Novo teste promete apressar o diagnóstico de câncer no ovário

Câncer não é algo legal. Nenhum dos quase duzentos tipos dele. O de ovário é muito sério, já que é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer do colo do útero, embora seja o mais mortal deles, com o agravante de ser difícil de ser diagnosticado. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, a larga maioria dos casos de câncer no ovário é derivada das células epiteliais que revestem o ovário, sendo o restante vindo de células germinativas (vocês sabem: os óvulos) e células estromais, que são as responsáveis pela produção dos hormônios femininos na quase totalidade.

O grande problema do câncer de ovário é seu difícil diagnóstico, muitas vezes demorando anos para que se tenha notícia que o lazarento está lá devorando a pessoa por dentro. Só que uma nova pesquisa promete antecipar em 2 anos a possibilidade de detectar câncer no ovário; e como sabemos: quanto mais cedo se detecta um câncer, mais fácil ele é tratável e curável.

O dr. Robert Graham é pesquisador da Faculdade de Ciências Biológicas da Queen’s University Belfast. Junto com seus colaboradores, tio Bobby resolveu dar boa noite para o câncer de ovário com um exame de sangue capaz de detectar o caranguejão do mal com mais eficiência que os demais métodos.

A estimativa é que, pelo menos, a descoberta do câncer de ovário seja feita 2 anos antes do que os atuais testes. Ficou impressionado? Pois é, eu fiquei!

Tio Bobby e sua equipe (por favor, digam que tinha uma Mary Ellen lá!) analisaram amostras de sangue de 80 indivíduos durante um período de sete anos para desenvolver o teste. Conseguiram descobrir que a presença de biomarcadores capaz de detectar câncer epitelial de ovário.

Em seguida, desenvolveram um teste de triagem para detectar essa ampla gama de biomarcadores, que nada mais é que substâncias químicas secretadas pelas células cancerosas, que acabam por dedurar o caranguejo fidamãe!

Pô, André. Tem mais detalhes?

Tenho algo melhor que isso: o link para o artigo publicado no periódico British Journal of Cancer. Divirta-se!

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