
O Sol é uma estrela fascinante. O mais fascinante do Sol é ser uma estrela e estar bem próximo de nós, sem nos queimar de forma horrível. Por isso, podemos apreciá-lo, observá-lo, estudá-lo e, claro, admirar as maravilhas que só uma bolona de átomos sendo fundido a milhões de graus celsius poderia proporcionar. É um mundo só seu, sem ninguém pisar lá ontem, hoje e provavelmente pelo resto dos seus 5 bilhões de anos que ainda lhe restam.





Domingão de Sol. Por causa da quarentena que todo mundo está violando e eu não sou idiota de ir nessa onda, não pude alugar um caminhão para ir comer feijão. Bem, é isso. Estou pouco inspirado hoje. É só abertura para postar os artigos que publiquei durante a semana.
Estamos num domingo pachorrento, com pessoas abertamente tocando um dane-se para o isolamento, saindo para beber e fazer nada no meio de um mundaréu de pessoas com a bênção dos governantes, que jogaram a subnotificação no 11, alegando que de sábado para domingo só houve 43 mortes. Ninguém liga, ninguém se importa.
Você está acostumado a ver vídeos no estilo time lapse com o movimento aparente das estrelas, com elas caminhando pela abóbada celeste. Claro, sabemos que não é bem esse o caso, mas que a Terra é que se move em várias direções e de diferentes formas. Já pensaram se o vídeo levasse isso em conta? Bem, um camarada chamado Bartosz Wojczy?ski pensou.