
Ontem foi um dia muito legal. Num papo no twitter, resolvemos acabar com estas besteiras de que alegam ser “questionamentos”!, mas que não passa de diarreia mental, criticando a ida do Homem à Lua. Normalmente, aquelas xaropadas de sempre, que estamos cansados de rebater. Não porque realmente queremos explicar a estes retardados, mas para falar com pessoas que buscam informação. Então, o Sérgio do Space Today, o Lito do Aviões e Música, o Cardoso do Contraditorium e o Junior Miranda, do Homem do Espaço resolveram fazer uma live para conversar sobre o assunto.
Ah, sim. Algum psicopata achou que estes cavalheiros precisavam de alguém manso e puro de coração. Como não encontraram, chamaram a mim, que cheguei dizendo que eu ia falar mal dos imbecis. Perdeu a live? Não final, você poderá vê-la agora.
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O dependente químico chega no Hospital. Ele precisa da substância. Ele está em crise e é questão de tempo; médicos e enfermeiras precisam agir rápido. Primeiro, avaliam se basta dar um pouco da droga da qual o paciente depende, seguido de hidratação. Mas o paciente parece estar em estado mais grave: metabolismo anaeróbio, aumento de cetoácicos, queda de pH, alteração de eletrólitos como sódio e potássio… é preciso agir mais rápido ainda! Correção das alterações dos eletrólitos, reestabelecimento do pH, verificar se tem alguma infecção associada… isso tudo entre outros procedimentos, para, no fim, administrar mais um tanto da substância química da qual aquele paciente diabético tanto necessita: insulina.
E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Qual a origem do amor? Por muito tempo ficou-se com medo de pesquisar sobre isso. Ninguém queria que um sentimento tão sublime fosse escrutinado pela Ciência. E se a resposta minimizasse o sentimento a alguma coisa tão… simples? Como explicar o amor que temos por nossas mães?
Você conhece Papai Noel, o bom São Nicolau. Todo mundo conhece Papai Noel! Ele é a figura natalina mais lembrada, apesar de tão mítica quanto o aniversariante do dia. Com o passar do tempo, a moderna mitologia transformou o Bom Velhinho em alguém que recompensa as criancinhas boas, sendo ajudado por vários duendes. Entretanto, antigamente a história era outra. Ele era ajudado por um ser feio como o Diabo e um demônio que depois virou bonzinho. Afinal, as criancinhas ruins não iam se unir sozinhas, né?
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.
O quanto você acha que é responsável pelas suas decisões? Totalmente? Claro, porque ninguém faz a sua cabeça, certo? Olha, tenho más notícias: você é, sim, influenciado por outras pessoas. Mesmo sem saber.
Este é um drama, uma tragédia, ainda que não grega. Começa com dois irmãos. Gêmeos. E eles compartilharam o mesmo destino. Temos a mãe e o pai, que ainda que tivessem boas intenções (talvez?) sabemos qual lugar quentinho e aconchegante é formado por essas boas intenções. Temos um médico incompetente e um psicólogo sádico. Tudo isso num horrível show de horrores que foi tido como um dos experimentos mais cruéis da história.
O Felipe do Café e Ciência resolveu entrevistar um velho blogueiro das antigas, daqueles que têm muita história pra contar e causos maneiríssimos. Daí ele o convidou, mas o miserável mandou o Lima; daí acabou me entrevistando mesmo.