Folhismos

A Folha de São Paulo (ou Folha) sempre foi reconhecida pelo seu jornalismo de qualidade. Foi perseguida pelo então presidente Fernando Collor de Mello. Seu Manual de Redação e Estilo era uma referência, mas isso era em tempos d’antanho. Como todo jornal atualmente, ela vive de cliques e compartilhamentos. Afinal, as métricas é que comandam e os números é o que importam. Da[í, o que temos é um festival de… notícias, como estas aqui:

Eu diria para o bolso, mas o repórter da Folha tem prioridades.


E eu que pensava que escola era para educar. Depois, reclamam quando dizem que Paulo Freire não era educador, e sim um disseminador de ideias marxistas.


Agora, você terá a oportunidade de ter sua mercadoria extraviada pagando menos.

Ou não.


Isso vale pra Damares também?


Correios entrará em greve. Novamente, ninguém notará diferença.


Esses carros da Volkswagen estão bem ruins, mesmo. Mas podia ser pior: ele poderia gostar de Peugeot!


Ele propôs pro Editor-Chefe que a Folha deixasse todo mundo no Home Office e ele mesmo desligou o ar-condicionado, a geladeira e o ventilador?


Nunca me decepcionei com artista, nem com a Folha, já que eu sempre sei o que esperar de ambos.

Se bem que só um promoveu caça às bruxas com donos de colégios chamando-os de pedófilos.


Sim, as ondas de calor no Rio de Janeiro foram causados pela Taylor Swift. Provavelmente, o tempo amainou quando a PM ewstava batendo nos artgentinos no Maracanã.



Deve ser porque as pessoas não têm dinheiro.


Para finalizar: acredite na Ciência!


2 comentários em “Folhismos

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