
Chegou o domingão de uma semana agitada. Nem postei todos os dias, pelo que me desculpo. Ainda assim, corri para ter algo para não deixar o blog vazio. Espero que tenham gostado. Se não viram, taqui sua chance de ver ou mesmo rever.

Chegou o domingão de uma semana agitada. Nem postei todos os dias, pelo que me desculpo. Ainda assim, corri para ter algo para não deixar o blog vazio. Espero que tenham gostado. Se não viram, taqui sua chance de ver ou mesmo rever.

No artigo anterior sobre automação, eu tinha escrito sobre os dispositivos da Amazon, a linha Echo, com a assistente virtual Alexa. Muito bem, o que de mais simples nós podemos fazer? Eu respondo: ligar qualquer coisa que precise ser ligada na tomada. Para tanto, vamos ver uma tomada inteligente. Continuar lendo “Como fazer café automático: automatizando uma tomada”

Vimos como Homero não só entendia a necessidade de automatizar processos como ele mesmo usou pela primeira vez a palavra “autômato”. Muito legal, mas imagino que você não queira invadir Tróia neste fim de semana. No máximo, ligar coisas elétricas em casa, como sua cafeteira, por exemplo, mas não exclusivamente. Na verdade, você pode ligar qualquer coisa automaticamente usando seu celular ou por comando de voz.
Sim, você pode mandar a sua cafeteira fazer café, mesmo que ela não seja “inteligente”, e isso vale para sua cafeteira elétrica ou qualquer coisa ligada na tomada. Pode mandar ligar a luz da sala ou qualquer dispositivo que tenha sido pensado para automatizar a sua casa. Continuar lendo “Automação com um companheiro”

Esta semana quase foi perfeita. Infelizmente, nada de feriado aqui no Rio, porque anteciparam tudo, o que não fez diferença antes. A semana só não foi péssima porque sempre podemos contar com alguns visitantes idiotas que coroam a área de comentários com suas diarreias mentais. Com isso, tivemos mais uma edição do Voz dos Alienados, mas não só isso. Teve helicóptero voando em outro planeta e idiotas fazendo o favor de se retirarem do mundo por terem ido caçar onde não deveriam.
Vamos para mais uma série de artigos postados durante a semana!

O titânico Titã é gigantesco; uma das maiores luas (ok, satélite natural) do Sistema Solar. Ele é um mundo à parte. Talvez, as respostas de como chegamos aqui estejam lá. Talvez as respostas para perguntas que ainda não foram feitas é que estejam. Um lugar maravilhoso e complexo, lindo e mortal. O que atualmente sabemos sobre ele?

Muitas pessoas gostam de colecionar algo. Theodore Gray não é diferente. Gray é co-fundador da Wolfram Research, com título de bacharel em Química (com ele a oração e a paz!). “Theo”, como gosta de ser chamado, é autor de vários livros e de uma coluna na Popular Science, Olhando para sua sala ele provavelmente pensou: “o que está faltando aqui? Ah, sim, uma tabela periódica!”. Bem, todo químico tenho uma tabela periódica de estimação (a minha está orgulhosamente na parede do quarto. A tabela que eu fiz com as minhas próprias mãos nos tempos da faculdade, há mais de 30 anos!)
Bem, se era para ter uma tabela periódica, Theo fez a sua tabela periódica… na forma de escrivaninha.

Esta semana está muito legal. Primeiro porque eu ganhei uns dinheiros que alguns de vocês me mandaram (MUITO OBRIGADO!). Em segundo porque comecei mais uma série, dessa vez sobre automação. Não será rápido nem postarei tudo de uma vez. Escreverei quando tiver vontade. Mal aê. Em terceiro, voltei a escrever sobre religião. Dessa vez, sobre a origem da festividade de Corpus Christi. Você curte o feriado, mas quer saber de onde veio? Aqui eu explicarei.
Divirtam-se!

Algumas ideias são boas demais para serem ignoradas, mesmo que muitas dessas ideias tenha como principal combustível o álcool, mas não da forma como você possa pensar. E não, não me venham tentar convencer que pessoal que idealizou o projeto SuitSat estava careta, porque vão falhar miseravelmente. Continuar lendo “Apertem o cinto: o astronauta sumiu dentro da roupa”

Existem muito mistérios a serem desvendados. Muitos planetas estranhos e misteriosos que merecem atenção e estudo. Um exemplo é um certo planetinha misteriosamente safado. Ao estudar este planeta, os cientistas podem aprender muito mais sobre exoplanetas, bem como sobre o nosso passado, presente e possível futuro.

No início, havia a singularidade. No momento do Big Bang, o universo começou a expandir, mas era pequeno quente demais para a existência de prótons, elétrons e até fótons. Ao se expandir, prótons e nêutrons, chamados coletivamente de “bárions”, conseguiram se formar.
E este foi o início de nossa aventura, mesmo bilhões de anos de sequer existirmos.