Category Archives: Arqueologia

Pesquisadores estudam dentes de neandertais e descobrem muito do seu estilo de vida

Neandertais são nossos primos mais famosos, que tivemos o prazer de contribuir em mandar para a vala evolutiva. A importância deles é que são uma espécie de onde nós não evoluímos e estaria junto conosco hoje se Evil Darwin tivesse deixado. Bem, merda acontece e ela já limou 99% de todas as espécies que já viveram, o que em nada limita nossa curiosidade sobre saber sobre cada uma delas.

No caso dos neandertais nos interessa saber por serem uma outra espécie de hominídeos. Quem eram eles e o que comiam. Hoje, sabemos mais ainda sobre seus hábitos, como uma recente pesquisa publicada demonstrou.

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Novas pistas sobre migrações humanas nas Américas

A história de nossos avós é fascinante. Eles saíram da África e perambularam o mundo. Sim, todos somos afrodescendentes, inclusive os africanos modernos, que fizeram apropriação cultural dos árabes e passaram a usar turbantes. Muitos desse pessoal rodou o mundo e acabou vindo parar no Brasil. Hoje, pesquisadores analisam os crânios dos antigos moradores encontrados no sudeste do Brasil e estão revendo a complexa migração humana desde a África subsaariana até as Américas.

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Crateras de dinossauros ajudam a saber sobre a história de nossos avós

Existe criacionista retardado (desculpem o pleonasmo) que realmente acha que homens e dinossauros conviveram. Tem até imagenzinha lindinha de homens cavalgando dinos, como esta aqui ao lado (não é que seja Jesus, não é. Mas bem que parece. Até tem a cara de quem nunca tomou banho). Ainda assim, dinossauros podem nos ajudar em muita coisa; como encontrar vestígios de hominídeos, mesmo estes tendo aparecido muito tempo depois.

Mas as crateras… ah, as crateras ainda estão lá…

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Método Científico

O método científico é o ABC de como proceder numa pesquisa. É um exercício intelectual, a estipulação das hipóteses, o levantamento de uma ideia, o raciocínio sobre o  que está acontecendo. Depois, vem as análises, os experimentos, as comprovações ou não de resultados.

A ciência nunca foi anárquica. Pelo menos, não quando ela deixou de ser mera curiosidade para uma busca de entendimento da Natureza. Hoje, temos milhões de cientistas em todo o mundo e todos eles seguem os preceitos básicos do Método Científico, e é isso que nos salva de charlatões.

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O mais velho dos cânceres já descoberto

Desde que surgiu os primeiros processos de autorreplicação, sempre houve a chance de algo dar muito errado… ou muito certo. Nos casos em que a mutação não virava uma sinuca evolutiva, impedindo o ser vivo de continuar vivo, 99% das vezes deu certo e aquela proteína esquisita virou a Zooey Deschanel. O problema é aquele 1% safadão que nos deu cânceres

Câncer é algo tão velho quanto a humanidade. Não… corrijo: câncer é algo mais velho que a própria humanidade. Enquanto nós, toscos Homo sapiens estamos perambulando por aí por alguns milhares de anos, a mais antiga evidência de um caso de câncer data de mais de um milhão de anos.

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Achada antiga ferramenta que ajudava no fabrico de cordas

Eu rio muito quando o pessoal fala que “adora tecnologia”, só porque comprou um celular novo. Nós já tínhamos tecnologia quando quebramos um pedaço de pedra para servir de arma ou utensílio para esmagar grãos (e a cabeça dos adversários). Por isso eu gosto muito do canal Primitive Technology, em que o cara monta abrigo (inclusive de tijolos e telhas), armas, panelas etc, só com o que encontra pelo que tem ao seu redor. Ele tem até um vídeo ensinando a fazer corda, mas nossos ancestrais eram mais espertos; como pode provar a descoberta feita por cientistas alemães. Trata-se de uma ferramenta, um dispositivo tecnológico que ajuda a fazer cordas.

Porque fazer totalmente na mão é coisa de silvícolas atrasados.

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De onde vieram os satélites de Marte?

E eis que ele, Senhor da Guerra resolveu que seus inimigos jamais teriam paz. Dois de seus mais severos soldados nos observam, instilando os sentimentos inspirados em seus próprios nomes: o medo e o terror: Fobos e Deimos.

– Das crônicas mitológicas que foram inventadas agora.

Nós temos boas explicações sobre como nosso satélite natural (Lua, para os íntimos) foi criado. Mas não devemos esquecer que Natureza não segue livro de receitas. Será que o processo se repetiu para os satélites de Marte? Afinal, como eles apareceram?

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Tutancâmon tinha um punhal extraterrestre?

Isto seria tarefa do E-Farsas, mas o tratante anda esnobando pobres coitados e só escolhe matéria topo-de-linha. Aí fica o maldito History Channel divulgando que o grande rei Tut tinha um punhal extraterrestre, provavelmente por goa’ulds. Será verdade? Será Farsa da Web? Seria burrice galopante de jornaleiros malditos? Seriam os reptilianos?

Não, gente. A bosta do rei-menino não tinha um punhal extraterrestre e nem o milagre veio do Espaço. O que ele tinha você saberá no LIVRO DOS PORQUÊS, mas antes, vamos ler sobre…

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As pinturas antigas que apresentam uma cor azul mais antiga ainda

Um dos grandes problemas na produção de corantes é que eles são muito difíceis de se obter. Antes de Perkin (algum dia teremos artigo sobre ele), os corantes eram produzidos praticamente por processo artesanal, valendo-se de produtos naturais. Antes dos corantes sintéticos, valia-se de raízes, frutos, solo e animais para se obter cores, e elas não eram em tão grande variedade. Para os artistas trabalharem, era uma dor de cabeça já na Renascença, agora imagine na Antiguidade!

Ao examinar antigos quadros, especialistas deram de cara com algo inusitado: o azul egípcio. Uma tonalidade de cor que os romanos usavam para controlar os tons de seus quadros e murais. Mas como assim azul egípcio?

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De acordo com pesquisa, Australopithecus sediba só podia comer mingauzinho

O problema de acreditar em mitos, como a Lua ser feita de queijo, as plantas têm consciência, a Terra ser chata feito pizza e em cobras falantes. Isso tudo acaba sendo destroçado por pesquisa científica. Mesma coisa quando tocamos na evolução do Homem. Claro, se você saiu da toca ou não cultiva ciência da Idade do Bronze, sabe que é bem esquisito Ilúvatar (ou um outro deus qualquer) ter criado o Homem quando temos vestígios fósseis de outros hominídeos. Seria uma versão shareware do Homo sapiens? Encomenda que veio errada? Cagada do estagiário? Imaginem, como explicar isso? Afinal, Evolução é mito, certo?

Bem, o Australopithecus sediba meio que discorda. Ele foi descoberto em 2008 no renomado sítio arqueológico de Malapa na África do Sul. Agora, ele ajuda a entender um pequeno detalhe de nossa anatomia: a formação de nossa mandíbula. (aquela parte, eu não sei ao certo)

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