Como não acabar com a fome no mundo com 6 bilhões de dólares

Desde que Elon Musk apresentou proposta de compra do Twitter, o pessoal que usa iPhone e anda de Uber achou um absurdo ele gastar dinheiro assim, quando poderia resolver o problema da fome no mundo. Claro, isso é ranço contra ele porque, nunca falam isso de outras pessoas.

Mas quanto dinheiro seria necessário para acabar com a fome no mundo? Continuar lendo “Como não acabar com a fome no mundo com 6 bilhões de dólares”

Os detalhes escondidos na Capela Sistina

Todo mundo que visitou a magnífica Capela Sistina fica embevecido com as pinturas lá. A capela foi uma encomenda do Papa Sisto IV, em 1471, contratando vários artistas para decorá-la, como Sandro Botticelli e Pietro Perugino. Em 1508, Rafael Sanzio foi convidado para pintar afrescos, mas ele viu que seria uma trabalheira e empurrou a bola para Miquelângelo Buonarroti, que não era pintor, mas escultor. Miquelângelo relutou, mas acabou aceitando, e demorou um bocado para pintar tudo, muitas vezes ficando quase de cabeça para baixo em andaimes de madeira, a uma altura de cerca de 13 metros, e isso no século XVI, o que era praticamente suicídio. Mike não morreu e sua obra está para a posteridade até hoje. Continuar lendo “Os detalhes escondidos na Capela Sistina”

A reconstrução do sobrevoo da Apollo 16

Eu adoro as Missões Apollo. A maravilha que foi terem que criar tecnologia que não existia para um grande feito. Todas as missões foram uma prova de quando se quer, se consegue, ainda mais quando se tem dinheiro, obviamente. Nenhum problema em engenharia é insolúvel tendo tempo e dinheiro! A Apollo 16 não é uma exceção.

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Grandes Nomes da Ciência: Jesse Ramsden

Medir é um problema sério. Já começa que todos os sistemas de medida são arbitrários. O cara pega algo que usa como padrão e pronto, tudo tem que se encaixar ali, e é daí que começam os problemas. Nos múltiplos, tudo uma maravilha. Nos submúltiplos e fracionamentos em geral é que começa a dor de cabeça.

Quando o comércio marítimo se intensificou no século XVI-XVII, estava cada vez mais necessário saber em que parte do mundo você estava. Não apenas isso, como chegar em determinada parte do mundo. Levando em conta que a Terra foi dividida em trópicos e meridianos, e estes levam em conta medições em ângulos, era de suma importância ter instrumentos capazes de trabalhar com frações de ângulos e arcos de ângulo. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Jesse Ramsden”

Artigos da Semana 100

Estamos no fim da Semana Santa, sendo hoje Domingo de Páscoa. Es´pero que todos tenham tido uma excelente páscoa, rodeados dos seus familiares ou, melhor ainda, sem estar na presença daqueles parentes chatos (90% de todos os parentes). Para comemorar, aqui vão os artigos postados na semana. Semana que vem teremos outra comemoração do tipo.

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A história do livro assassino e papéis de parede mortais

No romance O Nome da Rosa, um livro assassino foi o algoz de alguns monges numa abadia esquecida no interior da Itália. Olhando para o livro (ou filme), podemos pensar que isso seria um pouco (ok, muita) de maluquice, mas não é. Realmente existiu livros venenosos, e papéis de parede mais venenosos ainda!

E tudo por causa de uma tinta de cor verde. Continuar lendo “A história do livro assassino e papéis de parede mortais”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXIV

Gotham City: Onde é, quais as suas origens?

Para vocês verem como uma conversa despretensiosa pode desenrolar muito. Eu comentei a cena do filme The Batman em que o Charada detona caminhões com explosivos e rompe os diques de Gotham inundando a cidade, e que isso não faz sentido, porque Gotham não está abaixo da linha do mar.

Mas afinal, Gotham fica onde? É realmente algo como a Holanda? Continuar lendo “Analisando séries e filmes de super-heróis XXIV”

O aviãozão que carregava outros aviões dentro

Transportar tropas para o teatro de guerra é complicado. É preciso muita logística, recursos materiais e recursos humanos. Ainda hoje é preciso levar em conta vários estudos com diferentes fatores envolvidos. Levar aeronaves, então, é outro problema, já que nem todas elas podem cruzar oceanos. A invenção dos porta-aviões sanou parte deste problema. Mas aí alguém pensou: e se levássemos as aeronaves pelo ar, dentro de um aviãozão bem maior? Continuar lendo “O aviãozão que carregava outros aviões dentro”

O mistério do Quadrado Sator numa caveira

Nós temos uma relação um tanto quanto estranha com os nossos próprios destinos. Sabemos que vamos morrer um dia, mas esperamos retardar este momento. Há os que se cansam e encurtam o tempo de vida. Olhando para o horizonte, me pergunto quando começamos com isso. Muitos animais, como elefantes, têm ciência da própria mortalidade. Muitos animais têm rituais fúnebres, se afastam quando do seu momento final, se reúnem e mostram luto.

Alguns mantém um memento mori, uma lembrança de nossa mortalidade, com alguma inscrição de proteção, como um quadrado mágico. Continuar lendo “O mistério do Quadrado Sator numa caveira”