Neo-Nazistas seguidores de Buda barbarizam na Birmânia. MAS HEIN?

Eu consigo entender a maluquice crental de invadir qualquer artigo para dizer que o Big Bang jamais poderia ter ocorrido e que Evolução é mito. Mas budista ser neo-nazista é um pouco demais para a minha cabeça, mas naqueles cafundós do Judas da Birmânia (também chamada de Myammar, mas não faz muita diferença) é sempre quinta-feira, e quinta-feira é dia em que tudo pode acontecer.

Como religião é uma coisa boa e apenas pessoas que não são religiosas é que são antiéticas, os preclaros neo-nazis seguidores da religião da Paz saem na porrada com seguidores de outra religião de paz e carinho: os muçulmanos. Você ainda espera que o mundo faça sentido?

A notícia foi veiculada pelo Asian Times, especializado em trazer notícias da Ásia, mas creio que você foi inteligente o suficiente para deduzir isso. Ou não.

Vamos ser honestos, ninguém em pleno gozo de suas faculdades mentais (já ouvi gente perguntando se para ter isso era preciso prestar vestibular) consegue compreender por que a bosta do Japão entrou na 2ª Guerra como aliado dos alemães. Será que eles se julgaram arianos? Bem, tem muitas explicações, mas sejamos francos: essa porcaria não faz sentido, mas se sentido fizesse, guerra não seria.

Agora, vemos o ressurgimento de mais um bando de malucos, adoradores de Hitler. Isso nem seria tanta novidade, mas a questão é que os caras são… budistas. Não, é sério! O cara é budista, tem aquelas filosofias todas e tal e é… neo-nazistas? Não, pombas, alguém deve estar de sacanagem. Primeiro, é o Kim Jong Dois bancando vilão de história da Turma da Mônica ameaçando guerra global termonuclear (ele deve ter visto uma reprise de War Games). Agora, os babacas de buda de fora querem sair na porrada com os camelinhos de Allah. Israel já entrou em alerta e a França prepara a carta de rendição. O Brasil ficará triste com a perda do potencial turístico e os EUA estão preocupados se o Obama cortou a unha do dedão do pé.

Enquanto isso, budistas usam toda a filosofia milenar para sair perseguindo muçulmanos, destruindo casas e promovendo ódio generalizado. Como ninguém é tão bonzinho assim, muçulmanos revidam. E por causa de quê? Que palestinos e israelenses saiam na porrada por causa daquele naco de deserto, é compreensível (embora eu ache estupidez), mas em Myammar estão brigando pelo quê? "Meu gordão é mais cabra que seu tocador de camelo"?

O mundo continua sendo o que sempre foi. Mas n~´ao venham me dizer que religião ensina às pessoas que devem ser éticas, ok?


XBox 1. A japinha da foto é meramente ilustrativa.
XBox 2. Estou doido para visitar a Birmânia, só que não.
XBox 3. Ué, não era PS?

10 comentários em “Neo-Nazistas seguidores de Buda barbarizam na Birmânia. MAS HEIN?

  1. What The Fuck Did I Just Read?

    Por essa eu não esperava! Até os budistas? :shock:

    XBox 1: Juro que não havia percebido que era PS. Meu cerebro só “apitou” na terceira geração do console, digo, na terceira nota!

  2. Cara, louco mesmo, uma contradição dentro da contradição.

    Sobre a 2º Guerra Mundial acredito que seja mais pelo modelo politico da época… O Japão era meio Imperialista e ouve mais preocupação por parte da Alemanha com a possível entrada do EUA. “Ou seja, os caras são amarelos mas podem segurar os Yankees até eu acabar com a Europa.”

    Tem uma historia extra-oficial que fala do então Presidente Getúlio que era mais favorável ao lado do Eixo do que dos Aliados, foi vitima de um jogo de espiões por parte da Inglaterra que enviou varias cartas para o Brasil se fazendo passar pela inteligencia Italiana xingando o Presidente Getulio do tipo: “O baixinho e gordinho já decidiu aderir a nossa causa”… Obviamente as cartas foram confiscadas pelo Getulio que no outro dia aderiu aos Aliados.

    Mas já imaginou também os nossos soldados negros/morenos/amarelos/vermelhos matando pelo Fuhrer!

    1. @Gabriel_Paulino, Japão, Itália e Alemanha possuam um pacto de defesa mutua, quema gradisse algum desses países teria que lidar com os outros.
      Os EUA não eram preocupação da Alemanha, já que, aparentemente, eles preferiam esperar o conflito na Europa acabar para ver o que fazer da vida.
      O que fudeu a vida dos alemães foi que o japão atacou os EUA, uam represária dado o histórico comercial dos dois países. Oficialmente a Alemanha não tinha obrigação de ajudar o Japão, já que o pacto era de defesa, mas logo em seguida a Alemanha declarou guerra aos EUA tb.
      Quando ao fato dos japas gostarem da Alemanha, o pensamento de raça pura tb existia no povo japonês, numa espécie de “raça pura oriental”.

        1. @André, Pelo pouco que conheço da história do lado de lá do mundo, o Japão sempre foi um coloniador muito agressivo com os países colonados (China e Coréia, p.ex.), sempre colocando esse lado étnico acima de tudo!

  3. Na verdade algumas religiões ensinam as pessoas a serem éticas, porém se elas vão seguir ou não é outra estória.

    O artigo abaixo mostra um lado interessante do editorial da Nature:
    http://www.nature.com/news/a-pope-for-today-1.12627

    “Science and faith can provide complementary world views, with progress in science informing and often challenging the rationale of Church doctrines, and vice versa: faith can often add much-needed dimensions of ethics and social justice to advances in science and their impact on society. Clashes are inevitable between people of different beliefs, but both science and religion are best served by building bridges across the divides. “

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