Artigos da Semana 296

O entrevero lá no Oriente Médio já é notícia de ontem e ninguém mais liga. Entra aiatolá, se atola o aiatolá, bomba daqui, bm da dali, tudo a mesma coisa. Só tem uma coisa que não é a mesma coisa: meus artigos, que sempre é algo novo e diferente.

O morceguinho nanico que humilhou os maiores predadores

Existe um morceguinho que é responsável por uma grande humilhação zoológica que faz grandes predadores usarem saco de papel na cabeça. Ele atende pelo nome científico de Trachops cirrhosus, o morcego-de-lábios-franjados.


O maravilhoso (pelos motivos errados) Unicórnio de Madgeburgo

Existe uma categoria especial de erro humano que vai além do simples engano. É aquele tipo de equívoco tão monumental, tão fantástico, tão confiante em si mesmo, tão documentado e celebrado por pessoas inteligentes que acaba se tornando, séculos depois, uma espécie de obra de arte às avessas. O Unicórnio de Magdeburgo pertence a essa categoria. É um incrível exemplo de um fabuloso somatório de “deve ser assim, então é assim”.


Como o clima que derrubou a Dinastia Tang

A análise de anéis de árvores milenares, registros militares da China do século IX e um estudo internacional publicado em 2025 conectam secas, enchentes e o colapso de um dos impérios mais fascinantes que o mundo já produziu.


ChatGPT com cheiro de enxofre: a IA que vai te mandar pro Inferno

MUAAAAAAAAHAHAHAHAHAHHAHAHAHA!


Bela, recheada e desclassificada: o escândalo de botox que abalou o mundo

Os concursos de miss do século XX produziram décadas de cirurgia plástica negada com um sorriso e uma faixa no peito. Portanto, não há absolutamente nada de surpreendente no fato de que, em 2026, alguém tenha decidido injetar ácido hialurônico nos lábios de um camelo para ganhar um concurso de beleza. A humanidade é consistente, pelo menos nisso.


A ovelha que guardou o segredo da peste por 4 mil anos

Por anos, os cientistas coçavam a cabeça diante de um problema elegantemente inconveniente: os relatos da Peste Negra mais antiga não se espalhava por pulgas como a medieval, mas aparecia em esqueletos humanos separados por milhares de quilômetros. Como? Via correio? Magia? Os historiadores da ciência precisavam de uma pista, e ela veio, com quatro mil anos de atraso e cheiro de rebanho, de uma ovelha.


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