
Minhas microférias acabam hoje e amanhã eu tenho que ir trabalhar. Estou desconsolado, triste e revoltado. Bem, ainda tenho até hoje para isso porque amanhã é levantar cedo. Junte-se à mim na minha revolta e leiam o que foi postado durante a semana.

Minhas microférias acabam hoje e amanhã eu tenho que ir trabalhar. Estou desconsolado, triste e revoltado. Bem, ainda tenho até hoje para isso porque amanhã é levantar cedo. Junte-se à mim na minha revolta e leiam o que foi postado durante a semana.

Diz a sabedoria popular que quem tem, tem medo. Mas há uma classe de pessoas que, apesar do medo, insiste em fazer merda. Chamamos isso de bandidos. Vagabundo sabe que tá fazendo merda, e mesmo assim insiste, como é o caso de dois ladrõezinhos toscos (o pior tipo de ladrão) que entraram de madrugada num templo com a intenção de arrombar as caixas de doação e fugir com o dinheiro.
MAS CALMA LÁ! Melhor não dar mole pras divindades ou a coisa degringola. Assim, eles levam as mãos às orelhas num gesto tradicional de contrição hindu (aquele que normalmente se faz ao pedir desculpas por alguma merda que fez ou estar prestes a fazer.
Mas aquele dinheirinho dando sopa… Continuar lendo “Ladrão pede desculpas à divindade antes de assaltar a divindade”

É muito triste a vida sem Copa do Mundo. Uma semana sem e já estou com crise de abstinência. Para sanar isso, só começando com outro projeto. Eu falo disso num dos artigos: um novo site no Substack, com artigos apenas em inglês. Veja este e outros assuntos postados durante a semana.

Há uma coisa que me impressiona… ok, duas coisas. Ok, várias coisas, mas citarei a hipocrisia das pessoas e a falta de contato com uma realidade. É como dizer “ain, a vida é linda depois dos 40”, o que me dá dúvidas se as pessoas 50+ ou mesmo 60+ que pegam ônibus às 4 da manhã para irem trabalhar com 3 horas de trajeto de ônibus concordam com isso. A bolha leva pessoas a falarem um monte de asneiras, ainda mais quando você é um boquirroto que gosta de falar qualquer besteiras que passa pela cabeça porque gosta de ouvir a própria voz.
Nosso amigo Elão Almíscar é um perfeito exemplo de alguém assim. O cara que vale um trilhão acha que dinheiro será irrelevante no futuro próximo. O que podemos deduzir disso? Continuar lendo “A utopia pós-escassez que só existe na cabeça de quem nunca pegou um busão”

Há um pânico circulando pelo mercado de trabalho brasileiro, e ele tem nome técnico, PowerPoint corporativo (ok, atualmente é feito naquela merda do Canva) e até fala em inglês: dizem que a Inteligência Artificial vai decidir quem é contratado, promovido ou despedido, e que ninguém mais entenderá os critérios por trás disso.
Executivos de inovação concedem entrevistas graves alertando que a “revisão humana” nesses processos costuma se resumir a um recrutador carimbando a lista que o algoritmo já organizou, e que empresas raramente sabem explicar como o sistema chegou a determinada classificação. Tudo isso é verdade, é seríssimo, e merece ser dito. Só tem um pequeno detalhe incômodo: nada disso é novidade. O RH brasileiro só trocou de vidente.
Jogando o búzio no algoritmo, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Da numerologia ao algoritmo: mesmos videntes, roupagem nova”

Hoje é a finalzaça da Copa do Mundo, e estou escrevendo com antecedência. Não sei quem ganhou e, sinceramente, não dou a mínima. Gosto do espetáculos, admirar as boas jogadas, xingar as jogadas merdas e, principalmente, xingar o jogador filho da puta que faz escanteio curto. Seja você ávido torcedor ou não, aproveite o que foi postado durante a semana.

O ser humano passou milênios escrevendo poemas para explicar por que o amor é irracional, um fogo que arde sem se ver, uma ferida que dói e não se sente. Então, inventou computadores capazes de conversar, decidiu transformá-los em namorados e, agora, chegou ao ponto em que um governo precisou publicar uma regulamentação para lembrar que, em princípio, pessoas deveriam se apaixonar por outras pessoas. Se algum arqueólogo do futuro encontrar apenas essa manchete, provavelmente concluirá que nossa civilização morreu de vergonha logo depois.
Foi exatamente isso que aconteceu na China. Entraram em vigor regras que proíbem sistemas de inteligência artificial de estimular dependência emocional ou funcionar como companheiros românticos da maneira como vinham fazendo.
Romanceando pelo algoritmo chatboteano, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “O amor proibido nos tempos do algoritmo”

O calor opressivo estava batendo como um malho numa bigorna na longínqua década de 1930. Para muitos, seria algo para deixar morgando num alpendre com 300 ventiladores, ou trancado em casa com ar-condicionado no talo, mas para uma adolescente era um dia normal. Talvez por ser de origem mexicano-americana, já acostumada com o calor, a adolescente não estava desconfortável com o verão ao visitar parentes num pequeno vilarejo do interior de Chihuahua, naquele tipo de família binacional que atravessa a fronteira com a naturalidade de quem atravessa a rua.
Entediada com a vida rural e proibida pelos pais de se aproximar dos barrancos e minas abandonadas da região, a jovem fez exatamente o que qualquer adolescente proibida faria: fingiu sair para colher cerejas e foi explorar um desfiladeiro que lhe chamara a atenção. E esta decisão iria causar um impacto no que se sabe sobre Ciência, Arqueologia e até mesmo a busca por civilizações extraterrestres, e isso graças a uma cabeça de proporções descomunais. Continuar lendo “Starchild: a cabeçona misteriosa que deixou ufeiros em polvorosa”

Esta semana acaba Copa do Mundo e eu estou desesperançado. Não terei mais 3 jogos por dia com seleções buscando a glória máxima. Ah, sim, ainda teve a o Brasil, também. Enfim. Pelo menos, a certeza é que continuamos colocando aqui os melhores artigos de vários assuntos, e eu continuo com a série O Apocalipse Tecnológico Moderno, algo que você não lerá em blogs de tecnologia, já que eles apenas viraram vitrine de empresinha ou press release ou coisas sem sentido.

Há certas frases que, ditas no momento errado, deixam de ser conselho e viram sentença. Por exemplo, dizer “Você sabe o que fazer, continue seguindo em frente” é, na maioria das vezes, algo que normalmente um instrutor faz a um aluno nervoso; problema é a minoria das vezes em que isso não soa legal, como falar isso segundos antes de tirar o fone de ouvido, organizar os pertences, destravar o cinto, abrir a porta e pular fora de um avião em movimento.
Não é o tipo de coisa que alguém queira presenciar, pincipalmente sendo o próprio aluno de pilotagem. Continuar lendo “Apertem os cintos, o piloto se jogou”