Ilha Victoria: A ilha escondidinha

Você aprendeu na escola que uma ilha é uma porção de terra cercada de água por todos os lados. Também aprendeu que um lago é uma porção de água cercada de terra por todos os lados. Mas já pensou se a gente bancasse o Inception geográfico e tivéssemos uma ilha num lago? Ok, isso existe, assim como temos lagos em ilhas. Mas e se a gente chutasse o pau da barraca e tivéssemos  uma ilha em um lago em uma ilha em um lago em uma ilha?

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Por que a noite é escura?

As perguntas mais simples são as mais complicadas de responder. As respostas em si até são simples, mas demanda certa abstração. Quando adultos, nos acostumamos a certos “fatos” da vida. O Sol brilha de dia, a Lua aparece de noite. O Sol é responsável pelo dia, por causa do brilho intenso e fim, acabou. Mas porque a Lua não tem dia claro, se é iluminada pelo Sol? Crianças não têm pudor de perguntar coisas simples, mesmo que nos pareça idiota. Nenhuma pergunta é idiota se é movida pela curiosidade. Mas, afinal, o que a noite, padres e a evolução do Universo tem a ver com o dia claro?

Olhando para o Céu Azul, inspiro-me em mais um capítulo do Livro dos Porquês!

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Os detalhes escondidos na Capela Sistina

Todo mundo que visitou a magnífica Capela Sistina fica embevecido com as pinturas lá. A capela foi uma encomenda do Papa Sisto IV, em 1471, contratando vários artistas para decorá-la, como Sandro Botticelli e Pietro Perugino. Em 1508, Rafael Sanzio foi convidado para pintar afrescos, mas ele viu que seria uma trabalheira e empurrou a bola para Miquelângelo Buonarroti, que não era pintor, mas escultor. Miquelângelo relutou, mas acabou aceitando, e demorou um bocado para pintar tudo, muitas vezes ficando quase de cabeça para baixo em andaimes de madeira, a uma altura de cerca de 13 metros, e isso no século XVI, o que era praticamente suicídio. Mike não morreu e sua obra está para a posteridade até hoje. Continuar lendo “Os detalhes escondidos na Capela Sistina”

A reconstrução do sobrevoo da Apollo 16

Eu adoro as Missões Apollo. A maravilha que foi terem que criar tecnologia que não existia para um grande feito. Todas as missões foram uma prova de quando se quer, se consegue, ainda mais quando se tem dinheiro, obviamente. Nenhum problema em engenharia é insolúvel tendo tempo e dinheiro! A Apollo 16 não é uma exceção.

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A calma silenciosa dos Alpes do Norte

Os Alpes Austríacos são um lugar mágico por serem… bem, por serem os Alpes, né? Muitas histórias foram escritas lá. Histórias que o mundo não se esqueceu. Em 2020 houveram histórias, histórias de afastamento e morte. Enquanto algumas pessoas convivam confinadas em casa, outros estavam de quarentena exatamente nos Alpes

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Grandes Nomes da Ciência: Jesse Ramsden

Medir é um problema sério. Já começa que todos os sistemas de medida são arbitrários. O cara pega algo que usa como padrão e pronto, tudo tem que se encaixar ali, e é daí que começam os problemas. Nos múltiplos, tudo uma maravilha. Nos submúltiplos e fracionamentos em geral é que começa a dor de cabeça.

Quando o comércio marítimo se intensificou no século XVI-XVII, estava cada vez mais necessário saber em que parte do mundo você estava. Não apenas isso, como chegar em determinada parte do mundo. Levando em conta que a Terra foi dividida em trópicos e meridianos, e estes levam em conta medições em ângulos, era de suma importância ter instrumentos capazes de trabalhar com frações de ângulos e arcos de ângulo. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Jesse Ramsden”

As sacudidas da Lua

Estamos acostumados a astros orbitando o Sol, assim como a Lua orbita a Terra. Pensamos que est órbita é delicada e suave, e até pode ser, mas aos nossos olhos. A Lua tem uns “tremeliques”. Chamamos isso “libração”, do latim “librare”, que significa “balançar”, porque é esta a impressão que tempos: a Lua está dando umas sacodidas.

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