10 perguntas embaraçosas sobre a Bíblia parte 2

Há algum tempo, eu postei 10 perguntas embaraçosas sobre a Bíblia. Bem, esta é a parte 2. Será que ir~]ao responder estas perguntas? Porque as anteriores, quando respondiam era enrolação, e nunca respondiam todas.

Vamos, filhos de Deus. Vocês conseguem me aniquilar no campo da argumentação, não conseguem? Manda ver aí! Continuar lendo “10 perguntas embaraçosas sobre a Bíblia parte 2”

Por que a noite é escura?

As perguntas mais simples são as mais complicadas de responder. As respostas em si até são simples, mas demanda certa abstração. Quando adultos, nos acostumamos a certos “fatos” da vida. O Sol brilha de dia, a Lua aparece de noite. O Sol é responsável pelo dia, por causa do brilho intenso e fim, acabou. Mas porque a Lua não tem dia claro, se é iluminada pelo Sol? Crianças não têm pudor de perguntar coisas simples, mesmo que nos pareça idiota. Nenhuma pergunta é idiota se é movida pela curiosidade. Mas, afinal, o que a noite, padres e a evolução do Universo tem a ver com o dia claro?

Olhando para o Céu Azul, inspiro-me em mais um capítulo do Livro dos Porquês!

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Os detalhes escondidos na Capela Sistina

Todo mundo que visitou a magnífica Capela Sistina fica embevecido com as pinturas lá. A capela foi uma encomenda do Papa Sisto IV, em 1471, contratando vários artistas para decorá-la, como Sandro Botticelli e Pietro Perugino. Em 1508, Rafael Sanzio foi convidado para pintar afrescos, mas ele viu que seria uma trabalheira e empurrou a bola para Miquelângelo Buonarroti, que não era pintor, mas escultor. Miquelângelo relutou, mas acabou aceitando, e demorou um bocado para pintar tudo, muitas vezes ficando quase de cabeça para baixo em andaimes de madeira, a uma altura de cerca de 13 metros, e isso no século XVI, o que era praticamente suicídio. Mike não morreu e sua obra está para a posteridade até hoje. Continuar lendo “Os detalhes escondidos na Capela Sistina”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXVI

Adam West é o único The Batman possível

Eu sou fã do Batman, e esse sentimento começou quando eu era criança e via o melhor Batman de todos os tempos: O Batman do Adam West. Era galhofa, eu sei e não me importo! Tinha SOC, PUNCH, OOOOOF e várias onomatopeias. Eu achava e acho o máximo. Entendam, sou de um tempo que a gente aprendia a curtir os filmes e seriados de sua predileção, e não ver algo para ir reclamar. Todo mundo que assistiu ama este seriado.

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Jesus se deu bem com 4 beldades. Ao menos, em cartaz de Paixão de Cristo (e que paixão!)

Jesus é um cara maneirão. Além de só comer e beber em casa de ricaço (consultem as suas Bíblias. Ele não passa um só dia em casa de pobre), tá sempre rodeado de mulher, com direito a gente dando banho de perfume caro nele e enxugando com os cabelos (sim, sado-maso). Não me espanta, portanto, o Show da Paixão de Cristo, cujo banner é…

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A história do livro assassino e papéis de parede mortais

No romance O Nome da Rosa, um livro assassino foi o algoz de alguns monges numa abadia esquecida no interior da Itália. Olhando para o livro (ou filme), podemos pensar que isso seria um pouco (ok, muita) de maluquice, mas não é. Realmente existiu livros venenosos, e papéis de parede mais venenosos ainda!

E tudo por causa de uma tinta de cor verde. Continuar lendo “A história do livro assassino e papéis de parede mortais”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXIV

Gotham City: Onde é, quais as suas origens?

Para vocês verem como uma conversa despretensiosa pode desenrolar muito. Eu comentei a cena do filme The Batman em que o Charada detona caminhões com explosivos e rompe os diques de Gotham inundando a cidade, e que isso não faz sentido, porque Gotham não está abaixo da linha do mar.

Mas afinal, Gotham fica onde? É realmente algo como a Holanda? Continuar lendo “Analisando séries e filmes de super-heróis XXIV”

O caso do inexistente escritor que humilhou vários jornais por causa de um livro que não existia

Eu paro para refletir de vez em quando sobre a psique humana. Eu acho fora de série o que nos faz ser o que somos, em toda nossa peculiaridade. Isso fica evidente em certas histórias que nos são contadas e daí vemos como são estranhas as pessoas grandes. Para isso, tomemos um exemplo simples, mas interessante: o monte de pessoas que leram um livro, comentaram esse livro, fizeram resenha, críticos aclamaram, jornais elencaram-no como um best-seller e um “must read”. Um verdadeiro fenômeno editorial, com várias pessoas discutindo a trama, os personagens, o desenrolar da história.

Só tem um pequeno detalhe: este livro não existia. Continuar lendo “O caso do inexistente escritor que humilhou vários jornais por causa de um livro que não existia”

Jules Allix: o anarquista feminista inventor com ideias estranhas

A todo momento chega algum “visionário” com uma ideia disruptiva. Aquela ideia fenomenal que soa “como ninguém pensou nisso antes?”, mas assim que você examina, entende muito bem o motivo por não terem usado. Um desses visionários foi um sujeito chamado Jules Allix. Ele pensava fora da caixa (ou fora da casinha). Teve inúmeras ideias e uma delas seria uma revolução em termos de telecomunicação: Um telégrafo que funcionava à base de caracóis. Continuar lendo “Jules Allix: o anarquista feminista inventor com ideias estranhas”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXII

A história sem fim de Shang Chi

Shang Chi é um personagem como tantos outros de sua época. Seu filme é um tanto… diferente dos quadrinhos, embora a premissa seja a mesma. Como sempre, o MCU faz uma salada dos diabos, deixando seu universo cinematográfico todo cagado como sempre, mas os fãs não perceberão isso e vai ficar tudo por isso mesmo. Ainda assim eu já posso dizer: e um bom filme de artes marciais estilo chinês, não tanto de super-herói, mas nem os filmes de “super-herói” da Disvel são efetivamente filmes de super-herói, como já falei antes.
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