5 de julho de 2010: O futuro do passado

time-travel.jpgPara os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza, De Volta para o Futuro, com o pouco conhecido Michael J. Fox. Em 3 de julho de 1985, De Volta para o Futuro foi lançado nos cinemas americanos e se tornou um dos ícones desta época, a Geração Anos ’80, juntamente com os filmes de John Hughes.

Há 25 anos, o jovem Marty McFly acidentalmente entra numa máquina do tempo (um DeLorean, já que se é pra fazer uma coisa, que seja com estilo) e acaba em 1955. Mas não é bem isso que eu gostaria de abordar e sim perto do final, já em 1985, onde o Dr. Emmet Brown, numa clara referência ao Dr. Wernher Von Braun (Céus, eu preciso mesmo colocar link para saberem quem é?), pega seu DeLorean e diz que vai para o futuro, que seria o ano de 2010. E hoje, 5 de julho de 2010, estou esperando o Dr. Brown (interpretado pelo ator Christopher Loyd) aparecer aqui na rua, mas algo me diz que não será bem assim…

Livros, filmes e outras produções que visem o futuro sempre acabam servindo de comparação. Entre o futuro imaginado e o nosso presente, frequentemente, há inúmeras diferenças. No supracitado filme, carros não andariam em estradas, pois eles não precisariam de estradas. Eles usavam (ugh!) anti-gravidade. Os tênis fechavam automaticamente e a roupa era de um único tamanho, só que auto-ajustável. O mais interessante é que um garoto (segundo a história do filme) de 15 anos saía com um homem bem mais velho e ninguém pensou em sacanagem nem pedofilia. O mundo não era tão neurótico na época. Isso deve fazer Michael J. Fox tremer de satisfação.

De qualquer forma, eu ainda espero pelo meu hover-board. :(

Em outras obras de Ficção Científica acontece o mesmo. Por exemplo, em Soylent Green (baseado no livro Make the Room! Make the Room!, de Harry Harrison), a humanidade passa maus bocados por causa da escassez de alimentos no ano de 2022 (falta só mais 12 anos). Carnes, frutas e legumes eram exclusividade de ricos, e uma Nova York com 40 milhões de pessoas estava caminhando para o caos. Então, os governos resolveram de uma maneira bem simples: distribuíam algo como biscoitos verdes, os Soylent Green, que anteriormente eram feitos de algas, mas que se provou ser algo mais bizarro: eram feitos de carne humana. Spoiler? Ora, bolas.É um filme de 1973. Quer spoiler pior? O pai de Luke Skywalker é o Darth Vader. Pronto, falei!

Em O Exterminador do Futuro (dispensa apresentações), o famigerado Skynet se torna autoconsciente em 29 de agosto de 1997. Bem, tirando meu computador, que às vezes fica de TPM (Totalmente Parado e Morto), eu não vi algo com a inteligência artificial da máquina que iria colocar os humanos de joelhos.; Se bem que isso não quer dizer nada, já que conheço humanos mais burros que um relógio digital sem bateria. Ainda assim, minha mãe não se chama Sarah e meu DVD player pode ficar olhando feio pra mim o quanto quiser.

Na coletânea de contos Eu, Robô (não percam tempo vendo aquele lixo de filme com o Will Smith, que não tem nada a ver com o livro do Asimov), em 1998, a humanidade estaria sendo servida por robôs, e Nova York seria servida por uma rede de tráfego de carros aéreos. Aliás, é interessante notar que Asimov batizara o nome da empresa de U.S. Robots and Mechanical Men. Em 1998, o máximo que eu consegui comprar da US Robotics foi uma placa fax/modem com incrível capacidade de trafegar dados a 56 kbps.

Em 2001, pelo menos no filme do Stanley Kubrick (péssimo diretor, na minha opinião), já estaríamos a caminho de Júpiter. Hoje, os EUA estão para aposentar os ônibus espaciais. Será que David Bowman irá viajar pela Virgin, usando um iPad? Dave, eu tenho medo…

No livro Do Androids Dream of Electric Sheep?, de Philip K Dick, que inspirou o filme Blade Runner, o Caçador de Andróides, de Ridley Scott, o mundo estava ferrado, por causa de uma chuva ácida constante. A Terra virou meio que um lixão e as pessoas que podiam, iam morar no espaço. O nome se refere ao fato de todos os bichos de estimação terem morrido e sido substituídos por andróides. Andróides, no caso, não são bem organismos robóticos com uma camada superficial, fazendo-o se passar por um organismo vivo. Na verdade, os andróides de Dick (em inglês, esta frase ficaria engraçadíssima) são organismos criados em laboratório, através de engenharia genética. Bem, o Venter já nos mostrou Synthia, daí até uma ovelha…

Star Wars. bem, este não conta, pois não é no futuro. Foi há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante.

A Máquina do Tempo, de H.G. Wells mostra um futuro mais hardcore, onde os seres humanos se dividem em Elois e Morlocks. Os Eloi são apenas o “gado” dos Morlocks, e estes os comem com prazer (no sentido antropofágico, mesmo). Como ele se passe no ano 802.701, eu não tenho como saber se vai acontecer mesmo. Me lembrem de mencionar isso nessa época, sim?

Na obra 1984 (Nineteen Eighty-Four), de George Orwell, haveria um governo totalitário, onde o povo não teria voz ativa, servindo apenas para trabalhar, sendo abalroada com propaganda governamental mostrando como tudo o que o Grande Irmão fazia era perfeito, e ai daquele que ousasse pensar diferente. O idioma foi substituído pela Novilíngua, onde o significado original das palavras foi trocado, fazendo com que o país caísse na total ignorância e sem saber falar direito. A Polícia do Pensamento ficava sempre em alerta contra aqueles que não se adequassem ao regime.

É, acho que esta foi uma das poucas obras que acertou o futuro…

66 comentários em “5 de julho de 2010: O futuro do passado

  1. Ahh…que saudades da decada de 80!

    O André citando os filmes e livros que assisti e li e eu aqui na maior nostalgia. :mrgreen:

    Àqueles que não viram os filmes e não leram os livros, vai aí a dica:
    Assista-os e leia-os…é diversão garantida…

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    1. Quem vê Crepúsculo não entenderá A Garota de Rosa Shocking, Clube dos 5, Curtindo a Vida Adoidado, Inimigo Meu, Quero ser Grande, O Labirinto, Te pego Lá Fora, História Sem Fim, Krull etc.

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      1. @André,
        eu não vivi nos anos 80 mas cresci consumindo boa parte do que surgiu nesta década. O Narrador da Sessão da Tarde é meu pastor e nada me faltará :-)

        Tem uma música do Pato Fu (ok, anos 90), que dá um nome à esta nossa mania de adorar coisas e pessoas mortas do passado: Necrofilia da Arte.

        Hoje eu me divirto ao assistir filmes antigos. Como está cada vez mais difícil que eles passem na TV ou sejam obtidos em locadoras, a Internet é uma única maneira de obt?-los.

        Tempos atrás lendo as primeiras edições da revista SuperInteressante havia a espectativa de que em 2010 ou 2015 já teríamos “carros voadores”, e na época já havia protótipos funcionais para a tarefa. Creio que hoje eles estejam mais funcionais ainda, mas nem sinal de haver uma infraestrutura de controle de tráfego que permita que estes veículos.

        O SkyCar era/é o que mais prometia/promete:
        http://www.moller.com/

        O tempo verbal destes filmes de ação é futuro do pretérito… :-)

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        1. Tem uma música do Pato Fu (ok, anos 90), que dá um nome à esta nossa mania de adorar coisas e pessoas mortas do passado: Necrofilia da Arte.

          Não se aplica ao que eu descrevi acima.

          Tempos atrás lendo as primeiras edições da revista SuperInteressante havia a espectativa de que em 2010 ou 2015 já teríamos “carros voadores”, e na época já havia protótipos funcionais para a tarefa. Creio que hoje eles estejam mais funcionais ainda, mas nem sinal de haver uma infraestrutura de controle de tráfego que permita que estes veículos.

          Take a look: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/edicao-119/helicopteros-sao-paulo-528076.shtml

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      2. @André, O Labirinto é uma narrativa fantástica, mas que tem um efeito “crepúsculo” sobre Bowie, isso tem. Ao menos, não conheço um mulher que não diga ter se apaixonado pelo rei dos duendes e tal. Atualmente prefiro a versão mangá lançada em 2006 que conta a vez de Toby no labirinto (japonês adora uma história com nuances yaoi ‘-‘ meu deus!)

        E História sem Fim :/ por que tão poucas pessoas leram este clássico alemão? Por que? Sem contar a eterna briga em avisar que o Falkor é um dragão da sorte e não um cachorro!

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  2. Cara que nostalgia!
    E o André ainda postou esses filmes MUITO bons, época boa de mais, aliás vou lá ver se tem pra alugar algum desses ai como o épico: “Te pego lá fora”, esse é de mais! :grin:

    Ps: Ótimo post! :wink:

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  3. “O idioma foi substituído pela Novilíngua, onde o significado original das palavras foi trocado, fazendo com que o país caísse na total ignorância e sem saber falar direito.”

    Meu Deus! George Orwell previu o miguxês!! :shock: :shock:

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  4. Embora eu tenha nascido em 1985, reconheço muitos dos filmes citados no artigo e nos comentários (Odin abençôe a Sessão da Tarde!). Outro dia fui caí de para-quedas numa festinha e fiquei responsável por dar os filmes no jogo de mímica, resultado, ninguém sabia merda nenhuma como: “Aventureiros do Bairro Proibido”, “O rapto do Menino Dourado” e daí pra baixo. :P

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  5. Li todos e assisti todos(os citados), e meio que fico decepcionado pelo nosso mundo não ser mais parecido com o de De Volta Para o Futuro. Quanto as previsões, Asimov era um dos melhores para imaginar o futuro, fico imaginando se algum dia atingiremos o nivel tecnologico da Fundação.

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    1. Pela historia de Fundação (que está sendo filmado e vc não vai querer saber por quem), a ocorrência se dá em milhões de anos no futuro, onde eles nem mais sabiam que os seres humanos apareceram primeiro na Terra. Mas, o que eu mais achei interessante foi a psicohistória.

      Recomendo FORTEMENTE a leitura dessa trilogia.

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      1. @André,
        Eu gostaria de ver Fundação em filme, assim como gostaria de ver O Fim da Eternidade (em eterna produção) ou O Fim da Infância (há décadas com o rumor de virar filme) ou Encontro com Rama (cancelado?), mas (grande MAS) se for pra fazer merda, que vire pó.

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  6. O artigo fala sobre filmes, mas eu realmente acreditava que até o final vc iria citar Jornadas nas Estrelas!

    (poxa! hover-board!)

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    1. Não citei pq é da década de 60, passando aqui na década de 70. De qq forma, se passa no sdéculo XXIII. E até que um replicador de alimentos seria algo muito legal. Como serão as privadas? Bem, não importa. Eu sei usar as 3 conchas.

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  7. Ahh, sim, o Dr Brown é aquele do “código da vinci” não é?!!

    ( :mrgreen: )

    Piadas a parte, existe tambem o 2010 o ano em que faremos contato, o mais legal é ver os computadores que o pessoal usa…bom a gente não vai pra jupiter mas ja temos interface “touchpad”!

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  8. O cinema emburreceu geral. Tanto que a saída é refilmar filmes bons da minha adolescencia (1985). Infleizmente uma bunda blançando na tela dá mais audiencia.

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  9. O filme Eu, Robô tem referências do mangá NEJI ‘-‘ que por sua vez tem inspiração em Asimov. E infelizmente não houve caracterização alguma para o Batsu #mulhereschoram.

    Eu sempre achei que o filme do Blade Runner fosse inspirado no famigerado joguinho de pc dos anos 90 ‘-‘ minha infância foi uma mentira agora.

    E por fim, ri da piada dos andróides ._.

    Eu adorava “De volta para o Futuro”. Toda a vez que meu paciente pai me levava à locadora aos sábados, eu trazia comigo esse clássico e Jurassic Park 1. E passava sim, o final de semana todo entre os dois filmes ‘-‘ não canso até hoje.

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          1. @André, É… Quando a pessoa tem aversão ao estilo de obra, fica impossível convence-la à leitura. Pois bem, minha última defesa, “Eu, Robô” copiou sim o enredo de NEJI… Um robô que ataca seu mestre e é julgado pela sociedade como inimigo, sendo que ele era só parte de um plano maior. De resto, as obras não se comparam. Não há policiais, não há motos, nem enrolação na história de Neji.

            Um dia André, os americanos irão parar de pegar grandes obras japonesas e transformar no lixo que fazem. Terão criatividade própria e farão filmes para si.
            Um que é dos anos 80, e está para ser assassinado, é Akira.
            Conhece a história? Talvez tenha visto o filme animado, talvez.. Todavia, estúdios americanos estão querendo fazer o live-action transformando a cidade base New Tokyo em New Manhattan (para quem sabe: haverá uma ilha em Tokyo chamada New Manhattan… Tsunami nela, por favor!), fazendo Tetsuo e Akira serem norte-americanos e não dá para continuar :/ as atrocidades são fortes demais (ainda mais quando os atores escalados podem ser Robert Pattison e Justin Timberlake).

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          2. @Mari., Só não quero que façam algo os animes do Miyazaki Hayao. Eles são perfeitos como desenhos animados mesmos. Que Hollywood não faça nada com eles!

            Já imaginou Roland Emmerich dirigindo Mononoke Hime ou Tonari no Totoro?

            NÃÃÃOOOO!!!!!

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          3. É… Quando a pessoa tem aversão ao estilo de obra, fica impossível convence-la à leitura.

            Uma breve explicação sobre HQ’s.

            Eu já li mangás, e odiei todos eles. Nada pessoal, eu não gosto nem do traço do Frank Miller, apesar de gostar muito de Sin City, pois o vejo como uma caricatura da realidade (como aquele cara laranjão). Torci o nariz para 300, onde os espartanos são retratados… sei lá, parem mais aborígenes australianos. Dark Knight tem uma excelente história, mas ainda não gosto do traço e muito menos o de Elektra Assassina. Detesto mangás pois seus traços são sempre os mesmos, as histórias não são lá essas coisas (processem-me, mangamaniacs) e, lamento dizer, eles são brutalmente destroçados perto de Watchmen e Sandman (que tem uma versão mangá, a qual “desceu” com muita dificuldade). Entenda, eu cresci lendo Jack, THE KING, Kirby e John Byrne. Gosto do Stan Lee como criador de personagens, mas não como argumentista (processem-me vocês tb, marvetes do Inferno) e o acho um dos mais carismáticos. Sério, ele pagou uma promessa feita DÉCADAS atrás. Impossível não adorar o coroa (isso dito por um DC-fan!) Allan Moore, como argumentista é imbatível e como criador de personagens é fora de série. Estes são os meus prediletos, pq se for mencionar outros, isso aqui será imenso! MINHA OPINIÃO: nenhum mangá chegou aos pés deles, lamento.

            Pois bem, minha última defesa, “Eu, Robô” copiou sim o enredo de NEJI… Um robô que ataca seu mestre e é julgado pela sociedade como inimigo, sendo que ele era só parte de um plano maior. De resto, as obras não se comparam. Não há policiais, não há motos, nem enrolação na história de Neji.

            Não sei, o especialista em mangás do Cet.net é Abbadon. Mas a história do filme não é NADA Asimoviana. Se eu fosse enumerar as discrepâncias daria um comentário imenso. Só digo uma coisa: Susan Calvin foi pessimamente representada e o que, Diabos, Will Smith estava fazendo ali? Agora, uma pérola para quem curte realmente quadrinhos: eu me lembro de onde aquela história foi chupada: Nathan Never, um policial deslocado por ser um nostálgico, a ponto de ler livros em papel e achar que a moderna tecnologia do século XXII não é tão interessante quanto as “velharias” que ele tem em casa. Um robô com programação que o faz violar as 3 Leis da Robótica? Isso estava numa história do Never, um personagem de quadrinhos… italiano. Por sinal, personagens, ambientação, histórias e traçado muito bons. Se achar alguns de seus quadrinhos, compre. Vc vao gostar.

            Um dia André, os americanos irão parar de pegar grandes obras japonesas e transformar no lixo que fazem. Terão criatividade própria e farão filmes para si.

            Mas isso eles já fazem. Pegaram “O Chamado” (cujo título em inglês acarretou num delicioso trocadilho, temos que convir), Olho do Mal, por exemplo. Excelentes criações do gênero Terror, coisa que anda em falta. Pq Clive Barker não escreve mais pro cinema? Sei lá. Filmes de terror japoneses são excelentes em termos de roteiro, mas pobres em produção. Mas a criatividade de Hollywood está caindo, a ponto de eles ressuscitarem filmes antigos ou apelarem, graças à Manopla do Infinito, para os quadrinhos, apesar da merda que fizedram com X-Men, Elektra matar apenas 10 pessoas e o Demolidor dormir num caixão de vampiro cheio d’água (além da ignomínia de colocar o Ben Affleck atuando). Se Ryan Reinolds fizer a mesma merda como Hal Jordan, eu pego um avião, vou até os Isteites e cubro os diretores da DC de porrada.

            Um que é dos anos 80, e está para ser assassinado, é Akira.
            Conhece a história? Talvez tenha visto o filme animado, talvez..

            Eu vi o anime e gostei muito. Um mundo pós-apocalíptico semelhante (mas ao mesmo tempo diferente) de Blade Runner. Outro dia vi um amaldiçoado, desgraçado, corno, filho de uma rapariga zaroia que teve a ousadia de construir uma réplica da moto. Maldito!

            Todavia, estúdios americanos estão querendo fazer o live-action transformando a cidade base New Tokyo em New Manhattan (para quem sabe: haverá uma ilha em Tokyo chamada New Manhattan… Tsunami nela, por favor!), fazendo Tetsuo e Akira serem norte-americanos e não dá para continuar :/ as atrocidades são fortes demais (ainda mais quando os atores escalados podem ser Robert Pattison e Justin Timberlake).

            Obrigado por me dar subsídios para me dirigir ao banheiro e me afogar no vaso sanitário, enquanto me enforco com a cordinha da descarga. :(

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          4. @Mari.,
            fazendo Tetsuo e Akira serem norte-americanos
            Tive o desprazer de -também- assistir a uma versão dublada em inglês, e os caras tiveram a moral de ferrar a bagaça.

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          5. @Mari.,
            Só não quero que façam algo os animes do Miyazaki Hayao. Eles são perfeitos como desenhos animados mesmos. Que Hollywood não faça nada com eles!
            Não é dele, exatamente, mas também é do Ghibli: “Hotaru no Haka”. Putz, se alguém diz que anime é coisa para criança com monstros, superpoderes e ficção científica, eu já saco os vaga-lumes e arraso o maldito. Tá, antes disso EU fiquei arrasado com esse filme (filme mesmo, chamar de animação é pouco, para alguns).
            Fizeram o live action e, é claro, não tem o mesmo impacto.
            A animação, em “Hotaru…” tem a vantagem de livrar a nossa atenção de detalhes bobos como a atuação dos atores e nos deixar livres para o que importa: a narrativa e o choque emocional. Nem precisou dos americanos para ferrar com a obra.

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          6. Imagino que vc tá sabendo que estão para lançar Yamato, né? Mas parece que não vai sair no Brasil. ACHO, não tenho certeza. (São Torrent nos abençoe)

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          7. Detesto Kubrick. Nçao li o livro e achei o filme uma merda. Mas é o tal negócio: é um filme que não se pode deixar de ver (sim, eu sei que parece paradoxal).

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  10. André, aconselho a ficar só com o filme, então. Com livro você perderá muito mais horas. Dedique-as. ;)

    Sobre o Roland Emmerich, acho que o filme dele será um desastre… (perdão pelo trocadilho :P )

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  11. Eu já li mangás, e odiei todos eles. Nada pessoal, eu não gosto nem do traço do Frank Miller

    Já leu Spawn do Todd Mc Farlane? Amo os quadrinhos e a série animada e veemente odiei o filme :evil:

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    1. Já leu Spawn do Todd Mc Farlane?

      Esta pergunta foi a sério? CLARO QUE LI! Leu quando ele se alia ao Batman?

      Amo os quadrinhos e a série animada e veemente odiei o filme

      A série animada eu não vi, o filme foi uma bosta sendo salvo apenas pelo John Leguizamo. Vc viu o trailer do jogo DC Universe? Eles bem que poderiam fazer um filme com aquela animação. Aliás, nós, fãs da DC, EXIGIMOS isso!

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  12. Esta pergunta foi a sério?

    Nunca perguntei tão sério na minha vida :P

    Leu quando ele se alia ao Batman?

    Infelizmente não adquiri esse número :( Os brazucas só querem saber de Turma da Mônica… Mas a priori posso dizer que o Batman tem muito a aprender com Spawn :mrgreen: ;)

    A série animada eu não vi

    VEJAAA! O que está esperando?

    Vc viu o trailer do jogo DC Universe?

    Verei em casa ;)

    Eles bem que poderiam fazer um filme com aquela animação. Aliás, nós, fãs da DC, EXIGIMOS isso!

    Apoiado! E que sejam mais fieis a características dos personagens e estórias!

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    1. Infelizmente não adquiri esse número :(

      Sua vida carece de sentido.

      Mas a priori posso dizer que o Batman tem muito a aprender com Spawn :mrgreen: ;)

      Sacrilégio! THIS MEANS WAR!

      Apoiado! E que sejam mais fieis a características dos personagens e estórias!

      Compre um Xbox, então. Preciso de um link mais rápido. Preciso ter tempo. Preciso ser rico!

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      1. Sua vida carece de sentido.

        Não menos do que a de alguém que ainda não assistiu a versão animada.

        Sacrilégio! THIS MEANS WAR!

        Chame os seus melhores homens porque os meus são from HELL! :twisted:

        Compre um Xbox, então. Preciso de um link mais rápido. Preciso ter tempo. Preciso ser rico!

        É pra já! :mrgreen: Mas… Por onde começamos? :???:

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  13. apesar da merda que fizedram com X-Men, Elektra matar apenas 10 pessoas e o Demolidor dormir num caixão de vampiro cheio d’água (além da ignomínia de colocar o Ben Affleck atuando).

    Tarantino na direção! JÁÁÁÁ!!!!!!!

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  14. André ‘-‘ acho que você iria gostar dos OVAs de Hellsing (igreja católica e igreja protestante, vampiros, nazismo e guerras são os focos do OVA).

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  15. @André
    Detesto Kubrick. Nçao li o livro e achei o filme uma merda. Mas é o tal negócio: é um filme que não se pode deixar de ver (sim, eu sei que parece paradoxal).
    De um modo geral, gosto dos filmes do Kubrick:
    “O Iluminado” ficou legal, bem como imaginei o livro, mas é meio hypado.
    “De Olhos bem fechados” eu gostei na época, mas não me agrada mais.
    “A Laranja Mecânica” ficou legal, embora eu ache que o lance com o quarto movimento da Coral ficou meio atrapalhado.
    “2001”: eu sou nerd, pô.
    “Dr. Strangelove…”: desse eu gostei mesmo.
    “Lolita”: um porre.
    “Spartacus”: um cus.
    “Glória Feita de Sangue”: bom.
    “Nascido Para Matar”: também é bom.
    Do que eu assisti, gostei ou simpatizei com a maioria.

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    1. “O Iluminado” ficou legal, bem como imaginei o livro, mas é meio hypado

      Bebeu? Só a parte da topiaria mataria qq um de medo e não está no filme. A única parte do filme que gostei foi quando a parede do hotel começou a sangrar.

      Tudo bem, eu gostei (medianamente) do filme, mas só pq eu o considerei bem à parte do livro.

      2001 é bom, mas poderia ser melhor. Entretanto, o mais interessante é como sentimos ódio do computador pelo simples fato de ele não ter personalidade nem emoção. Acho que isso nos faz sentir raiva dele, pois não o vemos nada como “humano”, diferente do Jarvs do Ironman.

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      1. @André,
        Bebeu?
        (Quase) Sempre.

        É, a parte das esculturas cria um clima bem tenso no livro, em grande parte porque a cena, no livro, se desenvolve em um ritmo bem mais lento, e faz -muita- falta uma cena com esse impacto, no filme.

        Quanto a 2001, eu não consigo antipatizar com o HAL, nunca consegui; na verdade eu sempre gostei e tive pena dele, mesmo ele matando a galera a rodo.
        Gostei de 2010 ter redimido HAL.
        2001 é um caso complicado, Kubrick e Clarke fizeram o negócio meio que a 4 mãos e -pensando bem- gostei dos macados ao som de Zaratustra.
        O que eu achei estranho foi a mudança que titio Clarke fez em 2010, para adequar o livro como uma seqüência do livro E do filme, foi meio esquisito mas, enfim, sobre os livros:
        2001- ótimo
        2010- regular
        2061- estranho, mas deu para rir um pouco e é mais ou menos, mas
        3001- dá a impressão que Clarke estava de saco cheio da coisa toda. :-(

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        1. 2001 é um caso complicado, Kubrick e Clarke fizeram o negócio meio que a 4 mãos e -pensando bem- gostei dos macados ao som de Zaratustra.

          A cena é antológica e copiada a rodo, até mesmo pelos Simpsons. Só acho que o corte entre o osso e a nave deveria ser em fade, já que não daria para fazer um morph dada a tecnologia cinematográfica da época.

          2001- ótimo
          2010- regular
          2061- estranho, mas deu para rir um pouco e é mais ou menos, mas
          3001- dá a impressão que Clarke estava de saco cheio da coisa toda.

          Concordo. Clarke tava meio que “Deixa eu terminar logo esta merda antes que me encham o saco.

          Em tempo: Encontro com Rama merece versão cinematográfica, mas tenho medo, Dave. Medo de quem seria o diretor.

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          1. @André,
            Em tempo: Encontro com Rama merece versão cinematográfica, mas tenho medo, Dave. Medo de quem seria o diretor.
            O Morgan Freeman estava tocando esse projeto, até tinha o apoio da Intel, para o CGI, tinham feito uns conceitos artísticos e, depois do acidente, ele abandonou a coisa toda.

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          1. Tudo bem, eu me rendo: gostei de Pulp Fiction (aliás, eu quero uma carteira igual à do Samuca). Apesar que Uma Thurman não convence. Aquilo até parece quadrinhos do frank Miller.

            Um drink no Inferno tb foi bom e agradeço ao George Clooney por ter dado um tiro no Quentin. ;)

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          1. @André,
            Kubrick? Tarantino?
            Eu gostava de jogar Far Cry… Tenta encarar o Uwe Boll. :twisted:
            Ele colocou até o Anthony Bourdain em uma cena. :twisted:

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        1. @André,
          Imagino que vc tá sabendo que estão para lançar Yamato, né? Mas parece que não vai sair no Brasil. ACHO, não tenho certeza. (São Torrent nos abençoe)
          Você está falando da velha série Yamato ou do filme de guerra sobre o Yamato?
          Em ambos os casos, não, não estou sabendo, é para me preocupar?

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  16. De volta ao preente, tocando Star Wars em pipe organ. Serve para emoldurar esta matéria feita no passado, sobre coisas do futuro.

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