Eis-nos aqui. Era para ser um momento de celebrarmos, ainda com tristeza. Mas não há como. Não é uma morte que veio de causas naturais, a não ser que por “natural” você entenda o descaso patente de uma tribo burra, selvagem e ignorante. Um bando de incultos que não têm apreço pela Cultura. Ninguém pareceu se importar no estado até que as chamas irromperam. Séculos de escritos, documentos e pesquisas estão perdidos. Não adianta sequer imaginar a reconstrução física, pois o valor que lá tinha poderia ser alocado numa choupana que ainda assim seria inestimável. Talvez, numa choupana estivessem mais seguros.
Da minha janela eu vi arderem as estruturas, e vi também as chamas consumirem tudo lá. A sabedoria e cultura de vários povos virou cinza e se perdeu na suave brisa da noite, quando o Inferno parecia consumir tudo, tendo o próprio senhor do submundo decidido pela destruição irrestrita, mas eu bem sei que não foi ele. Foram homens. Simples homens mortais que pouco se importam com cultura e conhecimento, numa irresponsabilidade absurda.
Meus joelhos tremem, minhas pernas fraquejam, meus olhos marejam perante a perda incalculável que jamais poderá ser reposta.

Sempre propagam mitos e mais mitos. Ao longo da História muitas histórias ficaram tidas como verdadeiras, mas são mentiras ou desvios da verdade. As coisas não são bem como voc~es aprenderam e uma mentira repetida acaba virando verdade. Em tempos de internet, mais mitos acabam sendo criados. Edison inventou a lâmpada elétrica? Heidy Lamarr inventou o wi-fi? Napoleão era baixinho, né? E o telefone?
Sim, cabras gostam de gente feliz. É o que diz uma pesquisa que eu APOSTO vai ser séria candidata ao IgNobel. Isso foi baseado numa pesquisa importantíssima, que só não foi financiada pelo CAPES porque as cabras não estavam fazendo sexo oral em banheiro público. De qualquer forma, é interessante saber como as cabritinhas ficam felizes quando vê gente risonha.
Todos são iguais perante a Lei. Exceto se você for de uma igreja. Daí você é mais igual que os outros. Já não basta a alta concentração de facilidades e isenções que as igrejas possuem (consultem o artigo do 
Vamos ser honestos, nada pior que religioso chato. Até ateu chato é insuportável. Esta mania de convencer os outros (chamam “evangelizar”, como se ficar enchendo o saco fosse uma boa notícia) é algo pra lá de inconveniente. Isso quando a igreja fica em altos berros louvando Jesus, pois, segundo me parece, o coitado do Nazareno é surdo.
Você ainda se lembra do fuzuê que deu porque o CAPES teve ataque de pelanca e falou que não vai ter verba, que ninguém vai ter verba, que todas as pesquisas e doutoramentos estarão cancelados sem as verbas. BUÁÁÁÁÁ, cadê meu dinheirinho?
A fé remove montanhas, embora mísseis e vulcões sejam mais eficientes. Aquele que pedir será atendido, na Glória do Deus-Pai. Sendo assim, Kenneth Copeland, um televangelista pediu com fervor. Ele orou para Cristo Jesus. Ele suplicou a assistência de Jeová, o Senhor dos Exércitos, pois mil iria cair ao lado dele, mas ele não seria atingido, pois Ele é o que é. Sim, Copeland pediu. Pediu para acabar com a fome no mundo, digo, para que não houvessem mais guerras, não, espere, ele pediu para que todas as pessoas enfermas fossem curadas. Não, aguenta aí. Ele pediu… para Deus tirar a ferrugem do avião dele…