Grandes Nomes da CIência

Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

Os 1001 anos da esplendorosa ciência islâmica

INTRODUÇÃO

Olhando o mundo hoje, nos admiramos com tudo o que vemos e produzimos. Ficamos fascinados ao olhar para o céu e apontarmos para as estrelas, numa eterna brincadeira de ligue-os-pontos. Vemos a engenharia e a arquitetura brindando-nos com formas e construções magníficas. Vemos a moderna ciência vasculhar os meandros da matéria e combinando substâncias para produzir coisas novas. Os materiais são novos, mas as técnicas são antigas, muito antigas.

Antes de nossos pais, avós, bisavós e do seu antepassado mais antigo do qual você se lembra, a ciência islâmica já dominava o mundo, da Ásia Central à Europa ocidental. Aqui contaremos um pouco sobre como os desbravadores do pensamento científico moldaram nosso mundo e como sua influência não é apenas a pedra basilar de tudo o que sabemos hoje. É simplesmente MUITO MAIS!

Tudo começa com o declínio do Império Romano no século V. A Europa vira a sucursal do Inferno. Bárbaros atacam de todo o lado, as glórias de Roma e o estandarte SPQR (Senatvs Popvlvs Qve Romanvs – O Senado e Povo de Roma) já não são mais vistos. Vikings, bretões, saxões, visigodos, magiares, eslavos e vândalos (tribos germânicas que deram origem ao moderno termo “vândalo”, que na época se tratava de uma turba bárbara que destruía tudo o que encontrava pela frente) não sentem mais medo das legiões romanas. Em 476 E.C., o imperador Flávio Rômulo Augusto (Flavivs Romvlvs Avgvstvs) – ridicularizado pela alcunha de Rômulo Augústulo, significando que ele era “Pequeno Augusto” – teve a sua bunda romana chutada pelo rei Odoacro da tribo germânica dos Hérulos. Odoacro nasceu às margens do rio Danúbio, que não era tão azul assim na época e ficou muito pior durante as guerras. O rei germânico mandou os estandartes de volta para Zenão I, imperador romano do oriente, cujo império viria a se tornar o Império Bizantino e lá começaria a desenvolver-se o que viria a se tornar a Igreja Católica, como força política e militar, mas isso ainda demoraria alguns séculos.

No século VII, um certo cameleiro, condutor de caravanas, teve um vislumbre do poder de Deus. Ou, pelo menos, foi isso que ele disse depois que o arcanjo Gabriel deu-lhe um “guenta” e ordenou que ele recitasse. Assim, Abu al-Qasim Muhammad ibn ‘Abd Allah ibn ‘Abd al-Muttalib ibn Hashim, mais conhecido como Muhammad ou Mohammed ou ainda Maomé (por razões de economia de tempo e espaço, não colocaremos as transliterações dos nomes e demais palavras em árabe usando seu próprio alfabeto, nos contentando apenas com os nomes, títulos e demais palavras usando o alfabeto latino mesmo), fundou uma das maiores religiões do mundo, ainda hoje em ascensão: O Islamismo.

De posse de uma das mais poderosas forças que se pode obter, a religião organizada, Maomé começou um movimento de expansão. Brandindo o Al-Quram como a verdadeira e única Palavra de Deus, Maomé passou a fio de espada qualquer um que ficasse em seu caminho, com uma mensagem clara: Convertam-se ou virem carne de hambúrguer. Se bem que ainda não existia hambúrguer, mas vocês entenderam.

É irônico pensar que Maomé, um humilde condutor de camelos analfabeto fosse capaz de tal levante. Há muitas explicações para isso, mas não deitarei mais linhas a respeito por simples economia de espaço e para não desviar (mais do que já está) do assunto. Mas é importante saber que sob as palavras iniciais de cada sura do Alcorão ergueu-se o maior movimento intelectual e científico da época, e que será explicado no decorrer do texto. Assim, antes de cada sura vem escrito a citação que qualquer muçulmano sabe de cor: Bismillahir Rahmanir Rahim (Em Nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso!). Porquanto, toda e qualquer palavra do Al-Quram é considerada sagrada, as palavras do próprio Deus, pois Alá é único e imutável; não há nenhum outro deus senão Alá e Mohammed SAS é seu profeta. Muçulmanos costumam escrever SAS (ou SAAS) após o nome de Maomé, pois é a sigla de Salla Allahu Alahi wa Sallam (Que Deus o abençoe e lhe dê paz). No caso de outros profetas (aqueles que trazem a verdade de Alá) coloca-se AS (Alaihi Salam – Que a paz esteja com ele). Entre outros profetas estão Adão, Noé, Abraão (patriarca dos islâmicos, já que foi pai de Ismael, segundo o mito) e até mesmo Jesus (que pros muçulmanos foi apenas homem comum).

Ano a ano, década a década, enquanto o Império Bizantino caía na degradação e a Europa era terra de ninguém, o Islã florescia. Enquanto a medicina na Europa praticamente inexistia, quando o analfabetismo era praticamente 100%, a expectativa de vida era de 30 anos e as mulheres morriam lá pelos 20 anos, principalmente por causa de complicações no parto, o mundo islâmico começava a expansão dos seus domínios. O mundo islâmico ia desde a Ásia Central e ia até a Península Ibérica, dominando todo o Oriente Médio, Norte da África e parte da Europa.

Em 638, o califa Umar Ibn Al Khattab entrou em Jerusalém; judeus e cristãos foram recebidos com respeito e havia uma imensa tolerância religiosa e cultural. A sede do império ficava em Bagdad, no atual Iraque, berço da civilização, onde outrora fora parte da gloriosa Babilônia.

Mas então os problemas começaram. Problemas de logística, pois administrar um vasto império em franca expansão não era fácil, e ainda não o é. Não havia um perfeito entendimento entre as pessoas, já que havia muitos lugares, muitos povos, muitas culturas e idiomas diferentes. Entre 688 e 691 da Era Comum, o décimo califa Abdul Malik lbn Marwan, da dinastia Omíada, construiu a Cúpula da Rocha. Sendo um homem pragmático, ele ordenou que a língua oficial de seu reinado fosse o árabe, de forma que as ordens chegassem a todos os lugares, sem que houvesse problemas de interpretação de texto. Instituiu que as pessoas soubessem ler e escrever, não tanto por causa do amor às letras, mas por fundamentação religiosa (todos precisam conhecer as Palavras de Alá; para tanto, precisam ler o que está escrito ali) e política, afinal, desde as épocas mais remotas, manda quem pode, obedece quem tem juízo. Começou assim um grande movimento de alfabetização. A alfabetização era compulsória. Você TINHA que saber ler! Obviamente, judeus, cristãos ou veneradores de outra religião estavam isentos disso, mas se todo mundo começava a falar e escrever em árabe, como fazer então para se comunicar? E o comércio, que sempre foi a mola-mestra das sociedades? Foi uma tacada de mestre!

Ainda com base no Alcorão, começou um movimento cultural no Império Islâmico. Enquanto outras religiões baseavam-se unicamente no que vinha escrito em seus livros religiosos, o Alcorão estimulava e ORDENAVA que se buscasse o conhecimento onde quer que o encontrassem. Enquanto o Livro de Reis se contentava em dizer qualquer bobagem matemática, onde o valor de pi era deduzido como apenas 3, os árabes se tornaram mestres nas ciências dos números, só se comparando aos chineses e aos hindus. Enquanto os evangelhos sugeriam que sintomas de esquizofrenia deveriam ser tratados com desencapetamentos, os médicos islâmicos começaram a entender melhor como o corpo humano funcionava e até faziam cirurgias.

Só para vocês terem uma ideia, podemos citar o caso de Galeno. Clavdivs Galenvs, também conhecido como Galeno, era um médico grego nascido em Pérgamo em 131 E.C. Sua especialidade eram os gladiadores. Considerando que gladiadores custavam e forneciam dinheiro, através das porradarias nos circos romanos, os donos não queriam que suas “mercadorias” se perdessem. Assim, contratavam excelentes médicos para remendar os lutadores (que normalmente não tinham vida muito longa, de um jeito ou de outro). Galeno ficou famoso porque foi o médico que menos perdeu pacientes durante toda a sua carreira, em comparação aos seus contemporâneos, evidentemente. Galeno era muito curioso e queria saber como o corpo humano funcionava e só havia um modo de saber: dissecção.

A legislação na época determinava que corpos de pessoas não podiam ser violados. Ainda hoje é assim, pois nossas leis se baseiam nas leis romanas; por isso, para podermos fazer uma exumação de um cadáver, é preciso autorização judicial. Galeno não tinha permissão para ficar fuxicando nos corpos das pessoas, então ele usou outro caminho: dissecava macacos, porcos e cães. Isso o levou a escrever muitas besteiras. Ele achava que o fígado produzia todo o sangue do corpo, o qual saía dele e era distribuído; além disso, acreditava que o sangue continha espíritos. A medicina de Galeno ainda estava repleta de crendices e ideias influenciadas pela sua religião pagã. As ideias (pseudo)científicas de um homem que viveu na Roma do século II tornaram-se uma doutrina médica universalmente aceita até meados do século XVI. 1500 anos separam Galeno do médico belga Andreas Vesalivs, também chamado Vesálio, que foi o primeiro europeu a contradizer as “verdades absolutas” de Cláudio Galeno. Enquanto Galeno afirmava que o fêmur humano era curvo (porque tinha visto em cães), Vesálio deu um “dane-se” pro status quo e realizou autópsias em pessoas, verificando que o nosso fêmur não era curvo, mas reto. Caso tivessem lido as obras árabes, saberiam disso com maior antecedência. A obra de Vesálio está disponível online.

Voltando à administração do reino islâmico, o processo governamental estava ficando cada vez mais complicado, e para o desenvolvimento de uma nação é preciso uma coisa: conhecimento. Saber é conhecer, conhecer é controlar. Dessa forma, no século IX, teve início o reinado do califa Abu Já’far Abdullah al-Ma’mun ibn Harun, da dinastia Abássida, mais conhecido como Al-Mamun. Ele teve o mesmo ímpeto que Alexandre da Macedônia quando fundou Alexandria, no Egito, seguido por Ptolomeu I Soter: O Califa ordenou que emissários fossem aos quatro cantos do mundo e trouxessem o maior tesouro da humanidade: Livros. Não importava quais, não importava de quem, não importava o idioma. Tragam os livros! Sabendo que a busca pelo saber nem sempre é estímulo suficiente, o Califa ofereceu a cada pessoa que trouxesse um livro que ele não dispunha seu peso em ouro. Como nos dias de hoje, bajular Chefes de Estado era garantia de ascender na corte; possuir a proteção de um califa era algo muito legal naquele tempo, onde as pessoas não eram tão amiguinhas assim. O mundo mudou pouco.

Com o tempo, ficou claro um problema sério: o idioma. Havia textos em grego, siríaco, copta, chinês, latim, rúnico, hindu etc. Algo precisava ser feito para dar ordem naquela algaravia de textos. Então, deu-se início um projeto ambicioso: traduzir todos os textos da biblioteca do califado e todos os demais que ainda pudessem ser encontrados. Chefiados por Abu’l-Faraj Muhammad bin Ishaq al-Warraq, conhecido como Ibn al-Nadim, começou o que historiadores denominam Movimento de Tradução. Todo o saber da época seria traduzido para o árabe, de modo que estivesse disponível a todos que quisessem lê-los (lembrando que o analfabetismo praticamente foi erradicado).

Se hoje temos os escritos de Platão, Epicuro, Aristóteles, Cláudio Ptolomeu, Sêneca, Cícero, Sófocles, Júlio César etc., é devido aos árabes. Com alguns escritos não teve jeito! Perderam-se nas brumas do tempo, entre traças, cupins e turbas ensandecidas queimando livros considerados heréticos. Os árabes resgataram muito da sabedoria e cultura dos antigos; mesmo que não tenhamos as obras completas de todos eles, você jamais saberia da Ilíada e a Odisséia se não fosse pelas ordens de Al-Mamun. Mas os árabes não se contentaram com a sabedoria dos antigos. Eles tinham curiosidade, queriam experimentar, queriam testar, queriam comprovar tudo o que estava ali. Eles não aceitavam o peso da autoridade como fato. Só comprovações. Assim, deu-se o início das investigações científicas.

Debates eram amplamente estimulados. Para isso, foi criada a Bait al-Hikma, a Casa da Sabedoria. Nos moldes do Fórum Romano, lá você poderia discutir qualquer tema, desde que fosse de forma respeitosa e, para evitar problemas linguísticos, tinha que ser em árabe, obviamente. Na época, ainda não havia trolls circulando. Se havia, eles provavelmente foram expulsos e/ou decapitados (espero que os dois, coisa que eu gostaria de fazer com alguns que aparecem aqui).

Na Casa da Sabedoria, o conhecimento era transmitido livremente e o saber era absorvido por todos, onde um complementava as ideias/descobertas de outro, num clima sem hostilidades, coisa que está se tornando raro nos dias de hoje.

Temos que dar uma parada para darmos completa atenção ao maior presente que os árabes deram ao mundo: a Matemática. Mas isso fica para a próxima página.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

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  • Mari.

    Excelente artigo! Tem que ser destaque ‘-‘ e como é enorme o abismo do mulçumanos da nossa era das trevas e dos atuais. A diferença é gritante. Espero que algum dia eles realmente renasçam tão bons quanto já o foram :3 agora a curiosidade que fica, em qual série estava a aluna que pensou o resultado de 1,5? Peloamor, qual?

    Administrador André respondeu:

    Excelente artigo! Tem que ser destaque

    Seu desejo foi atendido, milady.

    em qual série estava a aluna que pensou o resultado de 1,5? Peloamor, qual?

    Ensino Médio. Nota: ela não era loira. Outra coisa: numa aula com outro professor, os mhormônios dela entraram em curto-circuito e ela sentou no colo de um dos garotos e tascou o maior beijão. 😉

  • Altair5

    Os islâmicos realmente tornaram a matemática operacional mas considero os gregos com o método dedutivo os construtores da matemática.Sem dúvida a contribuição dos muçulmanos à ciência,assim como chineses e outros povos ainda é subestimada no ocidente.Excelente post!

    Administrador André respondeu:

    Os islâmicos realmente tornaram a matemática operacional mas considero os gregos com o método dedutivo os construtores da matemática.

    Vc deve estar de brincadeira. nem mesmo números eles tinham. Procure um documentário da BBC chamado “História da Matemática”.

    Sem dúvida a contribuição dos muçulmanos à ciência,assim como chineses e outros povos ainda é subestimada no ocidente.

    Ah, sim. Pq foi a Igreja Católica que desenvolveu a cultura mundial. ¬¬

    Excelente post!

    Servimos bem para servir sempre. Obrigado pela preferência em usar nossos serviços.

    Altair5 respondeu:

    @André, Lembre-se que Newton desenvolveu o cálculo com uma notação geométrica similar à dos gregos,que foi logo abandonada é em favor da notação moderna de Leibniz,mas que mostrou o potencial daquelas idéias.Números são abstrações fundamentais mas a matemática deve sua estrutura ao método dedutivo(sem querer polemizar ,é claro!)…

    Administrador André respondeu:

    Notação geométrica que não teria valido de nada sem a álgebra de Al-Kwarismi. Os gregos eram péssimos aritméticos. Fato. Muito antes deles, egípcios, babilônios e assírios davam um show na matemática. Sem sistema de numeração, sem matemática. Simples assim.

    Altair5 respondeu:

    @André, Aritmética realmente não era o forte dos gregos,mas e o teorma de pitágoras?E a obra seminal utilizada integralmente no ensino da matemática até o séc.XIX-Os Elementos de Euclides?Os egípcios por exemplo conheciam na prática o alguns casos do teorema de pitágoras mas faltava uma regra geral,um teorema!(palavra grega!),daí a importância do metodo dedutivo…

    Administrador André respondeu:

    Os egípcios não tinham teoremas, pois eles só se interessavam pelas aplicações práticas e não em teorizar. Ainda assim, de acordo com o papiro de hind, eles já conheciam o teorema do triângulo retângulo. Lembrando que não havia “gregos” e sim cidades-estado. Sob o governo de Polícrates, feitos de engenharia ainda são admiráveis hoje. Mas, mesmo assim, não possuíam a sofisticação matemática. Os gregos nunca seriam capazes de geometria analítica, por exemplo, só trabalhavam com figuras desenhadas. Já Platão e Aristóteles escreveram tanta merda porque nem isso queriam usar, só o pensamento puro. Deu no que deu.

  • Breno Bernardes

    Confesso que depois que conheci este site, passei a gostar muito de história. Parabéns André, muito bom.

  • marcelusmedius

    “vândalos (tribos germânicas que deram origem ao moderno termo “vândalo”, que na época se tratava de uma turba bárbara que destruía tudo o que encontrava pela frente)”
    A situação não era bem assim, registre-se. Quando do saque de roma, os Vândalos já eram cristãos(um cristianismo até ‘melhor’ que o romano), com um reino organizado, comércio e outras coisinhas civilizadas. É claro que a história que ficou foi a romana, e já que que os bonitinhos levaram no rabo. O Vândalos é que eram vândalos. Civilizada era Roma….

    Administrador André respondeu:

    Num tindi. Eu não falei nada se os vândalos eram cristãos ou budistas. Tb não falei nada sobre um ser mais “civilizado” que o outro. Hã… vc sabe o que significa “bárbaro”? Estou aqui pensando nos vândalos chegando calmamente com uma petição junto aos chefes das outras tribos, pedindo placidamente para construírem seu assentamento.

    marcelusmedius respondeu:

    @André, Perdoe minha precipitacao, mas a parte sobre os vandalos me soou um tanto pejorativa, sei que todos os nao romanos eram chamados barbaros, mas a visao que se tem desses povos e de trogloditas com clavas urrando e adorando troncos de madeira.

    Administrador André respondeu:

    Quem inventou o termo “bárbaro” foram os gregos. Ademais, o termo “invasões bárbaras” é amplamente usada por historiadores.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Migra%C3%A7%C3%B5es_dos_povos_b%C3%A1rbaros

    Vamos deixar o politicamente correto para círculos pseudointelectuais, ok?

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  • Hugo L

    Muito interessante.

    Bastante informação nova.

    E pensar que o que se conhece dos árabes no ocidente é a dança do ventre, kibe e terrorismo…

    Sempre fui aficcionado por matemática, mas, em relação á origem, sabia apenas dos Algarismos Arábicos.

    Mais um tema que é deixado de lado e que contém bastante riqueza histórica e científica.

    André, só uma dúvida, acho que me perdi nisso aqui:

    “Um babilônio diria: pegue a metade de 20, que é 10, multiplique por si mesmo, dando 100, e subtraia pelo valor inicial, que é 10, dando 90. Em seguida, nosso amigo babilônio diria: pegue a metade de 30, que é 15, multiplique por si mesmo, dando 225, e subtraia pelo valor inicial, que é 15, dando 210. Para Al-Karismi isso era ridículo, pois estava repetindo a mesma coisa sempre. Al-Karismi diz: pegue a metade de um número – qualquer um, não importa – multiplique por si mesmo e subtraia pelo valor inicial.”

    Essa é apenas a explicação de um algoritmo ou tem algo a mais? Ficou essa dúvida no ar.

    Abs

    Administrador André respondeu:

    Essa é apenas a explicação de um algoritmo ou tem algo a mais? Ficou essa dúvida no ar.

    Foi um exemplo qualquer que eu dei. Os números usados são apenas números, e não representam nada mais.

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  • Ayshamk

    Ola!
    Queria parabenizar pela postagem ” Os 1001 anos da esplendorosa ciencia islamica”.
    Eu como muculmana li , gostei e aprovei!
    Visitarei aqui sempre.

    Aysha Mk.

  • Anderson

    Ótimo artigo! Eu gosto muito de matemática mas sou PÉSSIMO² com números.
    Existe algum documentário a respeito desses matemáticos? É uma pena eles não serem tão populares quanto os europeus. (ou são e eu que não sei? 😯 )

    Administrador André respondeu:

    Existe um documentário da BBC sobre a História da Matemática, disponível na sua fonte underground de cultura.

  • Eu invejo a capacidade que o tio André Pryderi tem em escrever excelentes textos como este.

    Sei que farei uma pergunta bem idiota, mas li todo o texto e não encontrei o marco para comemorar os 1001 anos da ciência islâmica. Sim, tio, tu podes me chamar de asno, mas queria saber o evento que marcaria 1009 ~1010 E.C.

    Números podem não existir e tal, mas acho interessante ver o mesmo Islã que incentivou o estudo científico, para questionar os conhecimentos aceitos pelos cristãos, aparentemente atrasar o progresso de diversos povos hoje.

    Enfim, nunca vi tanto Al e Ibn neste texto: pesquisei sobre e um é o artigo definido (e agora só chamarei o livro sagrado deles de Corão, embora eu não possa chama a Álgebra de “Gebra”), enquanto o outro é um patronímico do idioma árabe.

    Administrador André respondeu:

    Como estou de bom humor, vou explicar:

    Os “1001 anos” é uma licença poética em referência ao livro das 1001 Noites.

    Mas não acostume em me ver explicando este tipo de referência.

    Max_Laguna respondeu:

    @André, agradeço-lhe bastante pela explicação: ando numa crise criativa e talvez por isso eu não tenha pego tal referência, agora tão óbvia.

    🙁 😕

  • lecter

    O ANDRE SABE QUEM FOI BALBA TAHAM ,ACREDITO QUEM SIM , SE PUDER PASSAR UM POUCO DA HISTORIA DO MESMO.
    PRINCIPALMENTE O LIVRO , AUDIO LIVRO E EBOOK O HOMEM QUE CALCULAVA . FOI NESTE QUE COMECEI A TER UMA NOVA VISÃO DO QUE O ISLÃ , APROPOSITO COMENTE TAMBEM SOBRE O Q SIGNIFICA ISLÃ .

    ESTOU PELA PRIMEIRA VEZ NESSE SITE , COMO DISSE QUERO VER DE SUA PESSOA , O QUE PARECE SER ALGUEM DE RARO TALENTO PARA A MATEMÁTICA, ALGO SOBRE ESSA OBRA .
    AGRADEÇO ESPERO QUE ATENTA O PEDIDO.

    Administrador André respondeu:

    http://ceticismo.net/2010/09/18/grandes-nomes-da-ciencia-malba-tahan/

    A propósito, Malba Tahan não era árabe, era brasileiro. Aliás, ele tb não era muçulmano. A vida prega cada peça na gente, hein? Mais uma coisa:

    NÃO ESCREVA EM CAIXA ALTA QUE AQUI NÃO É ORKUT, POMBAS!

  • lecter

    Bom sir Andre você ñ entendeu ,possuo livros audio books sobre este que usa o pseudônimo de MALBA TAHAN você acha que eu ñ sabia que ele era , não perguntei quem era,ou se era cristão ou budista ENTENDE. pedi pra que vc falasse algo sobre .
    Minha pergunta teve a intenção ñ de saber quem ele era, mas sim de saber quem é vc pois você mostra ser uma pessoa que ama o conhecimento e as pessoas que comentam nesse site parecem te ver como um velhaco do conhecimento. Pois minha palavras
    (COMO DISSE QUERO VER DE SUA PESSOA , O QUE PARECE SER ALGUEM DE RARO TALENTO PARA A MATEMÁTICA) so foi usado para incitar vc AH diga se de passagem tirados do livro de JULIO CESAR ENTENDE. e o que você demonstra quando reponde a questão de alguem , com prepotência e arrogância repectivamente sinais de FRAQUESA E INSAPIENCIA sem transparecer suavidade e a pureza que um sabio possui.
    Mas vc poderia no alto sua sabedoria que eu estava preocupado apenas em alimentar seu EGO pensando que sabe tudo colocou isso a frente de tudo na sua vida ñ é mesmo.
    Não confunda minhas palavras ñ tenho a intenção me achar mais esperto do que os outros e de ficar apontando seus erros , mas sim difundir o conhecimento de maneira humilde sem sentimentos PEQUENOS de vaidade intelectual.
    deixo uma frase para que reflita na verdade duas:
    “O saber agente com os mestres e com os livros
    mas a sabedoria se aprende com os mestres e com os humildes”.
    ( CORA CORALINA)

    “Platão é meu melhor amigo ,
    mas sou mais ainda da verdade”.
    ( SOCRATES)

    Áh quanto ao caps lock foi apenas para da ênfase com você fez: NÃO ESCREVA EM CAIXA ALTA QUE AQUI NÃO É ORKUT, POMBAS!
    E quanto ao ORKUT nada contra , a ideia de que o mesmo é lugar de gente INSIPIENTE não é absoluta, uma pessoa de conhecimentos e de valores elevados deveria saber.

    Abraço.

    Administrador André respondeu:

    Bom sir Andre você ñ entendeu ,possuo livros audio books sobre este que usa o pseudônimo de MALBA TAHAN você acha que eu ñ sabia que ele era

    Claro, claro.

    não perguntei quem era,ou se era cristão ou budista ENTENDE.

    O que o budista entende?

    pedi pra que vc falasse algo sobre .

    Sério?

    Minha pergunta teve a intenção ñ de saber quem ele era

    Vc queria que eu falasse sobre Malba Tahan e não quer saber sobre ele? WTF?

    mas sim de saber quem é vc

    Um bando de pastores de cabras me chamava de Javé, enquanto os egípcios me chamavam de Rá.

    pois você mostra ser uma pessoa que ama o conhecimento e as pessoas que comentam nesse site parecem te ver como um velhaco do conhecimento.

    Deve ser meu desodorante.

    Pois minha palavras
    (COMO DISSE QUERO VER DE SUA PESSOA , O QUE PARECE SER ALGUEM DE RARO TALENTO PARA A MATEMÁTICA) so foi usado para incitar vc

    Cof.. Cof… claro, claro.

    AH diga se de passagem tirados do livro de JULIO CESAR ENTENDE.

    Júlio César Entende? Estranho, nunca ouvi falar desse livro.

    e o que você demonstra quando reponde a questão de alguem , com prepotência e arrogância repectivamente sinais de FRAQUESA E INSAPIENCIA sem transparecer suavidade e a pureza que um sabio possui.

    Pelo menos, sei como se usa um hífen, sei acentuar e sei como se escrevwe “fraqueza”.

    Mas vc poderia no alto sua sabedoria que eu estava preocupado apenas em alimentar seu EGO pensando que sabe tudo colocou isso a frente de tudo na sua vida ñ é mesmo.

    Não leio EGO, desculpe. Prefiro a BBC (e não BBB).

    Não confunda minhas palavras ñ tenho a intenção me achar mais esperto do que os outros e de ficar apontando seus erros

    Imagino que não. É preciso competência para tal.

    mas sim difundir o conhecimento de maneira humilde sem sentimentos PEQUENOS de vaidade intelectual.

    http://www.wordpress.com <—-

    deixo uma frase para que reflita na verdade duas:
    “O saber agente com os mestres e com os livros
    mas a sabedoria se aprende com os mestres e com os humildes”.
    ( CORA CORALINA)

    “Agente”?

    “Platão é meu melhor amigo ,
    mas sou mais ainda da verdade”.
    ( SOCRATES)

    Sócrates mencionou Platão, sendo que este era seu DISCÍPULO? hahahahahahahahhaha

    BURRO BAGARAI!

    Áh quanto ao caps lock foi apenas para da ênfase com você fez: NÃO ESCREVA EM CAIXA ALTA QUE AQUI NÃO É ORKUT, POMBAS!

    A diferença, TROLL, é que eu posso, vc é meu lacaio e fará o que eu quiser.

    E quanto ao ORKUT nada contra , a ideia de que o mesmo é lugar de gente INSIPIENTE não é absoluta, uma pessoa de conhecimentos e de valores elevados deveria saber.

    Alguém que cita Sócrates escrevendo sobre Platão prova que eu tenho razão.

  • lecter

    O André minhas palavras doerão um pouco ñ foi…
    Nem lhe conheço e já posso dizer ,tão previsiveis sua palavras , (Alguém que cita Sócrates escrevendo sobre Platão prova que EU TENHO RAZÃO.)na verdade descobri uma nova faceta de sua .
    SEU senso de humor é demais !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Como é Deve ser meu desodorante , TROLL, é que eu posso, vc é meu lacaio e fará o que eu quiser AHAHAHAAHAHAHA VC É ILÁRIO estou me divertindo horrores com sua pessoa, REALMENTE HUMOR INTELIGENTE, PUTZ RIMOU!AHAHAHAAHAHAHA
    E quanto a platão ou melhor Arístocles eu mestre sócrates este último mencionou sim platão vc apenas ñ sabia ,mas se quiser saber tenho um livro sobre .
    E CARA EU ADORO BBC , MAS AGORA JÁ QUE FALA TANTO DE BBB, VOU COMEÇAR A ASSISTIR .
    ALIÁS QUEM ESTÁ NO PAREDÃO ……..AHAHAHAAHAHAHA
    Júlio César Entende? Estranho, nunca ouvi falar desse livro.
    cara vc ñ entendeu Júlio César é o Malba Tahan entendeu o ENTENDE só foi
    uma piada daqui(Num tindi. Eu não falei nada se os vândalos eram cristãos ou budistas. ENTENDE .

    Bom Andre falando sério ñ começamos bem, ñ quero mais ficar trocando palavras inúteis .
    Desconsidere minhas piadas e até mais.

    Administrador André respondeu:

    O André minhas palavras doerão um pouco ñ foi…

    Interessante vc afirmar algo que ainda ocorrerá. Bem, preparando para a contagem regressiva.

    Nem lhe conheço e já posso dizer ,tão previsiveis sua palavras , (Alguém que cita Sócrates escrevendo sobre Platão prova que EU TENHO RAZÃO.)na verdade descobri uma nova faceta de sua .
    SEU senso de humor é demais !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Seu conhecimento é de menos, troll. 10

    AHAHAHAAHAHAHA VC É ILÁRIO estou me divertindo horrores com sua pessoa

    E eu com seu analfabetismo, troll. 9

    , REALMENTE HUMOR INTELIGENTE, PUTZ RIMOU!AHAHAHAAHAHAHA

    É por causa da profusão de dementes. 8

    E quanto a platão ou melhor Arístocles eu mestre sócrates este último mencionou sim platão vc apenas ñ sabia ,mas se quiser saber tenho um livro sobre .

    Aristóteles era discípulode Platão, troll. 7

    E CARA EU ADORO BBC , MAS AGORA JÁ QUE FALA TANTO DE BBB, VOU COMEÇAR A ASSISTIR .

    Bem adequado ao seu intelecto. 6

    ALIÁS QUEM ESTÁ NO PAREDÃO ……..AHAHAHAAHAHAHA

    Creio que vc percebeu a contagem regressiva. 5

    cara vc ñ entendeu Júlio César é o Malba Tahan entendeu o ENTENDE só foi
    uma piada daqui(Num tindi. Eu não falei nada se os vândalos eram cristãos ou budistas. ENTENDE .

    Menino confuso, esse. 4

    Bom Andre falando sério

    Que vc só estava falando merda, eu sempre soube. 3

    ñ começamos bem

    Não tem problema, finalizaremos melhor ainda. 2

    ñ quero mais ficar trocando palavras inúteis .

    Estou me encarregando disso, troll. 1

    Desconsidere minhas piadas e até mais.

    Não neste blog. Banido!

  • Muito bom artigo!
    Alias, muito bom a site!

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  • kleberlg

    Pois é, e pensar que esse povo que foi um dia brilhante, hoje chafurda na lama do fanatismo religioso…

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  • Davide

    Legal foi os árabes terem descoberto o incrível jogo de xadrez na índia, levado-o pela expansão islâmica à Europa, e com a ”descoberta” do Brasil pelos portugueses podermos jogar esse jogo, que como o descreveu Montaigne é muito jogo para ser ciência e muita ciência para ser jogo.

  • Antes de mais nada elogios máximos ao primoroso artigo que não somente enaltece as qualidades racinais e espirituais de meus primos da nação islâmica. Alá é maravilhoso mesmo, não importando o nome que dermos a Ele. Acredito que meritosos são os inventores, mas maiores ainda são os que proporcionam e dedicam suas vidas a difusão do conhecimento, sem politicagem, mas usando sobretudo a máxima da ética cristã: amar a todos (amigos e inimigos) como a si mesmo. Que possamos usar toda a força do conhecimento natural e sobrenatural a favor da vida plena a todos.

    Administrador André respondeu:

    Acho que vc bateu em porta errada, filho.

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  • Fcgeorge

    Por que vc detona apenas com o Cristianismo?

    Por que vc não expõe também as farsas de outras religiões, a exemplo do Islamismo, aproveitando o embalo que vc está comentando neste artigo sobre uma suposta superioridade científica desenvolvida a partir dele?

    Nada contra os muçulmanos, mas, apesar de algumas importante constribuições no campo científico, o Islam já causou muito derramamento de sangue na terra.

    Uma coisa é certa: se vc vivesse em qualquer país islâmico da atualidade, desde o mais moderado (como a Turquia) ou o mais fundamentalista (como o Afeganistão ou a Arábia Saudita), vc não teria essa liberdade de contestar a religião da mesma forma que vc contesta o Cristianismo num país historicamente influenciado por ele como o Brasil.

    Administrador André respondeu:

    Por que vc detona apenas com o Cristianismo?

    Não o detono apenas, mas vc é retardado e analfabeto para ler todos os artigos daqui.

    Por que vc não expõe também as farsas de outras religiões, a exemplo do Islamismo, aproveitando o embalo que vc está comentando neste artigo sobre uma suposta superioridade científica desenvolvida a partir dele?

    Porque, analfabeto funcional, este é um artigo sobre história da ciência, caro apedeuta.

    Nada contra os muçulmanos, mas, apesar de algumas importante constribuições no campo científico, o Islam já causou muito derramamento de sangue na terra.

    Os cristãos já faziam isso antes de Maomé sequer existir. Mas, claro, vc não sabe História, como poderia saber disso?

    Uma coisa é certa: se vc vivesse em qualquer país islâmico da atualidade, desde o mais moderado (como a Turquia) ou o mais fundamentalista (como o Afeganistão ou a Arábia Saudita), vc não teria essa liberdade de contestar a religião da mesma forma que vc contesta o Cristianismo num país historicamente influenciado por ele como o Brasil.

    Graças a leis que separam a Igreja do Estado. E isso não está no Cristianismo. Mas cadê a lei do aborto? cadê a lei que acaba com o patrocínio estatal a igrejas, isentando-as de tributos, impostos e emolumentos? Onde estão as leis acabando de vez a intromissão de seu querido cristianismo, proibindo qualquer tipo de proselitismo religioso em colégios e impedindo distribuição de Bíblias?

    E sim, ha muitos blogueiros islâmicos nesses países e eles confrontam a Sharia, coisa que vc, retardadinho, não faz a menor ideia do que seja, indo agora, no máximo, correr pra wikipédia.

    Se não fosse o Cristianismo, não teríamos o levante do Fundamentalismo árabe, coisa que quem lê Karen Armstrong sabe, mas gentinha como vc, que no máximo lê postagem de Facebook, não sabe.

    Ah, e antes que diga besteira: Karen Armstrong não só é cristã como foi freira.

    Vai estudar, moleque.

  • Fcgeorge

    De acordo com a tal sharia vc já teria sido sentenciado à morte, pois para o Corão e a Suna o pior pecado (para eles não se trata apenas de pecado, mas de crime) é a descrença (=ateísmo).

    Certamente esses blogueiros que confrontam a sharia atuam de forma CLANDESTINA. Veja, como exemplo, o caso da paquistanesa Malala. Vc não teria tanta coragem se vivesse, por exemplo, no Irá do Aiatolá Kameney.

    Ah, antes de vc aprender Ciência, precisa estudar melhores formas de tratamento.

    Não sou retardado, analfabeto, nem muito menos moleque.

    Administrador André respondeu:

    Quantos países cristãos com leis anti-blasfêmia vc quer?

    Brasil? Acertou.

    Certamente esses blogueiros que confrontam a sharia atuam de forma CLANDESTINA. Veja, como exemplo, o caso da paquistanesa Malala. Vc não teria tanta coragem se vivesse, por exemplo, no Irá do Aiatolá Kameney.

    Isso inclui a jornalista que queria ter o direito a ter quantos homens quisesse?

    http://ceticismo.net/2010/01/15/jornalista-saudita-defende-que-mulheres-devem-ter-o-direito-a-ter-quantos-maridos-quiserem/

    Que tal a que luta para ter o direito de dirigir?

    http://ceticismo.net/2008/07/11/mulheres-lutam-para-poder-dirigir-carros-na-arabia-saudita/

    Por que eles não foram mortas?

    E sobre a bíblia nas escolas públicas de um país laico que possui bancada religiosa e isenta igrejas de tributos?

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