Descobertos os fósseis mais antigos de flores

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Estamos acostumados a ver plantas com flores e sem flores. Normalmente, as pessoas acham que é tudo planta e planta é tudo igual, mas isso está longe da verdade. A diferença entre uma planta sem flores e uma planta com flores são vários milhões de anos de evolução biológica. Flores e frutos foram tão importantes que criou-se uma denominação exclusiva para essas plantas: angiospermas. Até agora, achava-se que plantas com flores só apareceram há coisa de 130 milhões de anos, no período Cretáceo, mas um fóssil encontrado mostra que já existiam flores muito antes disso.

O dr. Qiang Fu é professor de Paleontologia do Instituto de Geologia e Paleontologia de Nanjing. Sua página oficial traz muitas informações sobre sua linha de pesquisa e como ele ministra as suas aulas.

Ele e seu grupo pesquisam os fósseis de plantas preservadas em 34 lajes de rocha em Xiangshan, uma província de Nanjing, China. Motivos para pesquisar ali? É um sítio paleontológico bem rico, datando do período Jurássico. Com o auxílio de análises microscópicas, o dr. Fu deu de cara com fósseis de flores bem antigas. O problema é que não deveria haver flores no Jurássico, mas as coisas não são como queremos que sejam, elas são como são. Um desses fósseis data de cerca de 174 milhões de anos, mais de 40 milhões de anos do que se julgava o aparecimento das primeiras flores. A plantinha recebeu o nome fofo de Nanjinganthus dendrostyla.


Clica que cresce.
Os tracinhos brancos são a escala e representam comprimento de 1 mm

A bem da verdade, até agora não tinham chegado a um perfeito acordo sobre quando as angiospermas surgiram. Apesar das mais antigas evidências fósseis terem cerca de 130 milhões de anos, análises de relógios moleculares (quando cada molécula bioquímica teria começado a fazer parte do histórico de um determinado ser vivo) apontavam que elas teriam surgido muito mais.

Não, antes que você pergunte, não são as mesmas moléculas. Acontece que traçando a forma como os elementos e moléculas se juntaram para fazer outras estruturas químicas pela primeira vez, estima-se quando aquela substância surgiu por estas bandas do universo. Sim, estou simplificando. Isso faz com que havia sinais. Por exemplo, você tem um gene que é formado por uma série de bases nitrogenadas. Essa estrutura surgiu digamos, há 50 milhões de anos. É provável que aquele trecho de DNA tenha surgido por esta data e se incorporado em seres vivos, que geraram descendentes. Sendo assim, a linhagem é remetida até este ponto. Uma mudança significativa de genes afeta o ser vivo de tal maneira que ele deixou de pertencer a uma espécie e se tornou outra. A informação genética é passada e os genes nada mais são que substâncias químicas que se replicam na hora da reprodução.

Claro, você poderá vir com aquela pergunta “para que eu quero saber isso?”. Sinceramente, não sei para que você iria querer saber, já que quem entrou no site foi você. Acho que é porque você gosta de Ciência e quer aprender mais e saber mais.

A questão é que a pesquisa visa entender a origem das plantas e seus ancestrais. O que ainda não se sabe é que as plantas do gênero Nanjinganthus deram origem a outras plantas, acabando por se tornarem outro gênero (e não apenas outras espécies) ou acabaram numa sinuca evolutiva e dali ficou por isso mesmo, sendo as plantas que temos hoje não tendo nenhuma relação com elas.

Como você quer saber mais, você pode ler a pesquisa publicada no periódico eLife

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Sobre André Carvalho

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