Escalada de violência na Índia deixa os cidadãos estarrecidos

ÍNDIA, URGENTE!

O Oriente Semi-distante está em terríveis situações. A Índia, por exemplo, tendo uma vasta área abrigando uma população multicultural e pluri-religiosa, em que castas ainda são uma realidade, promovendo constantes instabilidades entre hindus e muçulmanos, fazem do país um eterno barril de pólvora. Não apenas isso, o imenso disparate entre classes, clãs, famílias e coisas do gênero não acalmam um lugar em que deveria ser visto como um lugar de cultura milenar, berço de uma das religiões mais tranquilas, mas se virmos como são realmente os budistas e hindus, passamos a ver tudo com uma outra óptica.

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Quando comeram, espancaram e enforcaram um político. Não nessa mesma ordem

Este foi um caso que aconteceu nos Países Baixos, apesar de todo mundo chamar de Holanda, mas quando falam Holanda, não é bem Holanda, ok? São os Países Baixos, ainda que o caso tenha acontecido na Holanda, a província. A República dos Países Baixos foi estabelecida depois que sete províncias holandesas (pois é, o gentílico é esse. Mais para frente eu volto a este assunto) se revoltaram contra o domínio espanhol, no evento do chamado Guerra dos 80 anos. Com isso, as províncias de Groningen, Frisia, Overijssel, Guelders, Utrecht, Zelândia e… Holanda formaram uma aliança em 1579 – no que foi chamado União de Utrecht – e mostraram o dedo médio para a Espanha, declarando sua independência em 1581 por meio do “Ato de Abjuração”. Continuar lendo “Quando comeram, espancaram e enforcaram um político. Não nessa mesma ordem”

Guerra de Legos

Em 1º de julho de 1942, as divisões SS Panzer, comandadas por Erwin Rommel, atacaram a cidade de El Alamein, ao norte do Egito, bem na costa do Mar Mediterrâneo, a 240 km a noroeste do Cairo. A ideia de Rommel era tomar conta do Canal de Suez e assegurar o petróleo do Golfo Pérsico para abastecer a máquina de guerra nazista. Começou aí a Primeira Batalha de El Alamein. Continuar lendo “Guerra de Legos”

Guerra na Ucrânia desperta grupo da Klu Klux Klan no Qatar

A guerra acontecendo na Ucrânia está fora de controle, como mostra a foto de abertura: um tanque atacando uma loja supostamente nazista. Quando o exército cazaque saiu de Moscou e tomou a cidade fronteiriça Duschamé, no noroeste da Ucrânia, grupos radicais brotaram no país todo. Um deles é o grupo esquerdo-separatista Rinat Dasayev, comandando vários ataques a Marcóvia. A ideia é distrair a população para o ponto real de ataque: o Qatar.

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Amor cristão diz que a gays são culpados pela guerra na Ucrânia

O Cristianismo tem, uma relação bem definida com pessoas LGBT<sopa de letras>: eles odeiam gays e seus congêneres. Não é uma questão de ruindade, é o que diz a Bíblia, desde “gays não entrarão no Céu” até “mete a porrada e mate de pedrada”.

Para juntar o insulto à injúria, agora o pessoal LGBT<sopa de letras> está sendo responsabilizado inclusive pela guerra na Ucrânia.

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Talibã Paz e Amor pede pra Rússia e Ucrânia darem abracinho e prometerem ser amigos

Diz-se que política faz estranhos parceiros de cama. Quando tem guerra envolvida, a coisa escala de sobremaneira. Claro, se formos examinar o cerne da situação e estudarmos um pouquinho de História, entendemos muito bem. Um exemplo disso é o arranca-rabo que chamamos de guerra que está rolando na Ucrânia, que está sofrendo uma invasão por parte dos russos.

Sabem quem ficou do lado dos ucranianos, denunciando a violência russa e pedindo calma nessa hora? O talibã.

Olhando pra Meca e fazendo cara de Ué, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Pesquisadores mapeiam de genes que datam das Cruzadas. Jornaleiro se preocupou com a cabeça

Guerras hoje são muito o do sem-graça. Segundo historiador militar e filósofo capitão Rodrigo Cambará, guerras existem para dar diversão aos homens. Ficar numa salinha com ar-condicionado e um whey do lado apertando botões para que um Predator mande umas democracias do outro lado do mundo é algo que qualquer mané faço. Isso nem dá mais terror, só faz pessoal ficar bolado. Bom mesmo era antigamente, quando nossos ancestrais saíam na porrada no mano-a-mano, esmagando os seus inimigos, vendo-os fugindo diante de você e ouvindo o lamento de suas mulheres. Isso sim era maneiro. O cara tá lá escondido numa fortificação, aquele covarde? Manda-se um recado. Como? Catapultando a cabeça de alguém com aquele recadinho silencioso “saca só o que eu vou fazer contigo!”.

Mas calma lá. isso você acha hardcore demais? Pois melhora (ou piora, dependendo de qual lado você está lutando): há evidências que pessoal juntou o insulto à injúria e mandou a cabeça de um camarada não só para espalhar terror, mas doenças também, comprovando mais uma vez que guerra biológica não é coisa recente.

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Guerras Estúpidas

Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.

Aqui uma breve listinha de guerras com alguns dos motivos mais estúpidos.

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Millenial foge pro ISIS, se ferra e agora quer voltar. Ema Ema Ema, dizem ingleses

Shameema é uma millenial, e millenial só faz merda. Como sabemos, jovem tem que acabar, mas a vantagem de gente como a Shameema é que eles mesmos dão um jeito de se auto-acabar. Shashá, por exemplo, meteu a louca e cismou que tinha que ser soldado do ISIS, malvadona e se mudou do Ocidente decadente e povoado por infiéis para um lugar excelente para constituir uma vida de aventuras: A Síria. Por algum processo que não me entra na cabeça, ela achou que isso era uma atitude inteligente, e, bem, não era. O caldo engrossou lá, deu muito ruim, e agora ela quer voltar para a Inglaterra para ter seu terceiro filho, antes que ele tenha o destino dos outros dois anteriores e possa sobreviver.

Autoridades inglesas estão na base do Fuck You, m’lady.

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Teoria do Conflito Realístico

Na década de 60, Muzafer Sherif resolveu testar a Teoria do Conflito Realístico, em que grupos isolados concorrendo por recursos acabaria partindo pra selvageria. Ele testou isso num acampamento de escoteiros, separando dois grupos de jovens, que tinham excelente entrosamento entre si, mas passaram a hostilizar o outro grupo, porque perdiam as disputas e os brindes, quase chegando nas vias de fato.

Isso prova como o ser humano está sempre a um passo de guerrear com outros seres humanos e isso expõe muito bem que tipo de pessoas nós somos.

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