
Se você pensa que o Brasil só exporta bicho grande, indesejado e fedido como nossa política tributária, revise seus conceitos. Aqui tem dinossauro, e não estou falando de um monte de velharia na política. O Rio Grande do Sul, que já vinha acumulando currículo respeitável como celeiro de arcossauros triássicos (basta lembrar que ali nasceram os primeiros dinossauros conhecidos do planeta, os Staurikosaurus e companhia), acaba de somar mais um nome à lista.
Dessa vez, o fóssil não é um monstro de sete metros pronto para estrelar documentário com trilha sonora épica. É um bichinho do tamanho de um jacaré pequeno, com ossos contados nos dedos de uma mão, e ainda assim capaz de reorganizar um pedaço inteiro da árvore genealógica que separa, ou melhor, que une, crocodilos e dinossauros.
Sim, até dinossauro no Brasil acaba sendo chinfrim. Continuar lendo “O dinossauro nanico que explica os grandes predadores”









