Volta e meia alguém aparece com um robô novo. Não-raro, eles são bioinspirados, o que faz muito sentido, já que a Seleção Natural vem testando os formatos que funcionam, descartando os seres vivos que não dispõem de formas capazes a garantir a sua sobrevivência. Alguns projetos são de robôs-cobra, outros de robô-peixe e até robô-dinossauro. Poucos exploram um formato de artrópodes, ainda mais quando eles possuem muitas pernas. Nisso, a City University os Hong Kong (doravante chamada de CityU) promete ser diferente ccom oque eu chamo de robô-lacraia (vai, robô-lacraia! vai, robô-lacraia!)

Sim, cabras gostam de gente feliz. É o que diz uma pesquisa que eu APOSTO vai ser séria candidata ao IgNobel. Isso foi baseado numa pesquisa importantíssima, que só não foi financiada pelo CAPES porque as cabras não estavam fazendo sexo oral em banheiro público. De qualquer forma, é interessante saber como as cabritinhas ficam felizes quando vê gente risonha.
Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem.
Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.
Impressoras 3D estão como bluetooth: tudo fica melhor com elas. Seu barateamento acaba sendo a chance de termos em larga escala uma série de produtos, desde várias estatuetinhas do Yoda até algo importante e nem sempre muito barato (mesmo para padrões lá fora. Aqui no Brasil tudo é caro, mesmo, de qualquer forma).
E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Teve uma súbita modinha de livros para colir, como o Jardim Secreto e similares (acho que o título era esse e dei tanta importância que nem pesquisar eu vou). De qualquer forma, cada um faz o que quiser com seu dinheiro, desde que em conformidade com as leis vigentes.
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.