Artigo completo e definitivo sobre o que se sabe a respeito da descoberta em Vênus

Pessoal está alvoroçado com o que se descobriu em Vênus. Com meu blog é um blog de divulgação científica também, vou dar plenos detalhes sobre o que foi descoberto e no que isso implica.

Continuar lendo “Artigo completo e definitivo sobre o que se sabe a respeito da descoberta em Vênus”

Pesquisa japonesa garante: Bactérias conseguem viver no Espaço. Só não garante que não nos escravizarão

Vida em outros planetas é sempre uma possibilidade, mas é preciso entender uma coisa básica: será que eles conseguiriam sobreviver? Volta e meia alguém aparece com a teoria da panspermia, que efetivamente não soluciona como a vida surgiu na Terra; afinal, ela teve que surgir de algum jeito em outro lugar. Como? Será que o que temos aqui seria capaz de sobreviver lá fora?

Uma pesquisa japonesa que começou em 2015 parece ter algumas respostas e mais um zilhão de perguntas. Uma das respostas? Sim, bactérias podem viver no espaço, tomando radiação ultravioleta no quengo. O “como” foi uma das perguntas.

Continuar lendo “Pesquisa japonesa garante: Bactérias conseguem viver no Espaço. Só não garante que não nos escravizarão”

Artigos da Semana 27

Enquanto está todo mundo aqui no Rio congelando a temperaturas glaciais de  17ºC, com mínima de 10ºC, o que está prestes a transformar o Rio em filial do reino da Elsa, estou aqui com duas calças, meia, camisa, casaco e cachecol e uma canecona de chocolate quente, já que velho sente muito frio. Ao aproveitar este domingo, junte-se a mim dando uma lida no que saiu durante a semana. De preferência, com o aquecedor no máximo!

Pesquisadores revivem micróbios do tempo dos dinossauros, mas não reviveram, independente do que os jornais disseram

Não, cientistas não reviveram nada, já que o micróbio nem tava morto. E não, não o xinguem de micróbio do caralho. Ele não causa doença. Estava lá de boas no mundinho dele, e nem tem nada a ver com morcegos. Eles são anteriores aos morcegos. O que aconteceu foi que pesquisadores deram uma revirada em solo oceânico, coletaram amostras de argila e estavam lá os microbinhos queridos. Só isso, mas você vai querer saber mais, né? Diz que vai, anda! Preciso ter mais visualização no site.

Continuar lendo “Pesquisadores revivem micróbios do tempo dos dinossauros, mas não reviveram, independente do que os jornais disseram”

Os efeitos do CO2 nas águas do Golfo do México

Um dos grandes problemas da quantidade enorme de dióxido de carbono no ar é que ele vai pros oceanos. A boa notícia é que CO2 é pouco solúvel em água, e o pouco que se dissolve gera um ácido bem fraco. A má notícia é que isso é totalmente irrelevante dada a imensa quantidade de CO2 emitido, o que efetivamente causa acidez nos oceanos. Ok, seria pior se fosse SO3, mas a parte pior é que a poluição atmosférica também conta com óxidos de enxofre e nitrogênio.

Tomando por base o Golfo do México, pesquisadores estudam a taxa de acidificação das águas marinhas, com grandes quantidades de CO2 se dissolvendo cada vez mais no oceano aberto do referido golfo, com taxas semelhantes às medidas no oceano aberto do Atlântico e Pacífico.

Continuar lendo “Os efeitos do CO2 nas águas do Golfo do México”

Areia, gafanhoto, coronga e brasileiros. 2020 tá ótimo!

Pessoal muito impressionável está tendo ataques de pelanca porque leram que alguns ventos fortes, daqueles bem quentes e intensos, sopraram no deserto do Saara e levantaram areia com tanta força que trouxeram aqui pro Brasil, dando aquela viagem maneira por milhares de quilômetros através do Atlântico.

Todo mundo em estado de alerta, mas . Os fortes ventos quentes sobre o deserto do Saara levantam areia nesta época do ano, assim como costumam levar a poeira por milhares de quilômetros através do Oceano Atlântico para as Américas. Este ano, o pó é o mais denso em meio século, com direito a redução drástica da visibilidade.

Continuar lendo “Areia, gafanhoto, coronga e brasileiros. 2020 tá ótimo!”

Os mapas que mapeiam nossas andanças

Por onde caminha a humanidade? A rigor, não há um único lugar no planeta Terra que não tenha um vestígio da passagem de seres humanos, nem que seja um avião passando. Mas, de um modo geral, seres humanos ainda não pisaram em muitos lugares, ou até pisa, mas não com uma presença, digamos, “marcante”.

Diferentes pesquisas estudando o impacto humano no mundo acarretou a feitura de quatro modelos desenvolvidos de forma independente. Esses modelos determinam onde a humanidade deixa suas impressões digitais, cada uma usando diferentes indicadores de atividade. Com isso, ficamos sabendo de lugares que tem muito humano enxerido dando uns rolês, enquanto em outros lugares é na base do “até tem uns, mas nem é lá essas coisas”.

Continuar lendo “Os mapas que mapeiam nossas andanças”

Cogitando sob os céus do Atacama

Esbarrei com esse vídeo e me lembrei do Cogita. O Cogita é uma excelente pessoa no Twitter. Tão excelente que eu tenho vontade de bater nele só pela calma e tranquilidade que ele carrega, que por sinal me dá nos nervos! Me lembrei dele justamente pela viagem que fez pelo deserto de Atacama, um dos poucos bastiões da verdadeira noite escura, longe da civilização, luzes artificiais e gente escrota que possa incomodar a observação do céu.

Graças à umidade relativa do ar ridícula (tem regiões que não chove há séculos!), a noite é límpida, sem interferência, excelente para fotografias, filmagens e vídeos feitos com lapso de tempo, ou time lapse ou seja lá coo você chama.

Continuar lendo “Cogitando sob os céus do Atacama”

Das águas a outros planetas: A esperança de entender a vida

Como buscar vida em outros planetas sem nem saber como começar? A busca pela vida fora da Terra começa por entender a vida como a que surgiu aqui, por falta de parâmetro melhor. Com isso, a melhor saída é traçar um paralelo aqui na Terra ao analisar a vida aqui, em todos os cantos.

Para conduzir este tipo de estudo, um grupo pesquisadores estuda fumarolas brancas, emanações hidrotérmicas no fundo dos oceanos, de forma a entender os seres vivos que vivem por lá.

Continuar lendo “Das águas a outros planetas: A esperança de entender a vida”