
E este é o último artigo da série que mostra o que postei ano passado. Bastante coisa e… e eu achei que foi melhor. Como falei antes, não tendo mais os grilhões para escolher o que iria agradar ou não, fui pelo caminho de escrever o que eu realmente queria. Isso não deu mais visualizações. Acho que o contrário, mas estou contente assim. Eu sempre falei que escrevia pra mim e agora eu realmente estou fazendo isso.
Bem-vindos a 2024. Mais artigos estão para aparecer pra vocês. Me certifiquei disso enquanto tiro as minhas férias. Até a volta, pessoal!
- A solidão da inteligência
- O caso do animadaço Leão do Castelo de Gripsholm
- Grandes Ideias que sequer deveriam ter sido pensadas: Operação Plowshare
- A roupa feita com os dourados fios de uma aranha
- O livro místico de Leonhard Thurneisser
- Quando Napoleão enfrentou o perigosíssimo exército de coelhos
- A múltiplas tentativas para conquistar a Lua
- Universidade britânica apresenta sua pós em macumbaria gringa
- Desastre de Senghenydd: a pior tragédia de mineração da Grã-Bretanha
- O artilheiro que salvou uma base de um ataque inimigo
- Uso de Inteligência Artificial por gente que não quer pagar profissional e outras providências
- O fim do cinema
- Folhismos
- A Meta de Zuckerberg é fofocar vida de criança. Não tem algo errado, não?
- Países fazem acordo bilateral. Um deles não existe (acho que é o Paraguai)
- A absurda ideia da Esfera de Dyson
- A inutilidade da Inteligência Artificial
Mas eu queria terminar esta lembrança com uma outra, apesar de eu ter mencionado no primeiro artigo desta série. Você continua sendo meu amigo. Nunca esqueci você, meu chapa.

Descanse em paz, meu amigo.
