Hubble e James Webb: Os exploradores do Cosmos

Assim como o Hubble, o James Webb tem a missão de perscrutar o espaço. Juntos eles investigam a origem do cosmo, procurando respostas para o que aconteceu no Início. Com suas tecnologias, nós entendemos melhor o que tem lá fora e, assim, podemos entender a nós mesmos.

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No duelo de luzes, a artificial sempre ganha

Quando você viu o céu coalhado de estrelas da última vez? Era no centro de alguma capital? Pois, é. Tá difícil ver as estrelas fora o nosso Sol. A iluminação artificial das cidades faz com que as pobres estrelas tenham p seu brilho ofuscado. Astrônomos medem de um a nove, na escala de Bortle, o quanto a iluminação artificial atrapalha a visão do céu noturno; e este vídeo feito em 2016, rodado principalmente na Califórnia por Sriram Murali, percorre todos os níveis da escala, mostrando como a visão do Cosmos fica melhor em áreas menos poluídas pela luz.

Eu ainda quero ver o céu estrelado novamente, mas sei que, para isso, terei que ir bem para o interior, pois somos reféns de nosso próprio desenvolvimento tecnológico. Continuar lendo “No duelo de luzes, a artificial sempre ganha”

Como as primeiras estrelas se formaram?

Como as primeiras estrelas se formaram? Para ajudar a descobrir, a simulação de computador SPHINX da formação de estrelas no início do universo foi criada, alguns resultados dos quais são mostrados no vídeo apresentado. Além da radiação de fundo, o universo estava escuro. Logo, pequenos aglomerados de matéria ricos em gás hidrogênio começam a se aglutinar nas primeiras estrelas.

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Monstros espaciais travam batalha. Só pode haver um!

Todo mundo sabe que buracos negros são fascinantes, mas uma catástrofe. Se não uma catástrofe espacial, ele pode gerar coisas bem horrível, como o filme Interestellar. Até mesmo uma estrela se ferra se chega muito próxima de um buraco negro. A grande pergunta é “ok, mas o que acontece?” Continuar lendo “Monstros espaciais travam batalha. Só pode haver um!”

Ecos do Surgimento do Universo

No início, havia a singularidade. No momento do Big Bang, o universo começou a expandir, mas era pequeno quente demais para a existência de prótons, elétrons e até fótons. Ao se expandir, prótons e nêutrons, chamados coletivamente de “bárions”, conseguiram se formar.

E este foi o início de nossa aventura, mesmo bilhões de anos de sequer existirmos.

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O segredo triplo do guerreiro

Você deve gostar das Três Marias. Ela é um conjunto de três estrelas (duh!) bem distinguível no céu noturno. Na verdade, aquela é a constelação de Órion, o Caçador, e aqui no hemisfério sul aparece de cabeça pra baixo. Órion é uma constelação fascinante, e para se estudar melhor, é dividida em partes, por assim dizer. O GW Orionis está associada à região de formação estelar Lambda Orionis e possui um disco protoplanetário circuntrinário estendido.

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O maravilhoso pio da Águia Espacial

A Nebulosa da Águia está situada a cerca de 6.500-7.000 anos-luz da Terra. Se viajássemos à velocidade da Luz (e nada viaja mais rápido que a Luz) demoraríamos quase 7 mil anos para chegar lá. É muito tempo. E isso sem contar com a dilatação espaço-tempo. Esses “quase 7 mil anos” são válidos apenas dentro da nave. A imagem acima, feita pelo Hubble, é apenas um pequeno trecho desta nebulosa; batizado de Pilares da Criação, estas estruturas são absurdamente enormes, com anos-luz de altura… ou pelo menos era assim há muito, muito tempo. Eles não existem mais, e se ainda os vemos, é por causa dos truques que a luz nos prega. Lembram que eu falei que demora quase 7 mil anos na velocidade da luz? Pois é.

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