
No apagar das luzes de 2019, quando o fantasmas da pandemia estava rondando até se tornar uma desgraça, eu postei um artigo chamado A cartinha de uma cobra. Ali, eu disse que não ia me render. Disse que eu não ia ser extinto passivamente; e se alguém não quisesse ler o meu blog e nem quer retuitar porque é um maldito covarde, eu não dou a mínima. e continuo não dando. Ainda estou aqui.
Eu disse e eu mantive. Não abandonei os leitores do blog. Não fiquei postando tanta notícia ou divulgações científicas sem sentido num mundo que odeia ciência. Eu contei as histórias que eu quis, eu expliquei as ocorrências que me deu na telha, eu escrevi um bocado e me diverti um bocado.
A liberdade é aquela que você se solta dos grilhões que você mesmo se acorrentou. eu me limitei ao longo dos anos. Não mais. Estou em paz e bem. Peguei o selo viagra do Twitter e tenho postado lá, e se você não viu ou não se interessou… bem, não sei nem por que está lendo este texto. Visitante novo? Pois, é, irmãozinho. Tem uma pá de artigos aqui desde 2006 e eles continuarão. Eu continuarei.
Eu avisei no ano de 2019 que ninguém ia me segurar. Os ateus de fim-de-semana vieram e se foram. Os (pseudo)divulgadores de ciência vieram e se foram. Os influenceiros estão ali, mas terão o mesmo destino.
Talvez não hoje, talvez não 2024, mas sabemos o que será o futuro, e eu irei ver este futuro. Eu noticiarei este futuro quando ele se tornar presente. Aqui, no meu blog. E eu rirei de todos. E eu olharei das alturas, bem para as profundezas para onde o lixo foi varrido e direi “vocês são apenas mais um grupo. Já surgiram outros. Sempre surgem outros. Eu? Eu sou o Senhor sem igual!

Feliz Ano Novo André.
Quanto aos influencers eles já estão com os dias contados:
https://arstechnica.com/ai/2023/12/ai-created-virtual-influencers-are-stealing-business-from-humans/
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Você não viu o óbvio
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