Nova variante do coronga brasileiro se dissemina com rapidez

Com a brutal escalada de mortos por causa do coronavírus, ou corona vírus, ou Sars-CoV-2 ou COVID-19 ou Coronga, el Mavadón, o esforço internacional atrás de uma solução foi tão intenso que em menos de um ano já tinham vacinas, mesmo porque, só quando a água bate na bunda de país rico que se corre atrás. O problema é que alguns presidentes débeis mentais de republiquetas vagabundas foram contra as vacinas, preferindo remédio que não tem eficácia (e isso dito pela própria companhia farmacêutica que produz). A questão é que alguns retardados se recusaram a tomar as vacinas e resolveram não seguir as medidas sanitárias, e isso implicou em virarem plaquinhas de Petri pro vírus.

Moral da história: múltiplas mutações ocorreram no vírus, que agora tem outros efeitos sobre as pessoas, em especial aqui no Brasil.

O dr. Dean Koontz, do Departamento de Saúde do Centro Uppsala do Mundo identificou variantes de Sars-CoV-2 que já estão recebendo outra designação, já que os efeitos estão mais adversos, implicando em nova cepa com especiação totalmente nova. Em outras palavras, deu origem a outra merda de vírus bem diferente com outras ocorrências.

Pessoas infectadas com a variante Sars-Dumhuvud-1 apresentam alterações comportamentais como ficar andando que nem zumbis, em grupos, falam alto e se comportam como criaturas descontroladas. Se no caso dos infectados pelo vírus da raiva animal ficam fugindo da água como idiotas fogem de mim, infectados pela variante Sars-Dumhuvud-1 (doravante chamada de “Mocoronga”) recusam tratamento médico, visitam parentes para espalhar mais vírus e se reúnem em grupos à guiza de passeatas, mas querem mesmo é ficar andando em bando. Só não são zumbis propriamente ditos porque têm horror a cérebros.

Pesquisas feitas pelo dr. Koontz evidenciaram que as afecções não têm idade e qualquer um pode estar infectado. Avisem as entidades sanitárias mais próximas, como a SUIPA (Sociedade Unificada Inspecional de Pessoas Adoentadas). Outra maneira de identificar pessoas infectadas pela variante é o crescimento anormal de orelhas, junto com um prolongamento ósseo desde o cóccix e protuberâncias de queratina nas mãos e nos pés. As pessoas tendem a um comportamento saltitante e se irritam por qualquer coisa. A recomendação é manter a distância. Não raro, terminam com falta de ar e falas desconexas, que teríamos pena, mas lembrando que elas que agem assim e foram infectadas por causa do não uso de métodos higienizantes.

O tratamento precoce para lidar com este tipo de gente, infelizmente, não existe. A sugestão é manter em cercadinhos, longe do convívio social. O não cerceamento da mobilidade faz com que o vírus obrigue estas criaturas infectadas a fazerem rituais com música techno, festinhas e aglomeração.

O ponto é tão crítico que já estão recomendando abater a tiros. Estou me inscrevendo para ajudar a aplicar o tratamento.

6 comentários em “Nova variante do coronga brasileiro se dissemina com rapidez

  1. Li da minha sobrinha vegan no Telegram que a comitiva brasileira (aquela galerinha que bebe leite e faz gesto de OK) foi para Israel (aquele lugar cheio de judeus) infectada justamente pra contaminar eles com a nova variante P1. Ainda bem que Mossad não cancela mais CPF como antigamente. 🥳☝

    1. Gastaram uns R$400 mil só para colocar capim no coxo do gado, bom se a Mossad mandasse alguns deles de volta no modo antigo, dentro de malas, o foda é que elas iam ficar paradas uns 30 dias em Curitiba e os caras iam morrer de fome hehehe

  2. Professor, passa o formulário para a gente se inscrever também. Pelo menos eu me interessei em aplicar o tratamento.

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