
Há um momento na vida em que o ser humano percebe que o corpo começou a abrir processos administrativos internos contra ele. Normalmente isso acontece quando a pessoa acorda com dor no joelho depois de dormir “errado”, faz um barulho involuntário ao levantar do sofá ou descobre que ficar acordado até 3 da manhã vendo documentário sobre submarinos soviéticos tem consequências um pouco mais profundas do que apenas olheiras. A Ciência agora resolveu oficializar aquilo que muita gente já suspeitava: dormir mal literalmente acelera mecanismos biológicos associados ao envelhecimento.
Nada disso é metáfora motivacional de influenceiro fitness vendendo travesseiro magnético com íons tibetanos. Um estudo recente analisou como padrões ruins de sono alteram relógios biológicos celulares e diversos marcadores ligados ao envelhecimento do organismo. Em resumo: o corpo humano não esquece suas madrugadas criminosas. Ele arquiva tudo como um contador vingativo da Receita Federal molecular. Continuar lendo “Dormiu Mal? Seu DNA se vinga depois e não venha reclamar”








Estamos caminhando de vento em popa para o pico de infecções do COVID-19, também conhecido como coronavírus, ou Coronga, entre os mais chegados. Para quem trabalha como profissional de saúde, a exposição é um risco constante, e por mais que se tenha EPI disponíveis (você não, Brasil) é preciso ter testes à disposição. O problema está aparecendo quando muitas decisões médicas são tomadas por causa dos testes.
Autismo não é uma doença. Isso você já sabe, se lê meu site. São várias doenças compreendidas dentro do mesmo espectro, e é difícil diagnosticar logo de saída. A saída é ter um diagnóstico genérico e dali ir refinando, ao invés de partir para determinar direto qual a doença que a pessoa está acometida, se é que é do espectro autista.