mente.

Esta é a história de Anatoly Bugorski, o homem que teve o seu Chernobyl particular, e viveu para contar a sua trágica história. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Anatoly Bugorski”

A múmia escondida que foi desvendada

Amenhotep I foi rei do Egito, tendo sido o segundo governante da XVIII dinastia. Não se sabe direito quando ele nasceu, mas sua morte aconteceu no ano 1503 A.E.C. no século 11 A.E.C., o sarcófago foi aberto para reparos, mediantes fontes documentais egípcias. Sacerdotes o desenterraram para reparar os danos feitos por ladrões de tumbas. Sim, isso mesmo. Já tinha gente que não dava a menor pelota para alguma maldição.

Até agora, ninguém tinha examinado o corpo de Amenhotep (ou Amenófis, que é a versão grega do nome) por causa do seu sarcófago ricamente decorado, e ninguém queria estragar aquela obra de arte. Continuar lendo “A múmia escondida que foi desvendada”

Taqui o meu blogroll. E o seu?

Eu sou um evangelizador de blogs, como vocês bem sabem. Qualquer um pode dizer que os blogs não morreram. Morreram, mas eu tento ressuscitá-los, enquanto aqueles que dizem que não morreram não fazem nenhum esforço para estimular que as pessoas escrevam. Por isso eu escrevi Pela Volta dos Blogs e perguntei Cadê os blogrolls?

Revolvi eu mesmo responder a esta pergunta. Continuar lendo “Taqui o meu blogroll. E o seu?”

O crime perfeito na ponta de uma agulha

O corpo lívido, sem vida, estava submerso na água serena numa casa às escuras e só a luz trêmula do banheiro banhava de uma luz amarelada o que ocorrera. Seu corpo nu e belo, alvo mesmo quando era viva, não veria a luz do sol novamente, mas em contrapartida não indicava sinais de violência. Uma morte em paz, sem dor ou desespero… ou assim parecia. Sapatos engraxados adentraram o banheiro, sujando-o. Outra pessoa, com o pijama encharcado, mostrara a cena. O homem do sapato engraxado parou em frente à cena; sim, ela está morta, senhor. Outros sapatos chegaram, analisaram criticamente o que estavam vendo. Não havia sinais de crime, mas algo não parecia certo perante aquela visão que poderia ser vista como uma foto artística, mas era um acontecimento bizarro por causa dos detalhes que pareciam não se encaixar.

Eram 23 horas e 30 minutos do que parecia ser uma noite calma do dia 3 de maio do ano de nosso Senhor de 1957. Elizabeth Barlow então desprovida da luz de seus olhos, jazia morta em Bradford, Yorkshire, no Reino Unido. E ninguém sabia como… ou por quê. Se era um crime, era um crime perfeito. Continuar lendo “O crime perfeito na ponta de uma agulha”

Apague o passado, destrua a história. Fica mais fácil te dominar

Está ainda rendendo o lance da estátua de Borba Gato que foi incendiada. A única coisa que eu tenho contra a estátua: é feia, mas está no padrão arquitetônico paulistano de construções feias. Ok, queimaram a estátua. O que isso mudou na vida das pessoas? Jogar uma bomba na avenida Presidente Vargas porque Getúlio era um ditador fascista vagabundo vai mudar algo? Eu acho que não.

Continuar lendo “Apague o passado, destrua a história. Fica mais fácil te dominar”