Vândalos invadem e destroem instituto de pesquisa para salvar cachorrinho fofo

Duas coisas que eu desprezo: Essa ralé metida a intelectual que cisma de defender animais e os animais estúpidos que defendem animais. Essa ondinha do "estou protegendo animais" é apenas auto-promoção, mas eles conseguem lugar na mídia, nem que seja invadindo institutos de pesquisa e destruindo tudo, nem que seja para "salvar" pobres caezinhos indefesos, como foi o que aconteceu no Instituto Royal.

Vandalizando imbecis hipócritas, esta é a sua SEXTA INSANA!

Saiu notícia que o Instituto Royal – que não produz gelatina nem Ki-suco – foi invadido por um bando de desocupados totalmente surtados, como coisa que esse pessoal tenha outro tipo de estado comportamental.

De acordo com a Folha de São Paulo, um grupo de cerca de cem desocupados, digo, ativistas invadiu e resgatou cães da raça beagle do Instituto Royal, no Jardim Cardoso, em São Roque, a 59 km de São Paulo, por volta das 2 da manhã desta sexta-feira. Os "ativistas" protestam contra o uso de cães da raça em testes feitos pelo instituto que trabalha para indústrias farmacêuticas, e sabemos que essas indústrias não fazem nada que preste, pois remédios não servem para nada. Doença se cura com chazinho de erva-cidreira e escalda-pé.

Em 2010, eu publiquei um artigo sobre se era necessário usar experimento animal. Digo e repito: era e ainda é.  As pessoas ainda não entenderam oque é Ciência. Acham que somos que nem o prof. Aloprado do Jerry Lewis ou andamos com cabelos desengonçados procurando um método de gerar 1,21 GW, já que plutônio só era vendido em farmácias em 1985. Mas daí eu sou obrigado a ler coisas como:

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ideologia | s. f.
i·de·o·lo·gi·a (ideo- + -logia) substantivo feminino
1. Ciência da formação das .ideias.
2. Tratado sobre as faculdades intelectuais.
3. Conjunto de .ideias, convicções e princípios filosóficos, sociais, políticos que caracterizam o pensamento de um indivíduo, grupo, movimento, época, sociedade (ex.: ideologia política).

Pode ficar pior? Bem, ele faz Filosofia, aquele ramo de atividade que procura um gato preto que não existe no escuro. Daí, sai:

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NÃO… EXISTEM… PROVAS… COMO… VERDADES!

Premissa: Não existem provas como verdades, logo, não há verdade que possa ser provada (parece Wittgenstein, né?)

Análise: Então, qualquer experimento que eu proponha não terá sempre o mesmo resultado e isso não pode ser matematizado, teorizado e estipulado em leis e teorias científicas.

Desafio: Pule do 40º andar. Se a análise acima realmente traduzir a premissa, então por mais que você se atire, a força gravitacional n~]ao irá puxá-lo para baixo. Não posso provar que existe esta força, pois Nietzsche diz que só há interpretações. Você pode cair, ou não.

Desafio 2: Faça uma solução concentrada de cianeto de potássio (KCN) e beba tudo. Química é Ciência, mas não há provas definitivas, só interpretaçõs. Então, como não há nada definitivo, o cianeto, sal derivado de ácido fraco, não terá seu equilíbrio deslocado pelo ácido clorídrico ácido forte) e não haverá a formação do venenosíssimo ácido cianídrico. Reações químicas não existem, são apenas modelos. que não condizem com uma possível realidade.

Tudo isso são ideologias, dogmas estabelecidos que se mantém por autoridades, não havendo uma única ação ou fato que possa ser medido, reproduzido e testado inúmeras vezes.

Mas também! O sujeito é felózofo. Se jornalista falando de ciência é como tartaruga tentando costurar, o felózofo é a segunda tartaruga que chega e caga em cima.

Deixando seres menos evoluídos que protozoários de lado, a alegação usda para invasão é que os beagles lá estavam sendo maltratados. Onde estão as provas? Imagino que tinham muitas. Se tinham provas, por que não foram ao Ministério Público e denunciaram? Não ia dar tempo e os cachorrinhos lindos iam acabar morrendo? Mas então isso acontece há muito tempo, então, por que não denunciaram ANTES?

Cadê as provas? encontrar cães mutilados (sem fotos) e cegos significa… o quê?

O instituto disse que ia processar jucidialmente aqueles que se envolveram na invasão e furtaram os animais, os quais (alegam) foram para canis particulares. Então entram em cena outros animais que resolveram mostrar o rabo e balançar: Famosos (vocês ainda têm fé na humanidade? Leiam os comentários e percam de vez). Não sabem a diferença entre um neurocientista e um vendedor de amendoim na rua e acham que podem se mostrar de indignados, quando não se mostrou nenhuma tortura animal, ou alguma besteira neste sentido.

Curiosamente, nas fotos só tinha cachorrinho bonitinho com aparência saudável. Não vi sinais de maus tratos, só o monte de merda que os próprios ativistas jogaram, já que é a única coisa para o que servem.

O instituto se defende que os experimentos nos cães só são realizados depois de terem sido feitos testes em roedores, mas ninguém saiu com ratinhos na mão, só os filhotes de Snoopy. Cadê as provas de maus tratos?

Curiosamente, ninguém tem este amor todo por baratas, ratos e outros bichos escrotos. Ratinho, só aquele branquinho e coelhinho felpudo. Segundo os manifestantes, no laboratório tinha vários fetos de ratos e um cachorro congelado em nitrogênio líquido. Eu pergunto: so what?

Fotos? Curiosamente, não tiraram, nem filmaram nada, nadinha. E mesmo que filmem um feto de rato, isso prova… o quê?

Um editorial do site do SBPC esclarece que

O Instituto realiza estudos de avaliação de risco e segurança de novos medicamentos. Todos seus experimentos são conduzidos de acordo com protocolos utilizados internacionalmente pela OECD (Organization for Economic Co-operation and Development), ISO (International Organization for Standardization), EMEA (European Medicines Agency), ICH (International Conference on Harmonisation of Technical Requirements for Registration of Pharmaceuticals for Human Use), dentre outros. Além disso, as pesquisas atendem a todas as exigências feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o registro destas novas moléculas. A instituição atua em conformidade com os Princípios das Boas Práticas de Laboratório (BPL), é monitorado pela Coordenação Geral de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e está regularmente inscrito e credenciado junto ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea).

Isso significa que eles sejam anjinhos? Não, nada garante. Mas vivemos num Brasil em que, graças a Hades, a justiça é guiada pelo princípio que todos são inocentes até prova em contrário. Se há tanta prova sobre maus tratos, então eu acho que o Ministério Público deveria pedir a cabeça não só o instituto como de quem tem as provas e não fez nada sob pena de omissão. mas não. Só temos o mimimi. Temos que usar modelagem ´computacional, experimentos animais são obsoletos

Só se for NO SEU RABO! Mal temos modelagens que preveem reações químicas, quanto mais sistemas bioquímicos complexos. São inúmeras variáveis caóticas, mas vai explicar isso a um bando de retardados que vivem de mostrar a bunda na revista Caras.

Como disse a representante do Instituto Royal, o que se viu foi terrorismo, dilapidação de propriedade particular e, segundo me consta, maus tratos com os cachorros, por terem sido levados dali para algum lugar esquecido, e só porque são fofinhos. Ninguém pula dentro de um herpentário para abraçar uma naja ou na área dos ursos, achando que ali vive o Zé Colmeia.

O Brasil vive na era pré-científica. Estamos voltando à Idade Média, onde médicos e cientistas tinham que roubar cadáveres para podê-los estudar. Hoje, algumas faculdades de medicina não podem usar experimentação animal. Isso é medo. Medo que consigamos produzir monstros e realizar coisas como:

Neste momento, nos apartamentinhos do pessoal, a empregada está passando inseticida no quarto, para que bebês possam dormir tranquilos, livres da poliomielite, varíola, sarampo, difteria, e sem o menor risco de pegarem uma contaminação no banheiro, já que foi usado sabonete, xampu, papel higiênico perfumado, lenços umedecidos e todos os azulejos e ralos limpos com desinfetante.

Mas Ciência não serve para nada.

36 comentários em “Vândalos invadem e destroem instituto de pesquisa para salvar cachorrinho fofo

  1. Quando eu vi a notícia falando desses vadios, vândalos e vagabundos, a primeira coisa que eu pensei foi naquele seu texto sobre o Veganismo Desmascarado.

    Certamente o nosso amigo Robson deve ter A-D-O-R-A-D-O o que esses vadios, vândalos e vagabundos fizeram.

  2. PQP! Já não basta as religiões tentarem impedir o avanço da ciência, me aparece mais essa.
    E outra, por que essa aversão para com a ciência? Ciência é conhecimento e conhecimento muda o mundo pra melhor.
    A notocorda dessa espécie parece que não evoluiu devido ao condicionamento religioso no passado. Atrofiada, não absorve coisas simples como o conhecimento científico.
    Quando a seleção natural meter essa turma na vala a ciência progredirá.

    Demos graças à Ciência, nossa Luz!
    É nosso dever e a nossa salvação…

  3. Porque não vão ao Instituto Butantan salvar as pobres cobras usadas em experimentos ou não invadem o Jóquei Clube para salvar os cavalos chicoteados toda vez que é dada a largada?
    Se querem defender tudo que tem vida, defendam os fungos e os vermes também. Cientistas adoram estudar e dissecar esses nossos amiguinhos.
    Agora, se o que importa é salvar só o que inspira piedade, tem algumas criancinhas subnutridas na África esperando a vez.

  4. Para mim esta turba de desocupados e ignaros só quer aparecer,ninguém traz argumentos que demonstrem a não necessidade de cobaias em experimentos e além disso existem um monte de vira-latas esperando por adoção mas isso não atrai a mídia.

  5. Ecoterroristas versão light.

    ps: Pelo que vejo as bruxas estão soltas por aqui, neste outubro do terror. (começando pela foto do lindo cachorrinho que ilustra o post)

  6. O curioso é que nenhum destes protetores de animais se apresenta como voluntário para as experiências com novos medicamentos.
    Com certeza, também não deixam de comer um churrasco no fim de semana, afinal, matar o bicho para comer pode, mas injetar uma droga desconhecida, para teste de medicamentos não……….

  7. Tem que prender todos esses vândalos desocupados por furto e invasão. Não vi ninguém segurando um ratinho no colo, só beagles, por que será?

  8. Li recentemente o livro “Os dez experimentos mais belos da ciência – Autor: George Johnson”.

    Para os experimentos do Luigi Galvani sobre eletricidade animal, muitos sapos tiveram seus membros cortados. Já para o experimento de William Harvey sobre o funcionamento do coração, animais eram abertos vivos para o órgão ser observado.

    Nos dois casos li que havia controvérsia (sobre o funcionamento do coração e sobre o papel da eletricidade no movimento muscular), portanto sem experimentos bastante amplos e detalhados não se chegaria a uma conclusão sobre esses fatos importantes para a medicina.

    Mas, ainda assim, as descrições detalhadas de laboratórios cheios de membros de sapos ligados a fios, ou de animais sendo abertos vivos, fazem aqueles laboratórios e cientistas parecem um pouco macabros. E ainda existe a capacidade humana de se colocar no lugar de quem é aberto vivo sem nenhum tipo de anestesia, o que faz aqueles cientistas parecerem um pouco mais terríveis do que nós (que talvez não teríamos a capacidade para fazer tais experimentos).

    Então, no fim das contas, os dois experimentos acabam sendo belos, terríveis, benéficos, geniais e macabros ao mesmo tempo (da mesma forma que é a vida selvagem na savana, a sociedade humana, a história ou qualquer outra coisa na natureza).

    Acredito que as pessoas conseguem lidar com isso por ainda considerarem que os humanos não são animais (o sofrimento animal não teria a mesma intensidade ou passaria despercebido para elas), e no caso de sofrimento humano deve haver uma razão, (ou inferno para quem o provocar). Mas o cães talvez sejam exceções para algumas pessoas…

    Já li um cientista sugerir que o cão se tornou uma espécie de parasita do afeto humano (age de forma semelhante ao cuco, que consegue induzir um pássaro a alimentá-lo e dedicar imenso esforço para cuidar do seu bem estar). Porém, certamente nem todos os humanos desenvolvem este tipo de afeição aos cães, e como animais de estimação estes animais sempre estarão mais vulneráveis à brutalidade e ignorância humana (nós ainda não conseguimos proteger nem as crianças e velhos dos adultos, imaginem os cães). Então, os protestos contra canis, carrocinhas e eutanásia de cães vadios vão continuar nos facebooks da vida…

  9. Sério André que usam essa desculpinha de existir simuladores computacionais pra testes? Que piada usarem isto, pois a instituição que curso (e aconteceria em quase todas do país) quase não aprovou minha proposta de trabalho de conclusão com a desculpa de não conseguir orientadores (área de computação bio-inspirada).
    Uma área que existe pouca, e por vezes nenhuma, bibliografia, e instituições como a que estudo, acham melhor ficar montando bonequinho articulado eletronicamente com peças de lego do que apoiar ciência de verdade, achando que isso é estudo de AI séria, quando a tendência da mesma ( fornecer ferramentas para vocês químicos, sistemas inteligentes que antecipam falhas e também ferramentas para testes), apontam pra computação natural.

      1. @André,
        Basicamente sim. Até entendo de usar robótica e o tal do arduino pra testar princípios de AI, mas não é pra isso que estão sendo usados, e sim pra fazer protótipos pros “super campeonatos de luta de robôs”, mas ouvir de uma instituição que gastou 20 mil em kits de lego do ensino médio, que não é viável fazer tcc sobre simulação de comportamento de animais sociais aplicados a resolver problemas de logística (swarn intelligente ftw!), por falta de orientadores em lógica nebulosa e computação bio-inspirada, chega a ser um tipo de sarcasmo não concorda?
        Quem em salvou foi um contato que fiz mandando e-mail pra outras instituições que me indicaram um professor da ufms, que me colocou em contato com um professor ai do Rio que é doutor na área.
        Mas sério, é muito amor por ser pesquisador, porque o país em geral só te castra, como ouvir de um colega, um dos queridos dos respectivos professores (talvez por ser estúpido e não questionar os mesmos), que gostaria de ir pra área acadêmica como eu, porque professor de faculdade não faz nada, e pesquisas é só assinar o trabalho dos estagiários…
        Não sei sinceramente se sou muito persistente ou muito burro por ainda querer me tornar pesquisador nesse país.

        1. Faz MUITA coisa legal com arduíno e Mindstorm, mas isso não tem nada a ver com AI. É o mesmo que eu colocar um feirante para trabalhar com biologia molecular. Robótica é para o curso de engenharia, não computação, mas o Brasil está a anos-luz de compreender isso; um lugar onde universidades têm cursos de homeopatia, paranormalidade e cromoterapia. As universidades só existem para perpetuar o feudo de certos setores e ai de vc se resolver pesquisar algo que os supra-sumos discordam

          Brasil ainda está na era pré-científica.

  10. Com tantas criancinha famintas na África e essas pessoas se preocupando com cachorro!!!

    Hoje, parece que a ciência tem mais um entrave: os intelectuais do Face, que vivem pavimentando a estrada para o inferno…

    1. @JCFerranti, Tratamento diferente para os de ‘boa’ aparência. Fazem o mesmo na escolha dos animais a serem salvos: gatinhos fofinhos sim, ratos de esgoto não. Pelo menos foi uma das leituras que fiz e a que me pareceu estar na base do experimento: reação diante das aparências, até que ponto nos deixamos influenciar e como aplicamos nos nossos ‘julgamentos’ e escolhas.

      1. @Lia, Tenho por base que todos temos preconceitos, ou pré-conceitos se preferir entender assim.
        O que nos diferencia é como lidamos com isso: há os que ignoram o próprio preconceito, sabendo que ele é errado; os que se apóiam no seu preconceito, gerando abverrações como Jeam Willys e Bolsonaros da vida e há os que dizem não possuir preconceitos. Esses para mim são os piores, pois se negam a ver defeitos em si mesmos, se acham sempre certos.

  11. Desisti de discutir com os ”ativistas” quando me disseram que insetos eram uma coisa e ANIMAIS (cachorros, coelhos, gatos) outra…

    Mas, André, já leu a matéria do tal doutor Ray Greek, um médico americano, que saiu na Veja em 2010, e na qual ele afirma serem inúteis os testes em animais? Se chegou a ler, como avalia os ‘argumentos’ dele? O link é este, caso tenha saco para ler e mais ainda comentar já que a entrevista está voltando requentada diante dos últimos acontecimentos.
    http://zip.net/bclcWQ

    Pelo que li no FaceTruque do doutor, parece até que ele está por trás da farra realizada em SP. Um tal de “Beagle Freedom Project”. Há pedido para doações e comentários da principal ‘ativista’ lá, a Nicole Puzzi.

    Se não for oportuno, desconsidere o comentário e obrigada.

    1. Mas, André, já leu a matéria do tal doutor Ray Greek, um médico americano, que saiu na Veja em 2010, e na qual ele afirma serem inúteis os testes em animais?(…)

      No quarto parágrafo é expresso claramente que era e é necessário usar experimento animal. Faz até referência a um artigo de 2010 que aborda esse tema.
      Logo, esse dotô falou merda.

      1. @AndreiDecker,

        Dando uma olhada no texto, percebi que trata-se de um trecho de um livro, publicado em uma editora que, ao que tudo indica, não trabalha com revisão com pares, conforme pode ser observado aqui: http://us.macmillan.com/splash/about/index.html

        “Macmillan Publishers, a distinctive group of publishing companies, has a rich history in the book industry. Our companies publish a broad range of quality works—including award-winning fiction and nonfiction, and inspired and much-loved children’s books.”

        Sendo assim (e nem levando em conta o site onde este texto foi publicado), qual a relevância científica de um texto que claramente NÃO é publicação científica revisada por pares? Na minha modesta opinião, relevância nenhuma. :mrgreen:

        No mais, continuo aguardando os artigos científicos que desmantelam a experimentação animal para fins médicos. :mrgreen:

    2. @Lia, A grande falácia desse Dr. é que os efeitos dos remédios em animais não é idêntico ao em humanos. É claro que não, senão bastaria testar nos ratos e não em outros tipos de animais, até chegar aos chimpanzés, os mais próximos de nós. O problema é que ele vê apenas o efeito do medicamento. Os testes visam testar efeitos, dosagens, adversidades, variações que podem afetar o medicamento e diversas outras coisas que podem variar de um indivíduo para outro, quanto mais de espécie para outra.
      Além disso, ele vê a morte desses animais como desperdício, mas estudando o que matou a cobaia, podemos corrigir o medicamento para evitar isso. Não é apenas morreu, o remédio não funciona.
      Outra falácia é a da Simulação por computador. Ele afirma que não é necessário simular todo o corpo humano, apenas a célula e os efeitos químicos do medicamento. Isso faz todo sentido, mas não funciona assim. Nosso corpo não vai permitir que o medicamento afete somente aquela célula, vai ser afetado como um todo e temos que ter um controle sobre isso antes.
      Além do mais, começar os testes com humanos é arriscado demais, tanto para a cobaia quanto para o pesquisador. Imagina a cena:
      Pesquisador: Esse é o remédio que queremos testar!
      Cobaia: E ele faz mal!
      Pesquisador: Não deveria, mas só vamos saber depois de você usar.
      Cobaia: Eu posso morrer?
      Pesquisador: Talvez sim, talvez não. Só vamos saber depois que você usar.
      Cobaia: Mas Dr.! Eu só tenho gripe!
      Pesquisador: Desculpe, mas só saberemos se vamos curar a gripe se você sobreviver a ele!

  12. Eu estou ficando com medo do que está acontecendo no Brasil (ou será no mundo?) onde “ativistas” de todas as formas aparecem.

    Por exemplo: Numa esquina, fumando meu cigarro, passou um adolescente e com um olhar fulminante me pediu que jogasse o cigarro fora pois eu estava causando câncer nas pessoas na rua. Eu ri, e fui pra outro lugar fumar…

    Ontem eu estava discutindo sobre os animais, sobre quantos animais matamos em tudo que fazemos, principalmente nas colheitas, onde animais silvestres são mortos a todo momento. Essas colheitas que mantém os vegans, as rações dos animais de estimação, as pessoas normais. Tem os animais usados nos rodeios, touradas, sacrifícios. E de repente, cachorrinhos bonitinhos precisam ser salvos?
    Na discussão eu desisti, não tem como… apareceu agora um tal cientista com “n” livros e publicações, “provando” ser possível não usar animais. Eu nem quis saber quem era, pois no mínimo deve ser igual aquele professor que diz que o mundo não tem aquecimento global.

    Deixo aqui uma noticia que mostra como vão ser as coisas daqui para frente: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/10/24/ativistas-invadem-aula-de-medicina-que-usava-porcos.html

    Lamentável…

  13. Vendo as fotos dessa invasão, da pra ver muitas patricinhas, do tipo que usam toneladas de cosméticos, será que na hora de alisar o cabelo, elas pensam em quantos animais morreram para que elas possam fazer isso? Se bem que esses ativistas são tão espertos que nem se perguntaram que tipo de testes estavam sendo feitos a este animais, seria interessante se um desses beagles passassem alguma doença grave para alguns deles, pelo menos essa invasão teria algum lucro!

  14. Também não sou biológo, mas sei que para fazer esses testes é preciso ambiente controlado, linhagens de animais conhecidas, evitar que os animais tenham qualquer tipo de alteração emocional, entre outras dificuldades. Ou seja, teste em animais não são baratos, fácéis, simples ou agradáveis de se fazer. E esses ativistas ainda consguem achar que esses testes não são necessários.

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