Voz dos Mediadores do Ceticismo.net 4

Os trovões soam ao longe. Raios cruzam o céu. O ruído do martelo reverbera sobre a existência e a confluência astral denota que algo está para acontecer. Os nativos correm para adorar os seres supremos, pois é chegada a hora em que os Sábios Senhores do Ceticismo.net farão seu pronunciamento!

Bem, pessoal, temos ouvido muitos pedidos, clamores, orações e rezas (só não recebemos oferendas ainda) solicitando que voltássemos a postar mais Pérolas Religiosas. Como nós sempre preferimos trazer informação em primeiro lugar, demos mais atenção às postagens do Cet.net. Não que não tenha havido pérolas. Tem, e muito! No entanto, sentimos falta de mostrar como algumas pessoas – cuja massa encefálica foi substituída por aquilo que meu cachorro deixa na calçada – podem ser… como direi… incrivelmente idiotas. Continuar lendo “Voz dos Mediadores do Ceticismo.net 4”

Voz dos Mediadores do Ceticismo.net 3

Atenção, Ó Mortais! Atenção às palavras dos SÁBIOS SENHORES DO CETICISMO.NET!!

No alto de nossa infinita sabedoria e onisciência, decidimos fazer algumas alterações no seu site favorito, mas antes de tudo devemos agradecer a audiência que aumenta cada vez mais. Todo dia nossos relatórios mostram que muitas pessoas chegam até aqui, procurando “ceticismo.net” em alguma ferramenta de busca. Isso mostra que ouviram falar de nós e vêm aqui para conferir.

Os assinantes dos feeds não formam um número imenso, mas estão com dois algarismos. Na verdade, não são todas as pessoas que conhecem as vantagens do RSS, que eu acho muito prático. Eu, por exemplo, uso o Google Reader. Para quem acessa pelo RSS vê que o artigo todo não está disponível. Estamos vendo o que é melhor e como melhorá-lo. Aceitamos sugestões, é claro. Continuar lendo “Voz dos Mediadores do Ceticismo.net 3”

A filosofia entre a religião e a ciência

Por Bertrand Russel

bertrand_russel.jpgOs conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia. Continue lendo »