Darwin selecionou os seus, inclusive blogs

Eu não sou de ver canais brasileiros no YouTube. Na verdade, há um mínimo que eu ainda assisto, mas mínimo do mínimo. No máximo, o canal da Ned. ainda assim, o Tubo insiste em me mostrar vídeos que eu vivo colocando como NÃO TENHO INTERESSE [NESTA MERDA]. Um deles era sobre como temos que discutir sobre como ganhar dinheiro com o YouTube com constantes mudanças de políticas.

Sim, 2021 e AINDA estão discutindo isso.

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Cadê os blogrolls?

Eu não tenho blogrolls. Onde estão meus blogrolls? Se você lê blog há um tempinho já sabe do que estou falando. Se não sabe, eu explico: Todos os blogs (descansem em paz) costumavam ter uma listinha de blogs que recomendavam, normalmente, com temas afins ao seu próprio blog. Os blogs morreram embora alguns tenham resistido. Continuar lendo “Cadê os blogrolls?”

Para o alto e avante!

Eu estou feliz. Ia postar isso no fim do ano, mas estou tão contente e satisfeito que resolvi postar hoje. Tem a ver com meu blog, o nosso blog, tão de vocês quanto meu, posto que muitos de vocês destinaram parte de seu rico dinheirinho para me ajudar. A mudança radical que eu passei, em parte por ter quase perdido tudo me deu novas inspirações, voltei às bases, voltei ao que era o Ceticismo.net em seu início. A recompensa? A visitação. Continuar lendo “Para o alto e avante!”

Reflexões sabadinas sobre os ex-filósofos da Rede

Eu estava procurando uma informação ontem que eu sabia estar num texto antigo. Acabei esbarrando num outro texto nada a ver, o que me chamou a atenção e eu fiquei lendo, acabando por pular de link em link. Antigamente, chamávamos isso de “navegar pela internet”, começando a ler sobre a Guerra na Bósnia e indo parar em receita de salada de feijão fradinho. Atualmente, na era dos apps, você entra no que quer e não vai pra mais lugar nenhum. O que prometia ser dinâmico virou apenas um lugar-comum com viés de confirmação. Quando não se gosta de um conteúdo, para por ali, ao invés de saber mais. Vídeos no YouTube e podcasts cimentaram isso, já que ninguém lê as descrições, o que por sinal são difíceis de serem vistas se for consumir o conteúdo pelo celular, mas o que eu quero abordar não é isso.

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Indo na contra-mão

Estava pensando uma coisa interessante. No início, os blogs eram diários, em que as pessoas escreviam o que estavam pensando, suas opiniões. O mesmo acontecia com as redes sociais. Você via algo legal, postava. Você sabia de algo interessante, compartilhava. Isso era com os blogs de tecnologia, por exemplo. As pessoas compartilhavam notícias e comentavam muito. Isso acabou com o advento do adsense, que para monetizar tinham que refrear as opiniões, pois por qualquer coisinha o Google metia o machado. Isso levou a uma profissionalização, acarretando mais sites noticiosos no mesmo padrão dos jornais. A tão odiada Velha Mídia venceu, já que ela mostrou o caminho do sucesso.

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