Moléculas orgânicas complexas são encontradas em estrela-bebê

Como diria Isaac Asimov, criacionistas fazem soar como se uma "teoria" fosse algo que você sonhou após ter ficado bêbado a noite toda. Uma das mais idiotas desculpas para Evolução ser uma mentira, na cabeça deles, é que não temos sistemas complexos e, por isso, a vida jamais seria possível sem alguém ficar puxando as cordinhas. Isso, por si só, já mostra a ignorância desse pessoal, já que Evolução não tem nada a ver com origem da vida.

De qualquer forma, algumas substâncias naturalmente se polimerizam, formando substâncias mais complexas, como o formaldeído que produz o paraformadeído. Mas será que poderíamos ter substâncias mais complexas se formando fora da Terra? Não só podemos, como agora temos evidência de substâncias orgânicas se formando em discos proto-planetários, o que eu chamo de "planetas-bebê".

A drª Karin Oberg é professora-assistente com o seu próprio grupo de pesquisa em Astroquímica da Universidade de Harvard. Como toda química que se preze, sua grandiosidade não pode ser medida simplesmente por quanta laje virou. Sendo uma criatura perfeita, seus limites estão para além das fronteiras da Terra, para além do nossos Sistema Solar. Ela e seu grupo estudam processos originais que afetam estrelas e formação de planeta, assim como a complexidade química que ocorre durante estes processos.

A equipe da drª Oberg ainda investiga os processos inversos, ou seja, como a química é diferente nos vários processos astrofísicos, analisando as observações espaciais e espectrais para sondar estrelas e formação de planetas. Dessa forma, o trabalho foi presenteado com a primeira detecção da presença de moléculas orgânicas complexas em um disco proto-planetário em torno de uma estrela jovem.

A pesquisa contou com experimentos de laboratório, visando simular a química e física de mantos de grãos interestelares, bem como análises de observações em infravermelho e ondas de rádio. Mas o que isso significa?

Significa que Química não é aquela chatice sem noção que você aprende no colégio, decidida por pedagogos do MEC que não fazem a menor ideia do que é Química realmente. E ainda temos sorte de não terem colocado "Receitas de Fazer Shampoo I e II". Química é entender as substâncias e prever o que vai acontecer em cada ponto do Universo. Se eu tenho ácidos e bases na galáxia M31, eles irão SEMPRE se neutralizarem se estiverem em quantidades equivalentes. O ácido fluorídrico SEMPRE será capaz de atacar o vidro e outros compostos à base de sílica, e o hidrogênio SEMPRE será inflamável., reagindo com oxigênio numa proporção 2:1 e formando água.

Observações feitas com o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), uma rede de telescópios em Atacama, no Chile, reafirmam que as condições que geraram a Terra e o Sol não são únicos no Universo, como é o caso da MWC 480.

A estrela batizada como MWC 480 é uma estrela menininha, com o dobro da massa de nosso Sol, e localizada a 455 anos-luz de distância, na região de formação de estrelas da constelação de Touro. Ela está rodeada de poeira e gases e vemos ali um exemplo do que aconteceu com o nosso próprio sistema solar. Em sua órbita, uma grande quantidade de rochas, poeira e gases nos lembra nosso Cinturão de Kuiper, uma região que possui milhares de pequenos corpos, ainda congelados por estarem bem longe do Sol.

No caso da MWC 480, as análises de espectrografia revelaram que há substâncias químicas complexas, lá. Não porque se achou uma proteína, que basta o calor de uma frigideira para degradá-la, quanto mais no frio do Espaço.  Já tinha sido encontrado metanol (CH3OH) com uma quantidade nada desprezível que varia entre 0,7 e 10%, o que já dá pra se pensar em ter corrida de fórmula Indy lá, além de formiato de metila (HCOOCH3), éter metílico (CH3OCH3) e etanaldeído (CH3CHO), resultados devidamente publicados AQUI. Agora, foram encontradas substâncias orgânicas derivadas do ácido cianídrico (HCN) como o cianeto de metila (CH3CN)

Cada um acredita no que quiser, mas acho meio improvável que Deus esteja usando um método bem lento para criar vida lá, quando ele pôde fazer uma chuvarada com um estalar de dedos.

As estimativas dos astrofísicos é que a MWC 480 só tem cerca de 1 milhão de anos (nosso Sol tem cerca de 5 bilhões de anos). Mesmo assim, no gélido espaço, vemos substâncias se combinando, formando substâncias mais complexas que gases e substâncias simples, isto é, substâncias formadas por um único tipo de elemento químico.

Vocês podem ler o artigo da drª Oberg publicado na Nature, exceto se você for criacionista.; Nesse caso, ainda baterá o tamborzinho e dirá "não existem substâncias complexas fora da Terra, e isso prova que Evolução é mentira de ateu darwinista". Tolinhos!

30 comentários em “Moléculas orgânicas complexas são encontradas em estrela-bebê

  1. Me pergunto até quando vão continuar a defender o criacionismo, com informações dessa magnitude chegando. Mais uma pedra a menos no frágil alicerce… uma senhora pedra.

      1. “CIência” de criaBURRIcionista é publicada no Facebook.

        Ciência de verdade é publicada na Science, Nature, PNAS etc.

        Mostre os artigos indexados, merdinha. :)

        1. Esse cara não veio me procurar num comentário que eu soltei no Contraditorium, numa situação totalmente nada a ver?

          Não entendi qual é a sua, filho. É meu “telespectador” dos idos tempos do Facebook?

        2. Recebe aí, “god”:

          David L. Abel, “Is Life Unique?,” Life, Vol. 2:106-134 (2012).

          Joseph A. Kuhn, “Dissecting Darwinism,” Baylor University Medical Center Proceedings, Vol. 25(1): 41-47 (2012).

          Michael J. Behe, “Experimental Evolution, Loss-of-Function Mutations, and ‘The First Rule of Adaptive Evolution,’” The Quarterly Review of Biology, Vol. 85(4):1-27 (December 2010).

          Wolf-Ekkehard Lönnig, “Mutagenesis in Physalis pubescens L. ssp. floridana: Some further research on Dollo’s Law and the Law of Recurrent Variation,”Floriculture and Ornamental Biotechnology, 1-21 (2010).

          William A. Dembski and Robert J. Marks II, “The Search for a Search: Measuring the Information Cost of Higher Level Search,” Journal of Advanced Computational Intelligence and Intelligent Informatics, Vol. 14 (5):475-486 (2010).

          Winston Ewert, George Montañez, William Dembski and Robert J. Marks II, “Efficient Per Query Information Extraction from a Hamming Oracle,” 42nd South Eastern Symposium on System Theory, pp. 290-297 (March, 2010).

          David L. Abel, “Constraints vs Controls,” The Open Cybernetics and Systemics Journal, Vol. 4:14-27 (January 20, 2010).

          David L. Abel, “The GS (genetic selection) Principle,” Frontiers in Bioscience, Vol. 14:2959-2969 (January 1, 2010).

          D. Halsmer, J. Asper, N. Roman, and T. Todd, “The Coherence of an Engineered World,” International Journal of Design & Nature and Ecodynamics, Vol. 4(1):47–65 (2009).

          Winston Ewert, William A. Dembski, and Robert J. Marks II, “Evolutionary Synthesis of Nand Logic: Dissecting a Digital Organism,” Proceedings of the 2009 IEEE International Conference on Systems, Man, and Cybernetics, pp. 3047-3053 (October, 2009).

          William A. Dembski and Robert J. Marks II, “Bernoulli’s Principle of Insufficient Reason and Conservation of Information in Computer Search,” Proceedings of the 2009 IEEE International Conference on Systems, Man, and Cybernetics, pp. 2647 – 2652 (October, 2009).

          William A. Dembski and Robert J. Marks II, “Conservation of Information in Search: Measuring the Cost of Success,” IEEE Transactions on Systems, Man, and Cybernetics-Part A: Systems and Humans, Vol. 39(5):1051-1061 (September, 2009).

          David L. Abel, “The Universal Plausibility Metric (UPM) & Principle (UPP),”Theoretical Biology and Medical Modelling, Vol. 6(27) (2009).

          David L. Abel, “The Capabilities of Chaos and Complexity,” International Journal of Molecular Sciences, Vol. 10:247-291 (2009).

          David L. Abel, “The biosemiosis of prescriptive information,” Semiotica, Vol. 174(1/4):1-19 (2009).

          A. C. McIntosh, “Information and Entropy – Top-Down or Bottom-Up Development in Living Systems,” International Journal of Design & Nature and Ecodynamics, Vol. 4(4):351-385 (2009).

          A.C. McIntosh, “Evidence of design in bird feathers and avian respiration,”International Journal of Design & Nature and Ecodynamics, Vol. 4(2):154–169 (2009).

          David L. Abel, “The ‘Cybernetic Cut’: Progressing from Description to Prescription in Systems Theory,” The Open Cybernetics and Systemics Journal, Vol. 2:252-262 (2008).

          Richard v. Sternberg, “DNA Codes and Information: Formal Structures and Relational Causes,” Acta Biotheoretica, Vol. 56(3):205-232 (September, 2008).

          Douglas D. Axe, Brendan W. Dixon, Philip Lu, “Stylus: A System for Evolutionary Experimentation Based on a Protein/Proteome Model with Non-Arbitrary Functional Constraints,” PLoS One, Vol. 3(6):e2246 (June 2008).

          Michael Sherman, “Universal Genome in the Origin of Metazoa: Thoughts About Evolution,” Cell Cycle, Vol. 6(15):1873-1877 (August 1, 2007).

          Kirk K. Durston, David K. Y. Chiu, David L. Abel, Jack T. Trevors, “Measuring the functional sequence complexity of proteins,” Theoretical Biology and Medical Modelling, Vol. 4:47 (2007).

          Wolf-Ekkehard Lönnig and Heinz-Albert Becker, “Carnivorous Plants,” inHandbook of Plant Science, Vol 2:1493-1498 (edited by Keith Roberts, John Wiley & Sons, 2007).

          David L. Abel, “Complexity, self-organization, and emergence at the edge of chaos in life-origin models,” Journal of the Washington Academy of Sciences, Vol. 93:1-20 (2007).

          Felipe Houat de Brito, Artur Noura Teixeira, Otávio Noura Teixeira, Roberto C. L. Oliveira, “A Fuzzy Intelligent Controller for Genetic Algorithm Parameters,” inAdvances in Natural Computation (Licheng Jiao, Lipo Wang, Xinbo Gao, Jing Liu, Feng Wu, eds, Springer-Verlag, 2006); Felipe Houat de Brito, Artur Noura Teixeira, Otávio Noura Teixeira, Roberto C. L. Oliveira, “A Fuzzy Approach to Control Genetic Algorithm Parameters,” SADIO Electronic Journal of Informatics and Operations Research, Vol. 7(1):12-23 (2007).

          Wolf-Ekkehard Lönnig, Kurt Stüber, Heinz Saedler, Jeong Hee Kim, “Biodiversity and Dollo’s Law: To What Extent can the Phenotypic Differences betweenMisopates orontium and Antirrhinum majus be Bridged by Mutagenesis,”Bioremediation, Biodiversity and Bioavailability, Vol. 1(1):1-30 (2007).

          Wolf-Ekkehard Lönnig, “Mutations: The Law of Recurrent Variation,” Floriculture, Ornamental and Plant Biotechnology, Vol. 1:601-607 (2006).

          David L. Abel and Jack T. Trevors, “Self-organization vs. self-ordering events in life-origin models,” Physics of Life Reviews, Vol. 3:211–228 (2006).

          David L. Abel and Jack T. Trevors, “More than Metaphor: Genomes Are Objective Sign Systems,” Journal of BioSemiotics, Vol. 1(2):253-267 (2006).

          Øyvind Albert Voie, “Biological function and the genetic code are interdependent,”Chaos, Solitons and Fractals, Vol. 28:1000–1004 (2006).

          Kirk Durston and David K. Y. Chiu, “A Functional Entropy Model for Biological Sequences,” Dynamics of Continuous, Discrete & Impulsive Systems: Series B Supplement (2005).

          David L. Abel and Jack T. Trevors, “Three subsets of sequence complexity and their relevance to biopolymeric information,” Theoretical Biology and Medical Modeling, Vol. 2(29):1-15 (August 11, 2005).

          John A. Davison, “A Prescribed Evolutionary Hypothesis,” Rivista di Biologia/Biology Forum, Vol. 98: 155-166 (2005).

          Douglas D. Axe, “Estimating the Prevalence of Protein Sequences Adopting Functional Enzyme Folds,” Journal of Molecular Biology, Vol. 341:1295–1315 (2004).

          Michael Behe and David W. Snoke, “Simulating evolution by gene duplication of protein features that require multiple amino acid residues,” Protein Science, Vol. 13 (2004).

          Wolf-Ekkehard Lönnig, “Dynamic genomes, morphological stasis, and the origin of irreducible complexity,” in Valerio Parisi, Valeria De Fonzo, and Filippo Aluffi-Pentini eds., Dynamical Genetics (2004).

          Stephen C. Meyer, “The origin of biological information and the higher taxonomic categories,” Proceedings of the Biological Society of Washington, Vol. 117(2):213-239 (2004) (HTML).

          Frank J. Tipler, “Intelligent Life in Cosmology,” International Journal of Astrobiology, Vol. 2(2): 141-148 (2003).

          David L. Abel, “Is Life reducible to complexity?,” Fundamentals of Life, Chapter 1.2 (2002).

          David K.Y. Chiu and Thomas W.H. Lui, “Integrated Use of Multiple Interdependent Patterns for Biomolecular Sequence Analysis,” International Journal of Fuzzy Systems, Vol. 4(3):766-775 (September 2002).

          Michael J. Denton, Craig J. Marshall, and Michael Legge, “The Protein Folds as Platonic Forms: New Support for the pre-Darwinian Conception of Evolution by Natural Law,” Journal of Theoretical Biology, Vol. 219: 325-342 (2002).

          Wolf-Ekkehard Lönnig and Heinz Saedler, “Chromosome Rearrangement and Transposable Elements,” Annual Review of Genetics, Vol. 36:389–410 (2002).

          Douglas D. Axe, “Extreme Functional Sensitivity to Conservative Amino Acid Changes on Enzyme Exteriors,” Journal of Molecular Biology, Vol. 301:585-595 (2000).

          Solomon Victor and Vijaya M. Nayak, “Evolutionary anticipation of the human heart,” Annals of the Royal College of Surgeons of England, Vol. 82:297-302 (2000).

          Solomon Victor, Vljaya M. Nayek, and Raveen Rajasingh, “Evolution of the Ventricles,” Texas Heart Institute Journal, Vol. 26:168-175 (1999).

          W. A. Dembski, The Design Inference: Eliminating Chance through Small Probabilities (Cambridge: Cambridge University Press, 1998).

          R. Kunze, H. Saedler, and W.-E. Lönnig, “Plant Transposable Elements,” inAdvances in Botanical Research, Vol. 27:331-470 (Academic Press, 1997).

          Charles B. Thaxton, Walter L. Bradley, Roger L. Olsen, The Mystery of Life’s Origin: Reassessing Current Theories (New York: Philosophical Library, 1984; Dallas, Texas: Lewis & Stanley Publishing, 4th ed., 1992).

          Stanley L. Jaki, “Teaching of Transcendence in Physics,” American Journal of Physics, Vol. 55(10):884-888 (October 1987).

          Granville Sewell, “Postscript,” in Analysis of a Finite Element Method: PDE/PROTRAN (New York: Springer Verlag, 1985) (HTML).

          William G. Pollard, “Rumors of transcendence in physics,” American Journal of Physics, Vol. 52 (10) (October 1984).

          Vide mais aqui http://sententias.org/2012/02/15/id-papers/

          1. David L. Abel, “Is Life Unique?,” Life, Vol. 2:106-134 (2012).

            Você se refere a ESTE LIXO, que nem fator de impact tem? Segundo este blábláblá, sem nenhum dado, experimento ou pesquisa, baseando apenas “m,imimi as formas de vida não puderam aparecer sem um criador inteligente”

            Terceiro, seu imbecil, origem da vida não tem nada a ver com evolução, meu caro idiota.

            Quarto: Department of ProtoBioCybernetics and ProtoBioSemiotics, Origin of Life Science Foundation. Onde fica isso? Porque o Academia.edu só traz o Abel como “cientista” de lá. Nada na Nature ou Science. Ihhhh

            Doravante, Abel será ignorado.

            Joseph A. Kuhn, “Dissecting Darwinism,” Baylor University Medical Center Proceedings, Vol. 25(1): 41-47 (2012).

            Você se refere a ESTE artigo em que Kuhn defende a Evolução das espécies, meu caro idiota? :)

            Behe. Interessante, pois na Caixa Preta de darwin, Behe DEFENDE a Evolução das espécies. O que ele diz é que a Vida precisou surgr com um criador. :D

            Behe é evolucionista! HAHAHAHAHA Seu idiota ignorante!

            Wilson Ewert: refutado AQUI

            International Journal of Design & Nature and Ecodynamics: Não é publicação indexada. É revistinha criacionista.

            Não tem nenhum Science, Nature ou PNAS, não? Tem que ser jornalzinho criaBURRIcionista?

            Meh, não perco mais meu tempo contigo, não.

        3. Covarde tsc tsc, toma aí a resposta (não precisa publicar, covardão, mas não vou deixar um mané cantar de galo pra cima de mim)

          “god” e seu confirmation bias.. O mesmo indivíduo que
          desesperadamente tenta invalidar todos esses papers baseado em mero ad
          hominem é o mesmo que piamente crê que algumas moléculas esparsas no
          meio estelar bastarão para formar vida, ao longo de trocentos milhões de
          anos…

          Um pouco de pesquisa honesta facilmente levará qualquer
          um a rejeitar a abiogênese como um mero delírio. Com relação ao RNA
          world, existem “problemas” (o mais correto seria usar a palavra
          IMPOSSIBILIDADES) causados pela instabilidade horrenda da ribose (e sua
          homoquiralidade), citosina, adenina, escassez de fontes de fósforo livre
          e REATIVO na Terra, problemas com a INFORMAÇÃO GENÉTICA, reações que
          formam as purinas e pirimidinas, a instabilidade das ligações dos a.
          nucleicos, só para dizer os principais xD xD xD

          Sobre os
          peptídeos, temos o dilema da homoquiralidades dos aa’s, a faixa dos 20
          tipos essenciais espécificos dentre uma lista de milhares, a
          instabilidade dos aa’s, a absurdamente difícil reação de condensação,
          necessária para formar oligomêros, sem mencionar o dilema da organização
          e conformação das proteínas sem ter um código genético com a “receita”
          exata para sua formação.. (fora estudos demonstrando que proteínas não
          podem evoluir).

          Metabolismo-primeiro, e a hipótese de lipídios primeiro são tão toscas que nem precisa-se comentar..

          Agora,
          estou nem aí para a tua choradeira, problema seu se aceita ou não os
          artigos, vc pediu indexados e eu satisfiz issso. Eu não ligo se Behe ou
          fulano aceitam a evo, eu tenho mente própria ;)

          Não preciso que autoridades pensem por mim, como fazem muitos por aí…

          E
          mais, criatura, se os cientistas aplicam a evolução e usam termos
          referentes a esse mito em seus artigos sobre abiogênese, quem é vc para
          alegar que evolução e biopoese não são relacionadas? Um SÓ exemplo
          dentre milhares:

          “Evolvable Self-Replicating Molecules in an Artificial Chemistry” http://www.sq3.org.uk/Evolution/Squirm3/evselfreps.pdf

          OLÉ!!!

          1. This paper gives details of Squirm3, a new artificial environment based on a simple physics and chemistry that supports self-replicating molecules somewhat similar

            to DNA.The self-replicators emerge spontaneously from a random soup given the right conditions.Interactions between the replicators can result in mutated versions that can out-perform their parents.We show how artificial chemistries such as this one can be implemented as a cellular automaton. We concur with [9] that artificial chemistries are a good medium in which to study early evolution

            ‘a self-reproducing organizational form constructing itself in a simple environment and capable of evolution’

            unlike our typical experience with engineering where complexity necessarily decreases as machines produce other machines, evolution provides a mechanism whereby complexity can increase with successive generations. This evolutionary growth of complexity has never been conclusively demonstrated in a simulated system and is the ultimate goal of our work.

            Você deveria ler o que posta antes. Eles estão falando de experimentos com proteínas desenhadas por eles, e eles fizeram por modelos computacionais, não no mundo natural, sua MULA!

          2. Dr. André, dado que a modelagem seja suficientemente semelhante à realidade do nosso universo, esse artigo não estaria APOIANDO a abiogênese, que o criacionista está tentando refutar?

          3. Apenas uma dúvida, André.
            Sendo químico como ele, qual sua opinião sobre um profissional com trocentos artigos publicados, (só que nada que comprove o DI) que deveria ser um símbolo da ciência brasileira, e talvez até um grande divulgador dela, mas que resolve sair divulgando pseudociência e falando merda em nome de seu fanatismo religioso?

          4. O cidadão se auto-refuta, pensa que evolução busca explicar a origem da vida, e sai cantando vitória. Além de que afirma que a biopoese não é possível, mas nem sequer apresenta os artigos revisados por pares que confirmem suas afirmações.

            PS: André, será esse um Sabino 2.0?

          5. Olhando o perfil do camarada no Disqus, dá para ver que ele é um verdadeiro sofativista do criacionismo.

            Eu já estava me sentindo importante, mas ele só está agindo de acordo com a própria natureza.

            P.S.: Eu gostaria de ver, Wallace, uma prova irrefutável de que aquela “praga” que assola o ISIS é proveniente do seu “projetista inteligente” (que eu carinhosamente apelido de “O jogador de The Sims mais escroto da existência”). Eu sei bem que se enquadra naquela TJR “Eu digo as besteiras, você procura as fontes”, mas, isso me alegraria mais um dia!

          6. “Com relação ao RNA world, existem “problemas” (o mais correto seria usar a palavra
            IMPOSSIBILIDADES)”.

            Suponho que o colega tenha dezenas de artigos publicados em periódicos revisados por pares, como Nature, Science ou PNAS que corroborem sua afirmação.

      2. Tudo bem, meu prezado criacionista. Poderia então explicar ou refutar o artigo acima com base em suas convicções ? Aproveita e nos dê evidências do criador, se não for pedir muito…

        1. Pede evidências do Criador, mas não pede evidências para a vida surgindo acidentalmente, em “sopões” como o de Darwin, Oparin, Miller, etc..

          O “artigo” acima é tipicamente padrão “ceticismo.net”, completamente raso, sensacionalista, e omitindo todos os fatos e dados refutando as alegações pró-biopoese :D

          Bem, a ciência explica melhor do que eu: https://www.facebook.com/TeoriadoDesignInteligente/photos/a.341731619300818.1073741827.323815004425813/546241918849786/?type=1&theater

          1. Como já foi dito pelo André logo acima, o evolucionismo nunca se propôs a explicar a ORIGEM da vida, e sim como ela se diversificou ao longo das eras. Isso é ser honesto cientificamente. Ainda não se tem respostas para tudo, e não há problema nenhum em admitir isso. O que não se pode é ficar no conformismo por simples tradição e crenças ultrapassadas há tempos.

      3. Grandes merdas esse desafio seu.
        Os caras nem citam o termo Design Inteligente na pesquisa e vcs já pulam felizes da vida.
        Michael Behe? Não foi esse que escreveu “A Caixa Preta de Darwin”, um livro todo escrito na base da falácia de apelo à ignorância?
        Tão refutado que que a própria universidade onde trabalhava lançou nota em seu site dizendo que as opiniões dele não reflete as opiniões dela?

        Mas somos céticos arrogantes. Ok, mostre nos os artigos indexados.

        1. Behe disse na Caixa Preta de darwin que Evolução existe. Ele é contra o surgimento da vida. Só que ele é tão ignorante quanto a ralé que o segue que acha que Darwinismo é a origem da vida.

    1. Já foi colocada uma bigorna de chumbo sobre o assunto faz tempo. As pessoas que defendem o criacionismo são irracionais por natureza, logo não importa os argumentos e as provas que ficam cada vez mais em evidência com o passar dos séculos, tais pessoas ainda se manterão na escuridão.

  2. Quando se estuda a evolução percebe-se o quanto ela é magnífica.
    Um princípio muito simples (a não ser para os criacionistas) que explica com perfeição a origem da complexidade da vida. Pena que os criacionistas simplesmente ignoram as evidências de sua veracidade.

  3. enquanto 100 pessoas leem essa materia 10.000 leem na folha universal a manchete ”ateus tentam provar que Deus não existe alegando descobrir substancias em estrela a bilhões de anos luz da Terra” triste

    1. Pior que tô discutindo com um crentelho acéfalo exatamente sobre isso no UOL Ciência. E pelos argumentos estúpidos, é daqueles que acha que a Evolução explica a origem da vida. KKK

    2. Futuramente dessas 100 pessoas poderão sair potenciais cientistas que darão potenciais contribuições à humanidade.
      E isso pra mim basta.

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