Devemos ser intolerantes com a intolerância? (LEIA ANTES DE COMENTAR)

Com toda a onda de maníacos saindo em passeada divulgando ideias neo-nazistas pelas ruas de Charlottesville, cantando hinos, tremulando bandeiras e fazendo Sieg Heil, questionou-se por que permitiram fazer isso. A questão é que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA permite qualquer manifestação de pensamento, resguardada pela lei dos Direitos Civis, que não tem nenhuma ressalva sobre o que você pode exprimir, diferente do Brasil, que tem lei federal que proíbe expressamente divulgação de ideologia nazista.

Daí, alguns espertões de Wikipédia resgataram um trecho de um livro do filósofo Karl Popper, o qual estabelecia um argumento do porque não tolerarmos a intolerância alheia, e a isso ficou conhecido como Paradoxo da Intolerância, que como toda proposição filosófica tem probleminhas se você não pesquisa nem pára para pensar (*construção frasal ruim, mas estou com preguiça).

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Rússia determina expulsão de Testemunhas de Jeová

Russos são hardcore em todos os sentidos. Não, péra. Hardcore não traduz o que russos são. Tem até soldado que toma tiro na cabeça e não dá nada. O problema é que mesmo russos não gostam de serem acordados de madrugada no domingo, dia de Nosso Senhor Stalin. Isso levou a Suprema Côrte da Rússia a banir Testemunhas de Jeová do país.

Tenho sentimentos conflitantes a esse respeito.

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Bactérias (e não ONG) combatem a intolerância

Pesquisas recentes indicam um aumento da prevalência de intolerância à lactose. Mas se formos bem honestos, tolerância à lactose é algo bem recente. Até a cerca de 9000 anos, o único leite que tomávamos era o de nossas mães. Daí, apareceu mutações genéticas que nos deram os poderes X-Men de podermos ingerir leite de outros mamíferos. O poder nutricional do leite ajudou no assentamento de pessoas, já que bastava ter uma dona Mumu ali no estábulo (na verdade, nós praticamente “inventamos” as vacas, já que elas não existiam naturalmente) e tínhamos comida, diminuindo a necessidade de sair pra caçar, e virar caça, como efeito colateral. Povos que ser alimentavam muito de leite, por seleção natural, esta danada, têm menor tendência a ter intolerância à lactose. O Brasil, país marcado pela alta taxa de miscigenação, chega a 40% de intolerantes à lactose e países do extremo oriente, como Japão, chegam a ter 90% de intolerantes à lactose.

A Ciência nos deu a capacidade de extrairmos a lactose dos laticínios, mas será que temos a capacidade de fazer com que intolerantes à lactose possam mudar esta condição? Sim, podemos. Chupa, Mãe Natureza!

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Intolerância religiosa leva a apedrejamento

Nada pior que violação dos direitos civis. Quando você vê que as pessoas abusam e estupram o seu direito à crer (ou não crer) em qualquer entidade sobre ou supranatural. Pessoas assim são violentas e farão de tudo para impor sua vontade sobre os demais, impondo à população sua própria opinião e moo de vida, usurpando dos demais.

Um perfeito exemplo disso foi uma seguidora da religião afro-brasileira chamada "Candomblé". Pouco se lixando para o direito das pessoas em ter sua própria religião, uma menina estava vexatoriamente vestida com as roupas de sua religião, ofendendo a todos os que passavam, esfregando na cara de um Estrado laico a sua religião. As pessoas se defenderam deste acicate, apedrejando-a, conforme manda a Doutrina.

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Parabéns, sociedade. Nós matamos um menino

Eu não ia escrever sobre isso. Mas não tenho como resistir. Somos assassinos. Somos a escória humana. Somos as piores pessoas do planeta. Eu, você, todo mundo. Nós assassinamos Peterson Ricardo de Oliveira, de apenas 14 anos, simplesmente pelo motivo fútil de ter pais que o amavam. Nós asassinamos Peterson, e por mais que a retórica diga que não, a responsabilidade é, sim, nossa. Somos monstros, construímos uma sociedade horrível. Somos tudo o que pode haver de pior. Peterson morreu por nossa culpa, apesar de não termos sido seus agressores. Não importa. O menino Peterson morreu simplesmente porque seus pais amam e se relacionam fora de uma merda de manual de uso escrito na Idade do Bronze. Peterson morreu por seus pais serem homossexuais.

E a responsabilidade… É NOSSA!

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Ativista de extrema-direita se mata em protesto a casamento gay. O mundo agradece

Eu não gosto muito de fanáticos, seja de que espécie for. Mas, no entanto, contudo, todavia, entretanto, eu seria injusto se dissesse que eles nunca fizeram nada que preste. Bem, alguns fazem, nem que seja limpar o planeta eliminando a si próprios, como foi o caso de Dominique Venner, um ensaísta de extrema-direita que participou do OAS, o que nada tem a ver com empreiteiras.

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Ovelhinhas do Senhor baixam a porrada em espírita, mas são a religião da paz

E direto do Planeta Bíblia, temos mais um exemplo de como a religião nos faz pessoas de bem… bem filhas da puta; que o diga um dos eternos inimigos dos seguidores do Senhor dos Anéis Bíblico, aquele que criou o mal e espalha as trevas (leia mais em Isaías 45): um espírita. Por algum motivo que ainda não entendi, os seguidores do Jóquei de Jegue amam tanto espíritas como seus irmãos que querem promover um encontro desses com Jesus, o Salvador que não lava as mãos.

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Sargento-Pastor testa fé de soldado apontando-lhe uma arma

Sempre achei os testes de fé algo bem idiota. Justino Mártir pode ser visto como herói e santo pelos católicos, mas tão-somente era um imbecil que resolveu encher o saco das autoridades, sendo executado não por ser cristão, mas puramente por ser um pé-no-saco. Passado um certo tempo, ciosos religiosos presunçosos resolveram que o hype de se sacrificar tinha passado, era mainstream demais. Então o lance era fazer os outros testarem a sua fé, de preferência arrumando um modo de passar os bens caso confessassem, digamos, que eram adeptos de bruxaria ou algo assim. Claro que uma tortura básica ajudava na pesquisa.

O que pode parecer um absurdo lá no passado acaba se tornando mais sem sentido ainda quando vemos que isso ainda acontece. Um sargento do exército resolveu testar a fé de um dos soldados, apontando-lhe uma pistola, em nome do Senhor Jesus, amém, graças a Deus!

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Sauditas dizem que tatuagem de Jesus não é coisa de Maomé e prendem jogador de futebol

Por increça que parível, esta notícia não aconteceu com nenhum jogador brasileiro. Entretanto, o sangue latino tem um cromossomo a mais: o cromossomo de fazer besteira.  O jogador de futebol Juan Pablo Pino é colombiano e está atualmente na Arábia Saudita. Ele resolveu passear ao lado da mulher num shopping. Pelas leis islâmicas, isso já não é certo. O problema é que o distinto estava com uma tatuagem à mostra, tendo Jesus estilizado. Como isso é contra a lei, ele foi em cana.

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Parlamentar holandês diz que as “visões” de Maomé eram devidos a um tumor

Geert Wilders é um polêmico parlamentar holandês. Tão polêmico que ele já foi processado por incitação ao ódio racial e à discriminação dos muçulmanos. O processo teve início em outubro de 2010, sendo que ele teve que ser suspenso porque Wilders questionou a imparcialidade dos juízes. O problema é que ele comparou o Alcorão com o livro Mein Kempf, de Adolf Hitler. Agora, Wilders promete um novo documentário onde explicará que o pedófilo do Maomé tinha um tumor na cabeça, e era isso que o fazia ver gente morta… todo o tempo.

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