Seria possível saber mais sobre a saúde de pessoas que viveram muito antigamente usando apenas… arte? Sim, é possível. Arte é uma expressão um pouco de nós mesmos sobre nós mesmos. Às vezes exagerada, às vezes fiel. A Antropologia de verdade (não gente que vai em banheiro público saciar seus desejos sexuais) procura entender grupos humanos e como eles viviam. Dá até para saber se eles sofriam de alguma doença congênita.
Sim, arte pode nos dizer muito sobre doenças. Não é nenhuma novidade. Usa-se expressões artísticas para conhecer as condições de doenças mentais dos artistas e até mesmo para saber de problemas reumatológicos de pessoas que foram retratadas em esculturas. Mas uma em particular nos mostra um caso médico mais pronunciado. Uma estátua que retrata um anão.
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Pessoal está entusiasmado com um documento sob a forma de uma carta que Gelileu teria escrito para seu amigo quando durante o processo em que sua batata estava assando em forno eclesiástico. Fui ler o artigo da Ars Technica, parei no primeiro parágrafo, olhei quem escreveu. Sim, jornalista, tinha que ser! Para começar já veio com a bobagem que Galileu foi acusado por dizer que a Terra girava ao redor do Sol. AINDA estão espalhando esta estupidez!
Você estuda, se esforça, trabalha, rala pra danar e, quando chega aonde deseja, bate uma insegurança, como se nada daquilo fosse seu mérito. Você se recusa a aceitar que você é realmente merecedor daquilo, que não passa de um enganador, de um tolo, um mentiroso e… um impostor! Não se preocupe, isso é uma condição psicológica e você pode se livrar dela.
O Museu Nacional foi destruído. Mal sobraram as paredes e umas pouquíssimas coleções. Tudo perdido. Tudo virou cinzas. Tudo virou lágrimas e desespero. A incompetência generalizada deste país fez com que 200 anos de Museu e bilhões de anos de história se perdessem. Começou o empurra-empurra de responsabilidades, quando, no final, ficará por isso mesmo.
Sempre propagam mitos e mais mitos. Ao longo da História muitas histórias ficaram tidas como verdadeiras, mas são mentiras ou desvios da verdade. As coisas não são bem como voc~es aprenderam e uma mentira repetida acaba virando verdade. Em tempos de internet, mais mitos acabam sendo criados. Edison inventou a lâmpada elétrica? Heidy Lamarr inventou o wi-fi? Napoleão era baixinho, né? E o telefone?
A mente humana é misteriosa, idiossincrática, confusa e totalmente gambiarrenta, sendo a coisa mais louca que se tem notícia. Ainda assim, é melhor ter ou se vira nuteleiro. Há um sem-número de condições e/ou síndromes psicológicas de toda espécie. Algumas bem mais esquisitas que outras, como alguém que acha que o pênis está diminuindo (redução genital) ou acha que todos são cópias ou robôs e vivem em um mundo de conspirações.
O casal está em casa. É sábado e a noite está convidativa para ficar em casa. Obviamente, não tem nada na TV que preste, mas com serviços de streaming e a Locadora do Paulo Coelho, basta escolher um filme qualquer para passar. Seria legal pedir alguma coisa, né? Claro! Comida japonesa? Pode ser. A encomenda é feita e algum tempo depois chegam os sushis, os temakis e outras iguarias. Algo trivial e comum, mas pratos como sushis e temakis só são possíveis de fazer graças a um tipo particular de alga. E essa alga só é possível graças a uma mãe zelosa.
Phineas Gage era um operário braçal que trabalhava para uma ferrovia. Um dia tinha uma pedra no meio do seu caminho. No meio de seu caminho tinha uma pedra. A decisão era explodí-la e quando Gage foi socar o explosivo na pedra, o explosivo detonou e a barra de ferro entrou em seu crânio. Ele não morreu, mas virou um ícone para o estudo da Neurociência, e é citado até hoje em publicações e em universidades.