Brasil, um país de “professores” (não como você está pensando)

Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.

Entre pedagogas, psicólogas e palpiteiros em geral, antes de ler o presente artigo, responda mentalmente a seguinte pergunta: "Você já colocou os pés numa sala de aula de colégio ara ensinar?"

Se você é professor (você sabe… aquele idiota que levanta cedo todos os dias, pega ônibus, trânsito etc. para tentar meter algo na cabeça de uma turma de alunos que o odeia, porque este professor insiste em ensinar), nada do que eu falar aqui será novidade.

Se você nunca lecionou na vida e é daqueles que repete tudo o que sai no jornal e em blogs sobre como professores devem fazer para conduzir sua aula, só tenho uma coisa a lhe dizer: Você não só não faz parte da solução, como é parte do problema.

Se você é daqueles que nunca lecionou , mas não fica dando palpite, vamos explicar o que está acontecendo hoje em dia. A questão é ter um bando de intrometidos querendo saber mais que o especialista. Se bem que isso não é de se admirar, já que as pessoas não leem nem manual de instruções de de um forno de micro-ondas, apertando tudo que é botão até funcionar. Por que ouviriam aqueles que realmente trabalham num determinado ramo?

Todo mundo sabe como professor deve trabalhar. É de praxe ouvir de esse ou aquele canal no YouTube "Pô, você é que devia ser meu professor" ou então "meu professor só fica ensinando coisas sem noção. Eu quero aprender outras coisas" ou ainda "Microsoft sugere uso de Minecraft para os professores aproveitarem nas suas aulas, como as de Geografia". Vamos explicar calmamente por que motivo todas essas frases são imbecis.

Vamos começar com um professor de uma disciplina aleatória. Química, por exemplo. Pedagogo, não. Segundo eles mesmos, pedagogos não estão lá para dar aula, fato esse que será rechaçado daqui a pouco. Não coloquemos os carros na frente dos secretários de educação.

O professor ficou na faculdade. Estudou sobre sua disciplina (a qual irá ensinar quando se formar) e as matérias pedagógicas, isto é, disciplinas idiotas ministradas por pessoas que nunca puseram os pés numa sala de aula de colégio, e nem falo daqueles bem feios, mas isso fica para daqui a pouco.

Depois de ter que passar aos trancos e barrancos pelas disciplinas pedagógicas (percebendo que nenhuma delas fazia o menor sentido, ignorando-as e apenas escrevendo a opinião da professora na prova, pois é isso que ela irá querer ler), o distinto professor de química, chamemos de Anderson Carvalhosa, vai lecionar. A primeira coisa que o professor Anderson terá que saber é que são 200 dias letivos. Muito tempo se levarmos em conta as férias no início do ano (30 dias). O recesso do meio do ano (pelo menos, 15 dias), carnaval (pelo menos, 2 dias e meio), 52 sábados e 52 domingos, feriados diversos e algumas "pontes" (quando o feriado for na quinta-feira, por exemplo, costuma-se "enforcar" a sexta, mas não é regra). Além da sala de aula (o número de tempos em cada turma é variável), o professor tem que participar de reuniões pedagógicas, conselhos de classe, reunião de pais e mestres e similares. Tem que fazer chamada, lançar as notas, fazer diário, preparar relatório, preparar suas aulas, elaborar provas, testes, trabalhos etc.

Acabou por aí? Não, não. Levando em conta sistemas bimestrais (alguns professores trabalham em colégios que trabalham com o sistema de trimestres), o professor tem que seguir a grade curricular da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, estipulado pelo MEC. Neste currículo, o professor tem que dar a matéria, exercícios, revisão para a prova, elaborar uma prova por mês, pelo menos, uma de fim de bimestre, trabalhos, avaliações extracurriulares (comportamento etc), manter ordem e disciplina numa sala de 30 alunos em média, em que, não raro, estão gritando, conversando alto, mexendo em bosta de celular, iWhatever, mal controlando as mãos com movimento de quem joga "bafo". Alunos que muitas vezes enfrentam o professor e/ou vão armados, ameaçando, agredindo e assediando professoras.

Sabem por que gostariam ter aulas com o Manual do Mundo ou o Nerdologia? Muito simples e separarei os itens.

1) Não precisam copiar nada;
2) Os vídeos são inferiores a 10 minutos;
3) Não tem dever de casa;
4) Podem pausar o vídeo quando quiser para atender o celular e ficar falando besteira por 2 horas;
5) Não tem gente gritando do seu lado e os apresentadores não sentirão dor de cabeça de tanto chamar a atenção e implorar para fazerem silêncio;
6) Xingar no YouTube é mais facilmente ignorável do que chamar a mãe para vir peitar o professor;
7) Nada de chamada ou testes;
8) Pode-se simplesmente não ligar o YouTube num dia;
9) Você não será reprovado por um vídeo no Tubo;
10) Você vai esquecer aquilo tudo mesmo, mas no próximo vídeo não será instado a se lembrar.

Todos os canais educacionais no YouTube seriam, como direi anárquicos com conteúdo. podem falar sobre a Grande Muralha da China hoje, sobre Angkor amanhã e na semana seguinte sobre reações maneiras de fazer coisa explodir. Professor em sala, como falei, tem que seguir o currículo do MEC, que não foi proposto por nenhum professor e sim por gente que entende muito de Ensino, mas nunca enfrentou 70 alunos nu coléjão público de favela. Chapar currículo "Dei aula na Sorbonne"… Meu filho, QUALQUER UM dá aula na Sorbonne. Quero ver dar aula numa Fundação Casa aí da vida. Quero ver ir lá no topo do Morro do Macaco com seu terninho de alfaiate, encontrar um educando feliz e amistoso, sentadinhos e prontos para aprender.


That’s not gonna happen again!


Mundo de hoje. Ah, e a professora que fotografou foi demitida

Mas, não. Os especialistas em Educação sabem como o professor deve fazer. Microsoft recomendou uso de Minecraft. Isso até soa interessante… nos EUA, talvez. Aqui temos uma grade curricular insana. Professores tem que dar uma prova por mês, trabalhos, exercícios no caderno, simulados de ENEM e vestibulares etc. (antes que você diga, alguns colégios já preparam para o ENEM e vestibulares já a partir do 6º ano do Ensino Fundamental). Lembrando que um mês tem cerca de 4 semanas. Boa sorte usando métodos alternativos, tendo que cumprir programa e seguir o livro, ou pais ficarão irritados, já que eles compraram um livro caro e querem que você use tudo.

Eu queria saber como iriam ensinar todas as capitais, topografia, geografia física e política, história, hidrografia etc., num jogo ridículo que se trata de escavar blocos numa tarefa que demora horas, tendo o professor 50 minutos em cada tempo de aula, sendo que a maior parte dele será gasta em chamada, deslocamento até a sala de informática, organizar todo mundo, botar ordem, iniciar o jogo e fazer a tarefa, que a Microsoft mesma não faz ideia de qual seja. Lindo, não?

Todo mundo tem uma fórmula mágica e inovadora para resolver o problema educacional. Eu também tenho. Lembram da foto do tiozão de bigode na escola da década de 1950? Pois é. Os pais acompanhavam de perto seus filhos com rigor. Os professores recebiam excelentes salários e eram uma classe valorizada, respeitada e vista como elite da sociedade (vejam a imponência e o terno do cara). "Elite" é definido pelo dicionário como "o que há de mais valorizado e de melhor qualidade, especialmente em um grupo social." Hoje virou sinônimo de coisa feia, porque as pessoas não querem melhorar. Querem apenas benesses, mantendo seu status idiotizado sem querer ser nada de mais importante, desde que ganhe dinheiro e favores. Que tal colégios limpos e bem conservados? Que impor a ideia de responsabilidade nos alunos, em que eles tenham que responder pelos seus atos? Não estudaram? Nota baixa. Muita nota baixa? Reprovação, tente ano que vem. E com reprimendas por seu fracasso. Acabar com as desculpas de TDAH, e parar de enfiar ritalina em doses cavalares. Afastamento de pseudoprofissionais que nada entendem do serviço. Você vê um sociólogo indo a um canteiro de obras ensinar como um engenheiro deve trabalhar? Já viram alguém invadir um tribunal e humilhar um advogado, promotor ou juiz, pois é preciso entender as necessidades dos que estão ali? Mas odo mundo julga professores.

Então, meus caros idiotas, metam uma coisinha na cabeça insana de vocês. Eu nunca fui no seu trabalho lhe dizer como você deve fazer o seu serviço (que deve ser de maneira bem porca, imagino, já que está mais preocupado em se meter na ocupação alheia). Não venha dizer como professores devem trabalhar. Antes, entreviste docentes, tente entender como funciona sua atividade. Depois de muito aprender, aí TALVEZ você poderá opinar. Se não gostou, tire seu filho do colégio e eduque-o você mesmo, mas nós dois sabemos que você o matriculou num colégio para que ele não fique em casa, e o enche de atividades para que você mesmo não o ature, relegando ao professor e professora a dura tarefa de se fazer de pai e mãe, já que você é incompetente, pois está mais preocupado em achar balas mágicas para resolver um problema que não fazes a menor ideia qual seja.

Se se acham tão espertos assim, cursem uma Licenciatura, prestem concurso para um colégio estadual, escolha o pior dos colégios (você não quer consertar o mundo com coleginho fofinho, né?) e resolvam o problema da Educação, sim? Sou mais de ver!

17 comentários em “Brasil, um país de “professores” (não como você está pensando)

  1. Os textos desse tipo (excelentes, por sinal) sempre me parecem uma catarse, um desabafo, e sempre fico curioso para saber o fato que fez com que ele nascesse. Sim, eu sei que são vários fatos se acumulando ao longo do tempo, mas sempre fico com a impressão que houve um estopim, uma gota d’água que transbordou o copo.

    Sobre o texto, é como eu estava falando com o pessoal do serviço sobre o problema da redução da maioridade penal: Uma solução que não muda nada, proposta por gente que não sabe o que fazer e nem tem vontade real de fazer algo para consertar/melhorar!

    1. Microsoft sugere o uso de Minecraft para ensinar Geografia.

      @pryderi:disqus, eu sigo :D

  2. Leciono Ciências a dois anos e meio, e é verdade aulas práticas tem que ser planejadas com semanas de antecedência e no dia tem que chegar mais cedo para preparar o material e o espaço, é muito mais uma ”recompensa” do que pratica diária.

    1. É por essas e outras que eu não me interessei por lecionar, e ainda me fiz o favor de abandonar o mestrado. O mercado é cruel, mas não há 40 filhos da mãe (e seus respectivos progenitores) atazanando você diariamente. Rezam as lendas que o Mestrado na UFC já foi disputado a safanões. Hoje só entram os terrivelmente apaixonados pela análise de estruturas. A bolsa é risível. Os professores são carrascos. Os alunos são retardados. Os direitos trabalhistas são cortados ano após ano. Triste.

  3. Resolvi uma questão política outro dia da seguinte forma:

    O rapaz intelectual

    – Você sabia que para um país crescer é preciso bons economistas?

    Eu

    – Sim.
    – Pra existir bons economistas, é preciso que exista bons matemáticos não é mesmo?

    O rapaz intelectual
    – Er sim…

    Eu

    – E pra que se exista bons matemáticos, é preciso que a educação seja boa não é mesmo???

    O rapaz intelectual
    – Bom sim…

    Eu

    – Certo, então não devemos defender esses políticos que acabam com a educação e não investem, certo??

    O rapaz intelectual

    – Político não tem interesse em ver o povo inteligente…

    Detalhe: no ínicio da conversa ele estava defendendo o governo do PSDB em São Paulo que desde 1995, sucateia a educação no estado de São Paulo…

      1. PSDB nunca foi governo estadual do Rio, mas PT foi. Logo, Rio de Janeiro tem o melhor ensino do mundo, certo?

        Essa mania retardada de “Por que é PSDB é uma merda”. Benedita da Silva, em sua primeira atitude como governadora, foi nomear o marido pra uma secretaria, que foi arrolado logo em seguida como corrupto

        Fiquem mesmo com essa mania que só PSDB é quem sucateia educação

  4. Ironia do dia:

    Eu comecei a minha faculdade de Licenciatura em Geografia graças a vc, André. Por incrível que pareça, esses textos me motivaram.

    O que vc falou sobre a matéria pedagógica está acontecendo comigo. É um porre e vou ter que escrever nas provas o que eles querem. Torço pra que chegue logo a Geografia. rsrsrs

  5. incríveis verdades ditas aqui!
    Ninguém sabe que por trás da rotina de um professor tem, além dos trocentos alunos, uma conrança infernal, ainda três provas pra preparar por trimestre corrigir, trabalhos pra elaborar um planejamento a seguir e pior projetos paralelos que ñ foram elaborados por vc mas quem tem que executar é voce!
    Claro que muitas coisas são inerentes a profissao!
    Mas que adoram meter o bedelho dizendo como ensinar principalmente por aqueles que nunca pisaram em sala de aula, ah isso lá é verdade!

  6. André, eu reclamo sim do sistema de educação e do trabalho de alguns professores, e fazer isso não me torna menos atencioso com a questão e também não significa que eu não vá mudar de opinião.

    Não, nunca entrei em uma sala de aula como professor, mas espero que dentro de um ano, se tudo der certo, eu mude isso, acho incrível poder ensinar e passar conhecimento.

    Entendo que tem muita gente querendo dar opinião demais e reclamar sem saber, mas observo muitos professores que poderiam SIM melhorar a didática, na faculdade por exemplo, eu vejo muitos professores perdendo tempo que como você mesmo disse, é pouco, com coisas absurdas, por exemplo, passar matéria teórica na lousa, sendo que onde estudo todos têm condições de tirar uma cópia antes da aula ou usar uma versão digital do documento, para aproveitar melhor o tempo resolvendo dúvidas dos alunos, debater sobre o assunto ou explicar com mais calma.

    Partindo deste ponto, acredito também que ALGUMAS situações em escolas de ensino fundamental e médio possam ser aprimoradas pelos professores mesmo que o sistema de educação não ajude nem um pouco.

    Também vejo pessoas reclamando de muitas outras profissões, o médico que não atendeu direito, o engenheiro que fez cagada de colocar um pilar naquele lugar, o empresário que foi burro de comprar aquela empresa. Não acho que esse tipo de reclamação seja exclusiva com professores.

    Outra coisa, pra que esse negócio de chamar os leitores de “meus caros idiotas”? Eu não ligo muito pra isso, mas se vc pega alguém mais esquentado vc perde seu argumento.

    Concordo com você que é extremamente difícil ser professor e que são desvalorizados aqui. A questão é, o que podemos fazer para ajudar? (Pergunta sincera)

    1. 1) Eu sei que vc reclama. Qq um reclama. Ir lá mostrar como se faz vcs não querem.

      2) Nunca entrou em sala de aula. Só isso já deveria ser o suficiente para vossa senhoria meter a violinha no saco.

      3) Professores poderiam melhorar a didática. Isso dito por quem acaba de dizer que nunca colocou os pezões numa sala de aula. Fácil… muito fácil

      4) Sim, todo mundo reclama de médicos e engenheiros. Vai lá no canteiro de obras dizer como eles devem fazer o trabalho.

      5) Se não gosta como eu trato os leitores, meu caro apedeuta, não visite o site. Não estou implorando presença de ninguém aqui.

      6) Não, vc não concorda comigo em nada. Por que? Pq a princesa não sabe e nunca saberá o que é ser professor.

      1. Se vc resolver parar de arrotar arrogância por 5 minutos e ler minha resposta com um mínimo de vontade de entender o meu lado e meu argumento, vai perceber que eu tenho intenções sim de ser professor, é só uma questão de tempo.

        E eu tenho todo direito de pensar, falar e discutir sobre qualquer assunto que me intrigue, o que eu não devo é “entrar na sala de aula e falar pro professor o que fazer”, certo? Só fiz isso quando foi solicitada minha opinião direta.

        Aproveita esse teu conhecimento todo cheio de adornos e bons modos pra conversar direito, imaginei que pudesse ter uma boa discussão com alguém que escreve esse tipo de blog.

        Nunca vou ser professor é o caralho, se ler meu texto sem pensar em escrever uma resposta foda pra sair por cima vai ver que eu tenho intenções de me aprimorar e dar aula.

        E a única pergunta que eu propus vc ignora totalmente porque eu nunca dei aula…

        Eu tenho que ser teólogo, pastor, ou sei lá o que pra falar de religião? Ou que o trabalho do pastor está certo/errado?
        Aliás, eu tenho que ser especialista em qualquer coisa para me interessar por um assunto e querer debater pra saber mais sobre ele? Acho que não né?

        Tem alguma chance da gente conversar na boa aqui? Caso contrário me abstenho de tentar discussão em qualquer outra coisa que vc escreveu aqui, é só fico lendo na boa.

        1. Se vc resolver parar de arrotar arrogância por 5 minutos e ler minha resposta com um mínimo de vontade de entender o meu lado e meu argumento

          Arrogância é achar que só porque eu achei sua “argmentação” estúpida, eu não a entendi.

          vai perceber que eu tenho intenções sim de ser professor, é só uma questão de tempo.

          Seja primenro, comente depois.

          E eu tenho todo direito de pensar, falar e discutir sobre qualquer assunto que me intrigue, o que eu não devo é “entrar na sala de aula e falar pro professor o que fazer”, certo? Só fiz isso quando foi solicitada minha opinião direta

          Eu mandei memorando?

          Aproveita esse teu conhecimento todo cheio de adornos e bons modos pra conversar direito, imaginei que pudesse ter uma boa discussão com alguém que escreve esse tipo de blog.

          “mimimi, num gostam de mim porque eu falei algo da qual num intendo mimimi”

          Nunca vou ser professor é o caralho, se ler meu texto sem pensar em escrever uma resposta foda pra sair por cima vai ver que eu tenho intenções de me aprimorar e dar aula.

          Eu sinceramente estou me lixando.

          E a única pergunta que eu propus vc ignora totalmente porque eu nunca dei aula…

          Exatamente.

          Eu tenho que ser teólogo, pastor, ou sei lá o que pra falar de religião?

          Sim, tem. O que não falta é ateu de fim-de-semana palpitando sobre o que não entende. Estude como eu e quem sabe um dia poderá falar algo.

          Mas eu duvido que isso aconteça.

          Ou que o trabalho do pastor está certo/errado?

          Tá ficando esperto!

          Aliás, eu tenho que ser especialista em qualquer coisa para me interessar por um assunto e querer debater pra saber mais sobre ele? Acho que não né?

          Gostar é uma coisa. Dar palpite é outra. Ir num presídio ensinar aos guardas como fazer eu trabalho você não quer, né? És mais um palpiteiro de internet.

          Tem alguma chance da gente conversar na boa aqui? Caso contrário me abstenho de tentar discussão em qualquer outra coisa que vc escreveu aqui, é só fico lendo na boa.

          Conto com isso! Lembre-se: é um blog, não um fórum. Você só comenta porque EU permito. Quer colocar as suas opiniões, faça o seu próprio blog. Lá vc poderá colocar toda a sua verborragia leiga sobre temas que desconhece.

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