Acabei de me sentar para escrever. Bem, eu não conseguia ler direito o que aparecia na tela. Tive que pegar meus óculos, pois, eu fui premiado com miopia, hipermetropia e astigmatismo, já que meus olhos são fruto de um maravilhoso design de um projetista inteligente. Esses meus óculos são ótimos e eu os adoro. Suas lentes de resina inquebrável ficam escuros mediante presença de radiação ultravioleta, e sua camada anti-reflexiva ajuda a não ver a minha cara refletida na face interior da lente, o que dificultaria ver algo em ambientes claros. A armação é leve, com hastes bem firmes e resistentes (ainda não comprei uma armação de titânio, mas esta quebra bem o galho). Entretanto, o que eu tenho empoleirado sobre meu nariz funciona da mesma maneira que os óculos que meu pai usa, que meus avós usavam, que os anteriores a eles usavam. Que muitos dos antigos usavam.
Ajeitem suas lentes de leitura, para mais um Livro dos Porquês, que envolverá muita História e sobre assuntos que você não faz ideia que possam estar relacionados (e talvez nem estejam, mas aqui a vontade e o pensamento é o poder. Estou acordando suas mentes para o grande saber!)

Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem.
Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.
Impressoras 3D estão como bluetooth: tudo fica melhor com elas. Seu barateamento acaba sendo a chance de termos em larga escala uma série de produtos, desde várias estatuetinhas do Yoda até algo importante e nem sempre muito barato (mesmo para padrões lá fora. Aqui no Brasil tudo é caro, mesmo, de qualquer forma).
E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Teve uma súbita modinha de livros para colir, como o Jardim Secreto e similares (acho que o título era esse e dei tanta importância que nem pesquisar eu vou). De qualquer forma, cada um faz o que quiser com seu dinheiro, desde que em conformidade com as leis vigentes.
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.
Nuvens são o tipo de coisa subvalorizadas. Eu as acho fascinantes. Para alguns são apenas um amontoado de vapor d’água, mas erram duas vezes. Primeiro, nuvens não são vapor d’água, mas água no estado líquido em suspensão na atmosfera. Em segundo lugar, nuvens nunca são iguais umas às outras. Suas diferentes formações características a fazem ser encaradas como entidades distintas.
Vocês aprenderam a ler mapas… quer dizer, eu espero que sim. Por favor, nãosejam como os imbecis que ficam escandalizados quando a gente diz que pessoas nascidas no Oriente Médio são tão asiáticas quanto russos e chineses. O problema na leitura e representação de mapas é que estamos forçando um sistema que é tridimensional numa figura bidimensional, como é o caso da Projeção de Mercator. Esta projeção cartográfica cilíndrica foi elaborada pelo geógrafo, cartógrafo e matemático Gerhard Mercator, no século XVI, e apesar de serr a mais utilizada no mundo, tem os seus problemas.