Category Archives: Tecnologia

Pesquisadores imprimem coração zero bala, com vaso sanguíneo e tudo

Muitas pessoas tentam a todo custo consertar o que está estragado, mas tem horas que não tem jeito. E se você reclama, tem sempre um idiota que diz “Não gostou? Faz melhor”. Bem, o pessoal da Universidade de Tel Aviv disse para segurar o arak deles enquanto “imprimiam” um coração completo e vascularizado. Se HaShem não fez coisa que preste, nós dar jeita!

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Quando dois buracos se encontram e mexem com tudo

Você ficou maravilhado com a foto do buraco negro? Ótimo! Tem mais afro-buraco pra vocês. Já começa que em 2015 foi comprovada, por meio de detecção direta, ondas gravitacionais. Estes efeitos no Espaço-Tempo tinham sido teorizados pelo tio Einstein e, agora, pudemos ver os seus efeitos. Mas o que acontece quando dois afro-buracos se encontram?

As ondas gravitacionais detectadas pelo LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory – Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser) e o VIRGO detectaram outras fusões de sistemas massivos. As interações de dois buracos negros foram analisadas e o resultado é este vídeo.

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O medo que tenta obscurecer a luz, mas passa de mansinho

Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.

Assim como o primeiro hominídeo contemplou aquele grande disco branco e se perguntou que deusa maravilhosa era aquela, hoje vemos Marte e perguntamos sobre ele e o que ele esconde, bem como os seus dois satélites: Fobos e Deimos.

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Comida vegan é tão insuportável e desnecessária que nem vegan come

Em 2013, eu postei meu artigo Veganismo Desmascarado, onde eu me propus (com muita facilidade, diga-se de passagem), refutar as bobagens que vegans propalam. Normalmente, se pegam na primeira parte do artigo, e seus “Links” acabam sendo um festival de vergonha alheia quando eu os destrincho, já que nem eles mesmos leram (se lessem, não seriam vegans, claro). A segunda e terceira parte eles nem viram (a carência nutricional lhes causou debilidade mental e incapacidade de percepção e leitura).

Veganismo, entretanto, virou modinha entre os hipsters e gente que quer se sentir especial (sem ser amados. Ninguém suporta vegans), e daí começou um festival de espertalhões se valendo disso, montando canais no YouTube com dietas vegans. E isso vai muito bem, até que flagraram uma dona que é alta defensora de dieta vegan comendo o maior peixão. Deve ser que peixe não é animal e sim planta, já que é fruto do mar. Vai saber!

Tendo um lauto banquete sem ter a necessidade de suplementação alimentar, esta é a sua SEXTA INSANA!

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O Artigo 13 já acabou com a Internet?

Então que o artigo 13 foi aprovado. O item polêmico da Diretiva da União Europeia sobre Direitos Autorais no Mercado Único Digital (European Union Directive on Copyright in the Digital Single Market) deixou um monte de idiotas relinchando que este é o fim da Internet. Você está lendo este texto num tablete de argila? Então, ficou provado que essa palhaçada de “fim da internet” é só isso: uma palhaçada.

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Pesquisadores criam forma inédita que todo mundo conhece para transformar eletricidade em combustível

Estamos com um real problema que nem é mais futuro. Já se tornou presente: combustíveis. Temos uma necessidade gigantesca por combustíveis. Nossas máquinas (de uma indústria até um cortador de grama) precisam de combustíveis. EUA dependem muito de geração de eletricidade por meio de carvão, óleo e gás. A cada dia, essa necessidade cresce, e cresce, E CRESCEEEEEEEEE! Cresce mais que os meus boletos e menos que minhas partes anat… deixa pra lá. o mundo urge que novas formas de obtenção de combustível sejam descobertas. Nisso entra os grandes pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA. Eles trouxeram uma forma barata de gerar eletricidade. Eficiente, já nem tanto.

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Quer carregar seu marca-passo? Deixe seu coração bater

Eu gosto muitos dos meus órgãos. Todos eles. Do piano, nem tanto. O coração, diferente dos rins e pulmões, não vem em duplicata. Parou, ferrou! E quando pára, dá muito ruim (mas não tão ruim quanto o acordo ortográfico, que eu resolvi ignorar). Massagem cardíaca é bom, excelente, mas o melhor mesmo é o coração estar batendo direito, no ritmo certo. Quem concordava com isso era o médico John Alexander MacWilliam, que em 1889 publicou no British Medical Journal suas experiências na aplicação de um impulso elétrico diretamente a um coração humano em assistolia. O procedimento chocante causou uma contração ventricular e o coração voltou a bater, deixando todos eletrizados. A imagem que vocês veem acima é a de um dos primeiros marca-passos comerciais. Sim, era um trambolhão que o paciente carregava (nos braços, claro, com os sensores entrando no peito).

Hoje, temos aparelhos bem menores e mais eficientes, como este da direita. Leve e mais confortável. Uma maravilha, certo? Pois é, marca-passos sao ótimos, mas têm um sério problema: baterias.

Como ainda não inventaram nada capaz de violar as Leis da Termodinâmica so porque você é bonito, aparelhos precisam funcionar por energia que lhes é cedida. Mas e se o próprio corpo pudesse fornecer esta energia de alguma forma?

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Pesquisadora cria detector de mentira online. Vê lá o que você anda falando por aí!

Depois do Lie to Me, várias pessoas resolveram se tornar experts em gente mentirosa, tentando ver microexpressões. A série acabou, mas tem o canal Metaforando, que se propõe a analizar a linguagem corporal de pessoas em detrminadas situações e determinar o estado psicológico da pessoa analisada. Já o FBI tem o Behavioral Science Unit (Unidade de Ciência Comportamental), que não é baseada (apenas) em microexpressões, mas em modus operandi de criminosos, tabulando dados e cruzando informações estatísticas, procurando prever o que vai/está acontecendo. Disso veio a série Criminal Minds (só era boa com o Gideon), mas não se liguem em tudo na série. Aquilo é entretenimento, e nem sempre retrata a realidade (quase nunca, seria o termo mais adequado).

Desde sempre, saber quem está mentindo é primordial na hora de julgamentos, decisões de Estado e saber por onde o traste andou, pois chegou em casa com um festival de batom na camisa (se for na cueca, não é preciso detector de mentiras. Erasístrato de Chio (310 A.E.C. – 250 A.E.C.) anatomista e médico grego, designado pai da Fisiologia, já buscava formas de descobrir se alguém estava mentindo. Outro que procurou um modo de descobrir quem estava mentindo foi o psicólogo William Moulton Marston, responsável por duas grandes criações: O polígrafo e a Mulher Maravilha (sim, a ideia do Laço da Verdade veio daí).

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Pesquisadores desenvolvem processo de enxerto ósseo. NOW IN 3D!!!!

Enxertos ósseos são um tantinho mais complicados que você pegar um naco de pele da bunda e colocar no seu braço. No caso de enxertos ósseos, é preciso colher o próprio osso de um paciente para fazer o procedimento, ter suprimento de sangue e refazer ligações de vasos sanguíneos. Não que seja impossível fazer enxerto ósseo não-autógeno (sem que seja a própria pessoa que doe de si para si mesmo), mas os chamados “enxertos xenógenos” são mais comuns em cirurgias odontológica e ortopédica.

Claro, estamos falando de um sistema de transplante em que precisa-se de um doador: você mesmo, seu irmão ou o cachorro do seu cunhado (literalmente, pois pode-se fazer enxertos com ossos de animais em seres humanos). O que a Engenharia teria para nos dar?

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Pesquisa estuda como usar seu próprio corpo para gerar eletricidade para dispositivos

Você já participou de aula de Física no colégio, em que o professor te deu um cano de PVC e um punhado de fio de lã para você ficar atritando. Você ficou com vergonha, todo mundo soltou um “esfrega aqui também”, você foi reclamar de bullying e aí mesmo que todo mundo ficou te zuando. Este fenômeno é chamado “triboeletricidade”, o processo pelo qual materiais se eletrizam em consequência de atrito. Daí você pensa: pô, seria maneiro se usasse isso para gerar eletricidade, né? Bem, seria, mas o problema é que é ineficiente para grandes cargas, tipo o seu celular. Mas e se fossem nanodispositivos?

Bem, é isso o que pesquisadores da Universidade Purdue estão pesquisando.

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