
Jornais estão dando ataque de piti por causa da decisão da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. A loira juntou as pontas dos dedos e mandou um “ma che?” (ok, eu posso estar inventando este detalhe… ou não) anunciou planos para introduzir uma medida governamental que limita o número de estudantes estrangeiros em sala de aula e proíbe o uso de burcas e niqabs nas escolas. Claro, pessoal já tá vociferando chamando-a de direitista, fascista, esgrimista e flamenguista.
Meloninha explicou que a iniciativa também tornaria obrigatória a educação em língua italiana para pais de alunos estrangeiros que enfrentam “sérias dificuldades de integração ao sistema escolar”, e aí mesmo que pessoal surtou. Como assim você tem que saber um mínimo do idioma do país onde você mora? Seria o mesmo absurdo que querer que o brasileiro fale um português passável e compreensível. Continuar lendo “Primeira-Ministra da Itália diz que não tem essa de burca lá, não!”




Câncer não é algo legal. Nenhum dos quase duzentos tipos dele. O de ovário é muito sério, já que é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer do colo do útero, embora seja o mais mortal deles, com o agravante de ser difícil de ser diagnosticado. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, a larga maioria dos casos de câncer no ovário é derivada das células epiteliais que revestem o ovário, sendo o restante vindo de células germinativas (vocês sabem: os óvulos) e células estromais, que são as responsáveis pela produção dos hormônios femininos na quase totalidade.
Eu vivo num mundo em que se preza pela liberdade de pensamento e opinião, mas isso quando seu pensamento e opinião coaduna com o status quo. Isso vale para todos os espectros, e o político não seria diferente. As pessoas comuns, entretanto, vivem num mundinho fantasioso. Acham que tudo está bem e basta escolher certas pessoas para certos cargos, sem examinar detidamente as consequências. Queriam tanto que tivesse mais mulheres no governo, já que competência – segundo este pessoal – é determinada pelo que se tem entre as pernas, mas joelhos falham às vezes.
Vivemos num mundo estranho. Ele já era meio esquisito, mas os atuais comportamentos exagerados o estão deixando insuportável, que acabam confundindo todo mundo. Até não muito tempo atrás, o cavalheirismo (você sabe: abrir a porta para a mulher passar, ajeitar a cadeira para ela se sentar, pagar a conta do restaurante, escolher o vinho etc.) era muito bem visto. Uma exigência para o comportamento masculino.
O que leva as mulheres a se sentirem atraídas por homens (ok,