Filosofia nos dá uma pílula de insulina. Brincadeirinha, foi a Ciência mesmo

A vida de diabéticos não é fácil. Não existe “A” diabetes, mas diferentes versões, até a que você efetivamente precisa de receber insulina. Sem ela, sua vida, que já é ruim, ficará bem pior, até levar à morte. Hoje, podemos dar insulina aos pacientes, mas por meio de injeções. Seria possível facilitar isso? Bem, me disseram que a Ciência não é capaz de responder a tudo. Perguntei a um filósofo, mas ele começou a citar Deleuze. Fui em outro filósofo, mas ele falou que deveríamos encarar a realidade como ela é, e manter a existência dos fatores nestes níveis. Não, insulina não deveria ser usada. Perguntei a um cientista e ele respondeu: Se não tá fácil, a gente faz ser!

Infelizmente, me disseram que era mentira que Ciência existia para propiciar qualidade de vida porque os japas tomaram uma bomba atômica no quengo (os mesmos japoneses que começaram ao bombardear Pearl Harbor). Felizmente, cientistas cagaram e andaram pra idiotas que defendem misóginos escravocratas e desenvolveram uma pílula capaz de levar insulina ao corpo de uma pessoa. Basta engolir a pilulinha e pronto!

Continuar lendo “Filosofia nos dá uma pílula de insulina. Brincadeirinha, foi a Ciência mesmo”

Futuros pesquisadores criam utensílios para ajudar pessoas com artrite levar uma vida normal

Artrite é uma das doenças que mais acomete as pessoas no mundo todo. No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas têm artrite, o que está de acordo com a média de 1% em todo mundo. Esta doença é muito debilitante, e as pessoas vão perdendo os movimentos das mãos, em que pode-se chegar num estágio de nem poder segurar um copo direito. Qualquer ajuda seria bem-vinda, certo? Bom, nos mesmos moldes que Bluetooth, tudo fica melhor com impressoras 3D.

Continuar lendo “Futuros pesquisadores criam utensílios para ajudar pessoas com artrite levar uma vida normal”

Medinho de agulhas? Toma várias, então (microscópicas, claro!)

Eu detesto agulhas, que nem essa aqui do lado. Todo mundo detesta. Agulhas são algo que eu tenho que lidar e prefiro receber injeção (como numa vacina) do que uma doença infecto-contagiosa. Ainda assim, não gosto de agulhas. Seria legal que houvesse um sistema para entregar remédios e vacinas sem usar agulhas. As pistolas até são eficazes ou aqueles dispositivos de aplicar insulina, mas poderíamos ter algo melhor, certo? Algo como aplicar por meio de um tecido composto por nanoagulhas, capazes de entregar o precioso medicamente sem machucar as nossas queridas células.

Continuar lendo “Medinho de agulhas? Toma várias, então (microscópicas, claro!)”

E o que ia acontecer aconteceu

Hoje é um dia importante na minha vida. Não sei se é tanto para vocês, mas pra mim é. É um dia que em meu coração ficou como um marco, um divisor de águas. Quando antes era tudo trevas, a iluminação chegou e vimos que nossas vidas, apesar de tantas mazelas, tantas desgraças, tantas desavenças, tanto disse-me-disse, tanto governo que mal se importa com o que é realmente importante, no dia de hoje ficou marcado como um ponto que a linha temporal mudou e tudo se tornou mais claro, mas lindo, mas perfeito.

De tudo e por tudo, com tantos xingamentos e ameaças, com tanta gente vindo me xingar pelo modo como me posiciono (ameaças sérias; de morte, inclusive!), não há mais como voltar. É isso aí, é definitivo. Só tenho que dizer que as crônicas estavam erradas e o inexorável aconteceu.

Continuar lendo “E o que ia acontecer aconteceu”

Saiu Nobel de Química. O trabalho envolve Evolução. Chorem, criacionistas

Saiu os laureados do Nobel. O de Química (que e o que realmente interessa, pois os outros são coadjuvantes) acabou indo para 3 cientistas. O trabalho visava estudar melhor as enzimas e, para isso, usaram ela: a Evolução, mais do que comprovada na Natureza, em tubo de ensaio e em nível molecular. Com os poderes investidos da Evolução, os pesquisadores conseguiram produzir uma proteína com o auxílio de seguidas mutações de uma enzima, resultando numa proteína 256 vezes melhor e mais eficiente que a original. Chupa, Biologia! Químicos fazem melhor!

Continuar lendo “Saiu Nobel de Química. O trabalho envolve Evolução. Chorem, criacionistas”

Pesquisadores criam robô cheio de pernas para entrar em você e levar coisinhas que você precisa

Volta e meia alguém aparece com um robô novo. Não-raro, eles são bioinspirados, o que faz muito sentido, já que a Seleção Natural vem testando os formatos que funcionam, descartando os seres vivos que não dispõem de formas capazes a garantir a sua sobrevivência. Alguns projetos são de robôs-cobra, outros de robô-peixe e até robô-dinossauro. Poucos exploram um formato de artrópodes, ainda mais quando eles possuem muitas pernas. Nisso, a City University os Hong Kong (doravante chamada de CityU) promete ser diferente ccom oque eu chamo de robô-lacraia (vai, robô-lacraia! vai, robô-lacraia!)

Continuar lendo “Pesquisadores criam robô cheio de pernas para entrar em você e levar coisinhas que você precisa”

Pesquisa prova que cabras gostam de ver gente feliz

Sim, cabras gostam de gente feliz. É o que diz uma pesquisa que eu APOSTO vai ser séria candidata ao IgNobel. Isso foi baseado numa pesquisa importantíssima, que só não foi financiada pelo CAPES porque as cabras não estavam fazendo sexo oral em banheiro público. De qualquer forma, é interessante saber como as cabritinhas ficam felizes quando vê gente risonha.

O motivo de estar risonho ao chegar junto da cabra não pareceu ser levado em conta.

Continuar lendo “Pesquisa prova que cabras gostam de ver gente feliz”

Uma brilhante história sobre os óculos

Acabei de me sentar para escrever. Bem, eu não conseguia ler direito o que aparecia na tela. Tive que pegar meus óculos, pois, eu fui premiado com miopia, hipermetropia e astigmatismo, já que meus olhos são fruto de um maravilhoso design de um projetista inteligente. Esses meus óculos são ótimos e eu os adoro. Suas lentes de resina inquebrável ficam escuros mediante presença de radiação ultravioleta, e sua camada anti-reflexiva ajuda a não ver a minha cara refletida na face interior da lente, o que dificultaria ver algo em ambientes claros. A armação é leve, com hastes bem firmes e resistentes (ainda não comprei uma armação de titânio, mas esta quebra bem o galho). Entretanto, o que eu tenho empoleirado sobre meu nariz funciona da mesma maneira que os óculos que meu pai usa, que meus avós usavam, que os anteriores a eles usavam. Que muitos dos antigos usavam.

Ajeitem suas lentes de leitura, para mais um Livro dos Porquês, que envolverá muita História e sobre assuntos que você não faz ideia que possam estar relacionados (e talvez nem estejam, mas aqui a vontade e o pensamento é o poder. Estou acordando suas mentes para o grande saber!)


ÍNDICE


Need for Speed para cirurgiões. Eu quero brincar com um!

Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem. Em 2013, testaram até com o recém-nascido e recém-morrido Google Glass. Em 2002, dezesseis residentes cirúrgicos tiveram as capacidades psicomotoras de base avaliadas e foram randomizados para treinamento de Realidade Virtual até que os níveis de critério de especialistas estabelecidos por laparoscopistas experientes fossem alcançados. A dissecção da vesícula biliar foi 29% mais rápida para residentes treinados em sistemas de Realidade Virtual.

Agora a empresa FundamentalVR, sediada em Londres, Reino Unido, está lançando nos Estados Unidos seu simulador cirúrgico de realidade virtual cvhamado Fundamental Surgery. O sistema usa controladores de feedback tátil para manipular objetos no mundo virtual. Isso dá ao usuário a capacidade de tocar o que parece ser objetos físicos, tendo a resposta sensorial adequada. Muita ficção científica pra você? Não, é realidade, mesmo!

Continuar lendo “Need for Speed para cirurgiões. Eu quero brincar com um!”

Pesquisa procura melhorar desempenho de exoesqueletos

Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.

Pesquisadores da Draper testaram como diferentes fatores podem afetar a usabilidade de exoesqueletos. Eles identificaram parâmetros que precisam ser avaliados e otimizados.

Continuar lendo “Pesquisa procura melhorar desempenho de exoesqueletos”