A polêmica do caso dos jogadores do Santos

No dia 4, noticiamos a cagada péssima atuação dos jogadores do Santos F.C., ao terem ido para uma atitude beneficente para com um centro de cuidados para crianças doentes. Isso não seria de estranhar muito, já que é típico das Ovelhinhas do Senhor agirem dessa forma. Só me espantei de eles não ficarem na porta rezando e berrando feito alucinados, clamando pela ira divina e expulsando Satanás daquele lugar. Não, não foi nada de muito incrível, para quem está acostumado com exemplos lindos do amor cristão, como neste, neste, neste, neste, neste e neste exemplo. Mas, ao que parece, as Ovelhinhas do Senhor ficaram tiriricas da vida com a citação (obrigado pessoal, vocês aumentaram e muito a minha visitação. Beijunda!).

A celeuma, ao que parece, começou no Twitter, com uma postagem do @Cardoso, que chegou a postar no Contraditorium, também (apesar de nem ser o foco principal do referido artigo). Alguns amantíssimos religiosos (viram como sou educadinho?) subiram nas tamancas e isso gerou um flood de blogs devocionais dizendo que NÓS é que somos intolerantes, pois o pobre escrotinho coitadinho do Robinho apenas estava usando de seu direito à crença ou alguma outra merda nesse sentido. Qualquer dia, arqueólogos trarão um manuscrito perdido da Bíblia com o 11º mandamento: Serás ridículo e apelarás para falácias idiotas, pois eu sou o SENHOR!

Vamos aos fatos: Não vejo a MENOR possibilidade de terem enganado os enganadores jogadores de Cristo. Eu não vejo como alguém possa ter dito: “Aí, pessoal, vamos num lugar maneiro e faremos nossa obra social, para enganar os otários e continuar ganhando nossos rios de dinheiro”. Só chegando lá é que viram que era uma entidade (ê ê) mantida por um centro espírita? Faz de conta que eu acredito, vai. Sim, o que fizeram É discriminação e intolerância religiosa. Eu às vezes vou à missa (se for de 7º dia, por exemplo). A mim, nada daquilo diz algo, mas é uma questão de respeito para com meus amigos. Eu não bato de frente com padre se ele falar alguma besteira (e já vi/ouvi muitos falarem). É a casa dele (do padre, não de um deus qualquer), e o respeito em seu ambiente, coisa que religiosos não estão acostumados a fazer quando chegam aqui verbalizando seus dejetos mentais.

Sim, os jogadores FORAM preconceituosos por se recusarem a tirar seus rabos santos das poltronas, preferindo fazer batucada lá, mostrando a raça escrota que pertencem. A raça dos idiotas débeis mentais, que se acham melhores que os outros. Eles não foram preconceituosos, eles SÃO. Preconceituosos e intolerantes. Qualquer um tem o direito de achar que eles fizeram certo, pois a estupidez é algo tão comum no Brasil, que nem me incomodo. O pior é que pessoas que veem o quanto este bando de lixos valem ainda os veneram como se fossem algo melhor do que o que meu cachorro despeja na calçada. Com a diferença que eu recolho os “presentes” de meu cão, enquanto que Robinho e Cia Ltda. estão soltos aí, venerados como heróis, por uma massa inculta, ridícula e abissalmente ignorante. E depois, vem algum escrotinho me ameaçar com a Constituição por e-mail. Para você, patetinha, se achou que eu sou intolerante e mereço cadeia, lembre-se que lhe cabe provar isso, pois eu posso denunciá-lo por calúnia, que também é passível de enquadramento perante a legislação. vejamos qual de nós dois vai pra cadeia.

Os jogadores têm o direito de ter sua religião, mas isso não é obriogatoriedade de eles agirem assim. Então, que não saíssem de suas casas, não chamassem o outrozinho para não entrar lá e sequer deem entrevistas fingindo arrependimento, coisa que não sentem, mostrando-se pecadores pelo próprio livrinho sagrado deles, que PRO-Í-BE que se aja assim, com discriminação para com outras pessoas. Depois, leio em blogs cristãos sobre as chamadas Obras de Misericórdia. Não, vocês não são misericordiosos, não passam do reflexo de uma sociedade doentia, se baseando no que seus egos inflados e mesquinhos realmente são.

Mas, não se preocupem. Por mais que vocês violem os ditames de sua própria religião, não temam: seu deus não passa de figura de retórica e o Inferno nada mais é que um conto da carochinha. Podem ficar sossegados, pois amanhã sabemos que vocês farão a mesma coisa de novo e de novo. Tolos são os que os têm como algo de importância.

3 comentários em “A polêmica do caso dos jogadores do Santos

  1. Isso só mostra o quão fraca é a mente deles (jogadores do Santos). Sou de Santos mesmo e já vi várias vezes eles fazendo caridade desse tipo em tudo quanto é tipo de lugar (outros lares espíritas como esse também). Bastou UM deles dar a idéia de não entrar que os outros acataram e ficaram com medinho. Puta povinho babaca…

  2. O pior é que não só ele, mas uma parcela considerável da população brasileira, vê isso com extrema naturalidade. O “próximo” para essa gente, aquele que deve ser amado incondicionalmente segundo as palavras axiomáticas de JC, é outro como eles. À todos aqueles que não compartilham da mesma visão, sobra o relativismo moral e o mal-caratismo seletivo.

    Hipocrisia fede a capa de couro e sovaco suado.

  3. Gostaria de falar três coisinhas para o carinha que ameçou o SENHOR com a Constituição Federal:

    1ª – Os direitos insertos no art.5/CF são extensíveis a todos e não há hierarquia entre eles. Assim, do mesmo modo que o Robinho usou seu direito de crença para não entrar no ‘lar beneficente’, aqui se exerceu o direito de liberdade de expressão, ao criticar o comportamento dele (do Pedalinho).

    Ele resolveu não entrar? Resolvemos criticar, porquanto achamos isso (o comportamento do jogador) inadequado, uma vez que as crianças do lar nada têm a ver com a entidade mantenedora do local (a instituição espírita, note-se, apenas mantém o local, sustentando-o; não era um templo).

    2 – Os chamados crimes contra a honra são crimes personalíssimos e só quem pode perseguir a penalização do ofensor é o ofendido.Assim, somente os jogadores que deixaram de entrar no lar, se se sentirem ofendido com a presente postagem, é que poderiam efetuar uma queixa-crime. Falta à pessoa que ameaçou o André, legitimidade.

    3 – Cachorro que late, não morde. Quem quer processar não ameaça; vai lá e processa logo.Ameaçar deixa o ‘ameçado’de sobreaviso e fica mais fácil a defesa. Qualquer dêvogado sabe disso.

    E, só para finalizar, ‘Pedalinho’e sua trupe cometem um pecado capital, o de ‘tornar-se extremamente rico’. Mas ninguém fala disso, né?
    Abraços!

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