A Falácia do King Kong em vídeo

Uma das “provas” que costumam usar para demonstrar a veracidade do relato bíblico é dizer que a Bíblia cita cidades como Pi Ramsés, Jerusalém etc. Também menciona figuras históricas como Herodes e Pôncio Pilatos. Mas isso não significa nada quando vemos que muitas obras ficcionais usam elementos reais para compor suas histórias. Não é porque um trecho é verdadeiro que tudo o será.

Da mesma forma, não é porque existe o Empire State Building que um gorila de 15 metros subiu nele. Eu já escrevi sobre isso antes, mas vídeo também é legal de se fazer.

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https://apis.google.com/js/platform.js
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// Add code to handle subscribe event.
} else if (payload.eventType == ‘unsubscribe’) {
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window.console.log(‘YT event: ‘, payload);
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7 comentários em “A Falácia do King Kong em vídeo

  1. “obras ficcionais usam elementos reais para compor suas histórias.”

    Algo muito comum e corriqueiro, principalmente em romances, mas como os retardados nunca leram nada, nem mesmo o livro mágico deles que tanto adoram exibir em tudo quanto é canto, ficam impressionados quando descobrem que uma cidade ou um personagem contidos no seu livrinho de fato existiu! Quer dizer, foda-se se lá as plantas surgiram antes do Sol. O importante é que Herodes existiu de fato, então os imbecis ficam bradando que isso prova a veracidade bíblica!!

  2. Já rebati esse argumento usando o Homem-Aranha como exemplo. Se Manhattan existe, e a HQ a cita, logo o Homem-Aranha existe tanto quanto Deus/Jesus/Coelhinho da páscoa.

    As pessoas me impressionam cada vez mais (negativamente). A alguns dias estava lendo um post aqui no site que falava da capacidade das pessoas de espalharem merda pela internet e a teoria da terra oca. Ai vejo isso na minha timeline: http://thoth3126.com.br/cientistas-descobrem-oceano-a-644-km-de-profundidade/

  3. Mateus capitulo cinco: Perdoar setenta vezes sete…..
    Eu sempre fiquei imaginando se na 491ª vez eu posso sentar a porrada até a morte no caboclo.

    Sobre a legião de porcos mortos, não consigo entender como havia um rebanho de porcos em Israel se o animal era “imundo”. E se o rebanho fosse de um romano, aí é o pau ia comer e teria a documentação deste processo em algum lugar…..

    1. “Mateus capitulo cinco: Perdoar setenta vezes sete… Eu sempre fiquei imaginando se na 491ª vez eu posso sentar a porrada até a morte no caboclo.”

      Apenas figura de linguagem, caro EiligKatze. Significa que sempre devemos perdoar.

      “Sobre a legião de porcos mortos, não consigo entender como havia um rebanho de porcos em Israel se o animal era “imundo”.

      Se você ler o texto Bíblico, irá perceber que esse fato ocorreu em Decápolis, região de população predominantemente gentílica.

      “E se o rebanho fosse de um romano, aí é o pau ia comer e teria a documentação deste processo em algum lugar…”
      Mas o pau comeu… Mas o medo foi maior.

      1. ninguém mais gosta de brincadeira por aqui?
        Mas no caso dos porcos, não me lembrava do detalhe da cidade……

        1. É claro que gostamos de brincadeira! E o senso de ironia estava ligado, mas… Eu só queria participar… Rsrsrs

  4. Sei lá, nunca tive essa impressão com os textos bíblicos. A referência á pessoas e lugares sempre foi para fornecer evidências fidedignas para as pessoas que viviam na época e, poderiam verificar de fato sobre as ocorrências narradas. Como Lucas, por exemplo, que cita vários personagens históricos e contemporâneos de Jesus para, simplesmente, nortear seu destinatário (no caso Teófilo). Encontrar evidências da existência de alguma cidade narrada na Bíblia, de fato, não prova que aquele fato ocorreu, mas simplesmente serve para ampliar nosso conhecimento arqueológico e lançar luz para uma melhor compreensão de determinadas passagens.

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