O peixe que deixava os romanos doidões, como no LSD

Imagine jantar num restaurante à beira-mar, pedir um peixe grelhado aparentemente inocente e acordar dois dias depois sem qualquer memória do que aconteceu. Não é o enredo de um thriller psicológico nem o relato de uma festa que saiu do controle. É o que pode acontecer quando alguém tem o azar, ou a curiosidade, de comer a Sarpa salpa, modestamente conhecida no mundo árabe como “o peixe que faz sonhos.” Os romanos chamavam-lhe delicatessen. A ciência moderna denomina esse fenômeno de ichthyoallyeinotoxism, dito em latim científico para soar menos embaraçoso nos relatórios hospitalares, porque “intoxicação alucinogênica por peixe” não tem, convenhamos, a dignidade que a situação merece.

Viajando firme na peixaria, chapadões durante o Império, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “O peixe que deixava os romanos doidões, como no LSD”

O Papa que explodiu no próprio velório

Os rígidos soldados não estavam bem. Ali, imóveis, guardando a sua missão, eles estavam aos poucos resvalando e a ponto de desmaiar. Havia algo de sinistro e funesto no seu trabalho ali, mas a coisa estava saindo do controle. O mal-estar, a sombra de algo tóxico e horrível tomando conta do ambiente e a face horrível que ali estava traduzia o nauseabundo local que causava um esgar de nojo e horror que tomava conta ali. Barulhos suspeitos, desmaios sucessivos e o culminar horrendo daquilo seria algo que selaria o destino de muitas pessoas. Continuar lendo “O Papa que explodiu no próprio velório”

Mortes Insólitas de famosos (ou não tão famosos)

A história adora vender a ideia de que grandes nomes têm finais à altura: discursos solenes, últimas palavras memoráveis e um certo ar de grandeza inevitável. Mas basta folhear com um pouco mais de atenção para perceber que a realidade, como sempre, prefere o improviso e, frequentemente, o ridículo. Entre gênios, artistas, guerreiros e cientistas, há uma coleção nada pequena de pessoas brilhantes que não caíram em batalha nem sucumbiram a grandes tragédias, mas sim a erros banais, decisões questionáveis e coincidências que fariam qualquer roteirista ser acusado de exagero.

Olhando de soslaio para ve se Dona Morte tá atrás de mim, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Mortes Insólitas de famosos (ou não tão famosos)”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXXVIII

EU TENHO, NÓS TEMOS A FORÇA!!!

Eu sou André, Supremo Governante do Ceticismo.net e este é meu artigo de um dos heróis de minha juventude. Sim, adoro DC e Marvel, e lutarei até a morte para defender todos aqueles que me ensinaram sobre verdade, justiça, honra e amor ao próximo. Mas também tinha ele, num mundo bem distante daqui, que na luta pela paz um guardião surgiu. Com força e coragem ele é nosso herói: HE-MAN!

SIM, FILME DO HE-MAN!!!!!!!! Continuar lendo “Analisando séries e filmes de super-heróis XXXVIII”

Artigos da Semana 297

Hoje é dia da premiação do Oscar, e mais um ano eu não irei assistir. Quando tiver filmes que prestem concorrendo, aí é outra história. Enquanto isso, o arranca-rabo no Irã ainda está acontecendo e minha fatura de cartão está alta. Adivinhem com qual coisa estou me importando?

Nisso, vejam o que foi postado durante a semana.

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Fatos fascinantes em Ciência, História e Geografia parte 2

Há alguns anos, eu postei fatos interessantíssimos. Eu sei, tem muita fake news por aí, mas eu não sou desses. Eu só publico coisas com acurácia nos levantamentos de informações. Aqui é Ceticismo.net, e tenho preocupação com tudo o que posto porque você quer saber. Querem saber mais? Pois tomem mais fatos que vocês nunca pararam para pensar!

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Não preciso mais de nada. Tenho IA

Eu estava pensando outro dia. Eu tinha escrito sobre o falecimento da Internet e como o uso intensivo das IA generativas de LLM (os chatbots turbinados. Não são bem isso, mas… bem, você entendeu e não vou me alongar). Vários conteúdos sendo feitos, imagens feitas, artes e até vídeos curtos e alguns cada vez mais longos mantendo consistência, isto é, se começa um vídeo com o Lula, daqui a pouco não vira o Godzilla com barba ou algo assim. É o mesmo estilo de personagem estilizado, seja desenho ou “3D”.

Eu vi umas brincadeiras de como fariam filmes com o Super-Homem ou o Homem-Aranha e me peguei pensando… não precisarei mais esperar por livros, música e filmes e nem me decepcionar com eles caso não estejam do meu agrado.

E isso é perigoso. Continuar lendo “Não preciso mais de nada. Tenho IA”

O falecimento da Internet

Uma das maiores invenções do século XX foi a computação pessoal. Saímos dos grilhões que dependíamos de terminais burros acessando mainframes. Cada um podia ter seu próprio computador, fazer seus próprios programas ser senhor do seu pequeno mundo virtual. O problema é que você tinha que saber muito de eletrônica, tinha que saber muito de programação e ter o seu próprio computador mas para simples satisfação pessoal, o que não ajudava muito. Então, surgiu o Altair: sabendo programação, você podia usar as chavinhas para programá-lo. Veio Steve Wozniak e fez algo amigável. Veio os diferentes tipos de computadores (Commodore, Z-Spectrum, Amiga etc). Cada máquina com seu Sistema Operacional próprio. E então, o IBM-PC e o mundo foi outro. Você podia instalar o DOS e ter uma imensa variedade de programas, com a grande virada do Windows, que transformou tudo em muito mais amigável.

Ah, sim, veio o MacOS que jura que foi kibado pelo Windows, mas sabemos muito bem que tio Bill Gates pagou uma grana gostosa para a Xerox para ter a interface gráfica, enquanto a Apple praticamente roubou na cara dura com anuência dos executivos da fábrica de copiadoras, no que resultou em pedido de demissão em massa do PARC da Xerox. Continuar lendo “O falecimento da Internet”

Picatrix: O Manual de Instruções do Feiticeiro Malvado

Se você já se perguntou como um vilão medieval se tornava vilão de verdade (e não apenas aquele rei chato que cobrava impostos absurdos), a resposta está condensada em um único livro. Um livro que, por sinal, andava circulando pelas melhores bibliotecas da Europa durante séculos, com a mesma normalidade que livros de auto-ajuda tipo “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, que foi febre lá pelo início dos anos 2000. Esse livro se chama Picatrix, e ele é, sem exagero, um dos documentos mais estranhos, mais mórbidos e mais fascinantes que a Idade Média nos legou.

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Artigos da Semana 290

Tá chovendo a semana toda. Eu estou aqui, com uma caneca de chocolate quente, entre minhas cobertas, feliz da vida ainda de férias. Lancei esta semana dois livros em que eu conto histórias, e lançarei mais livros separando os volumes por eras e assuntos. Tem até um artigo que eu só falo disso, além de outras coisas que eu postei durante a semana. Bóra ler?

E comprem meus livros. Custa só R$24,90 cada um.

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