
Entre cidades, ouro, políticos agindo feito políticos e gado de políticos agindo feito gado de políticos, a semana foi bem diversa. Soubemos do lugar mais ao Sul onde foi encontrado âmbar de árvores, que Júpiter não tem chão e, por fim, o legado do grande Carl Sagan.
Semaninha interessante essa.
Cidades, humanidade e “trapaça”
Em 2015, o Wait But Why veio com uma informação surpreendente (mas não menos acertada): toda a população do planeta caberia na cidade de Nova York. É um artigo fascinante. Ele conclui que se tirássemos todo o espaço vazio no interior atômico, todos os átomos da população do planeta caberiam num M&M, que teria massa igual a 450 milhões de toneladas.
Mas aí eu fiquei penando. Caberiam no Rio de Janeiro? Vamos fazer as contas.
O ouro tem sido valorizado pelos humanos desde os tempos pré-históricos. Evidências arqueológicas sugerem que os humanos estavam minerando ouro já em 4000 A.E.C., e não pararam até hoje. É muito ouro! Cadê esse ouro todo?
Ministério do Gérson adverte: bobagens políticas fazem mal à saúde
Eu olhando para pessoal se digladiando nos twitters da vida opr causa dos 6×1 da vida, já sabendo o que vai acontecer, mas as pessoas são burras e querem ficar se matando como chimpanzés guerreando entre si, que nem a macacada de 2001.
O planeta que te deixa sem chão
Sim, pois, é. Júpiter não tem chão e… MAS HEIN????
O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar
Há aproximadamente 90 milhões de anos, as condições climáticas na Antártida eram adequadas para árvores produtoras de resina. Em um recente estudo, um time de pesquisadores descreve uma descoberta de amostras de âmbar; mas não é qualquer âmbar. É simplesmente a amostra de âmbar mais meridional (sul, gente. Mais ao sul) no mundo.
O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”
O que significou Carl Sagan para o mundo?
