
Há pessoas que entram para a história pela glória, outras pelo talento, e umas poucas pela pura teimosia. Jean-Henri Latude, o sujeito mestre em escapadas, Senhor do Engodo, praticamente o Loki francês. Um cara que resolveu colecionar fugas de prisão como quem coleciona Funko Pop, mas péssimo em consumar seus planos e se autossabotar. Durante 35 anos, este homem entrou e saiu da Bastilha com uma frequência que faria inveja aos funcionários do prédio, protagonizando uma das histórias mais absurdas do Antigo Regime francês.
Pense num sujeito que conseguiria usar todos os estratagemas de fugir da prisão, mas pecava por ser quem ele era e voltava a ser preso por excesso de ingenuidade; para logo depois sair livre por excesso de audácia, mas só para ser preso de novo por excesso de… Bem, este é M. Latude. E esta é sua história, que poderia virar série da Netflix, com um daqueles pôsteres sombrios de série de época com cara de “baseado em fatos que ninguém te ensinou porque iam achar que você não ia acreditar”.
Jean-Henri Masers de Latude foi uma figura… interessante. Alguém com quem eu tomaria uma cerveja num bar ouvindo suas histórias. Obviamente, eu não daria muito crédito a todas elas, mas quem não gosta de uma história bem contada?
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