IMPUNIDADE: Preconceituosos escolhem quem pode ter um emprego e quem deve ficar desempregado

O brasileiro tem a pseudociência e preconceito como nome principal. O sobrenome é o nome que os pais escolheram, mesmo. Claro, vão dizer que o obscurantismo começou agora, mas isso já é corrente numa bosta de país que reconhece astrologia como profissão regulamentada pelo Código Brasileiro de Ocupações (CBO 5167-05). O fato de ser uma “ciência” que trabalha com corpos celestes, mas que foi incapaz de perceber que tinham 2 planetas e um planeta-anão faltando é secundário.

Isso sempre será uma SEXTA INSANA!

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Artigos da Semana 18

Eu consegui uma coisa muito legal esta semana que passou. Dar luz a um projeto antigão: ter um ebook com alguns artigos revistos do site. Muitos querem um ebook para lerem no caminho do trabalho ou para quando estiverem viajando sem internet. Bem, consegui dar prosseguimento nisso e já estou vendo o que poderei colocar no próximo

Enquanto isso, que tal darem uma olhada no que postei também?

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Racistas miseráveis pressionam para apagar conquista de mulher negra

Anteontem eu postei sobre o quebra-quebra geral, em que um bando de idiotas – que os russos chamariam de nekulturnyi – resolveram destruir monumentos históricos para apagar o passado. O tipo de coisa que o pior dos racistas daria graças a Deus, de forma que ninguém se lembraria mais das merdas que ele fez. Eu até sugeri alguns monumentos, por sinal. Hoje, chega a notícia que a HBO Max removeu do seu catálogo o filme “E o Vento Levou…”, por motivos que ele tem negros escravos e isso é errado, pois parece que negros são estereotipados como escravos num filme que se passa na Guerra de Secessão.

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Cérebros de brancos não processam direito rostos de negros. Pesquisador não quis testar cérebros de negros

Em tempos de problematização, uma das formas que pessoal lacrador implica é quando alguém diz que outra etnia é composta por indivíduos todos iguais. Eu tive um colega de trabalho japa (na verdade, era descendente, mas é japa. Que se dane se você não gostou) nos sacaneava dizendo, com sotaque, que “ocidental é tudo igual, né?” (o miserável nunca tinha ido ao Japão). Hoje isso é mal-visto, tido como racismo. Bem, até poderíamos aceitar como racismo, mas isso porque somos programados para identificar gente como nós. “Pessoas como nós” é garantia que não seremos atacados pela tribo vizinha, o que faz sentido num mundo com alguns milhares de seres humanos totalmente espalhados, mas é o tipo de informação gravada em nosso cérebro.

Então, temos o sentimento que quem não é igual a nós, é tudo a mesma coisa, mas será isso preconceito que se aprende? Pois, uma pesquisa mostra que não é tão simples assim.

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Tanzânia cria esquadrão para caçar gays

Tanzânia é um lugar para lá de esquisito. Lá parece o mundo de Qward, do Universo de antimatéria.já começa que naquele recanto esquisito, albinos são caçados para se fazer rituais mágicos e o governo distribui celulares para proteger o pessoal que teve o azar de nascer com o gene recessivo errado. Mas não é só isso. Tem aqueles que tiveram o azar de nascer com orientação sexual errada, e esses não só não são protegidos pelo Estado como são caçados por este Estado, já que homossexualidade é crime na Tanzânia.

Alguns estados do país estão levando isso muito a sério, como é o caso de Dar es Salaam, cujo prefeito pediu aos cidadãos que denunciassem os homossexuais e anunciou uma espécie de “esquadrão anti-gay’ que os perseguirá rastreando as mídias sociais.

Bem-vindos a duas coisas: a 1984 e à SEXTA INSANA!

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O Experimento Olhos Azuis

Qual é a raiz do preconceito? Como ele ocorre? Quais são os seus efeitos. Martin Luther King foi um importante ativista pelos direitos civis dos negros. Seu assassínio chocou muitas pessoas e uma professora chamada Jane Elliot resolve fazer um experimento com seus alunos, separando-os em grupos com olhos castanhos e com olhos azuis, em que o segundo era tratado muito melhor que o primeiro.

Os resultados mostram a como o racismo podem ser danoso às pessoas.

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Avó e bisavó tentam matar criança por não ser quem elas queriam

Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.

Claro, isso seria considerado crime hediondo, infanticídio e coisa de gente bárbara, mas como são índios (e sabendo que eles são criaturinhas boas, puras e inocentes), tudo se desculpa, certo?

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Juiz dá permissão de exorcizar, digo, curar gays

Tem horas que eu fico com algumas dúvidas na minha cabeça. Não sei se estamos vivendo numa teocracia fundamentalista ou as pessoas simplesmente são estúpidas, mesmo, colocando a culpa na religião para não terem que dar satisfações. Não que juízes sintam alguma necessidade de se explicarem por qualquer merda que façam, como qualquer agente de trânsito pode confirmar. Agora, um juiz do Distrito Federal acha que não tem problema nenhum tratar homossexuais, de forma que acabem com esse negócio de serem gays. Continuar lendo “Juiz dá permissão de exorcizar, digo, curar gays”

Evangélicos têm ataque de pelanca e xingam muçulmanos no Rio de Janeiro

Que o ser humano não aprende, é público e notório. As pessoas se mostraram chateadas com os acontecimentos de Charlestonville, mas é uma falsa indignação em muitos dos casos. A raiva é seletiva, os protestos têm vilão próprio. Ainda mais quando brasileiro se mete na situação, em que qualquer coisa acaba caindo para PT x PSDB.

Quando a gente começa a ver o que intransigência, preconceito e ódio mal-contido pode fazer, e muitos criticam esta posição, vem a notícia que um grupo de religiosos estava fazendo protesto contra outros religiosos, chamando-os de pedófilos, assassinos e que seu livro religioso ordena massacres.

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Idiota e preso por bater em muçulmana com pedaço de bacon

Existem ideias burras, ideias estúpidas, ideias completamente retardadas e ideias boçais, imbecis e retardadas, mas que faz cínicos como eu rir, mesmo sabendo que é errado, mas que continuamos rindo. Um exemplo de autor desse tipo de atitude é um imbecil chamado Alex Chivers, um inglês estúpido que tinha que ser engraçadalho e expor seu lado xenófobo ao atacar mãe e filha por serem muçulmanas, chamando-as de “Escumalha do Estado Islâmico”.

Ok, atacar pessoas não é legal. Eu estava me sentindo pesaroso, até que eu li a parte que ele as atracou usando um pedaço de bacon.

Desperdiçando ingredientes de feijoada, esta é a sua SEXTA INSANA!

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