Artigos da Semana 315

Hoje é a finalzaça da Copa do Mundo, e estou escrevendo com antecedência. Não sei quem ganhou e, sinceramente, não dou a mínima. Gosto do espetáculos, admirar as boas jogadas, xingar as jogadas merdas e, principalmente, xingar o jogador filho da puta que faz escanteio curto. Seja você ávido torcedor ou não, aproveite o que foi postado durante a semana.

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Artigos da Semana 314

Esta semana acaba  Copa do Mundo e eu estou desesperançado. Não terei mais 3 jogos por dia com seleções buscando a glória máxima. Ah, sim, ainda teve a o Brasil, também. Enfim. Pelo menos, a certeza é que continuamos colocando aqui os melhores artigos de vários assuntos, e eu continuo com a série O Apocalipse Tecnológico Moderno, algo que você não lerá em blogs de tecnologia, já que eles apenas viraram vitrine de empresinha ou press release ou coisas sem sentido.

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Artigos da Semana 313

Hoje é dia do jogo do Brasil. Escrevi isso aqui sem saber o resultado, e isso nem tem algo a ver com os textos, que vão desde um imbecil que trabalha como guia e não sabe o caminho até o câncer que se recusa a morrer passando pelo México tendo o seu próprio Batman.

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Artigos da Semana 312

Esta semana eu fiz vários artigos mostrando s mazelas do mundo tecno-digital atual. Desde guerra de publicidade até controle de pessoas, passando por ilusão de um mundo em concorrência até os lados nefastos do fechamento da Internet sem levantar muros claros. Aliado a isso, a forma tacanha do Brasil em eliminar o índice de reprovações.

O mundo moderno é maravilhoso e sempre vai ter gente dizendo que ama viver no futuro…. se é que sabem o que “viver” significa.

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A concorrência digital morreu no meio do almoço

Diógenes Laércio é meu filósofo favorito. Ele caminhava pelas ruas procurando um homem honesto com uma lanterna. Acharam-no louco, mas ele sabia, como todo filósofo cínico, ele sabia o que iria encontrar; era a busca a verdadeira questão. Agora, imaginem Diógenes percorrendo o Vale do Silício com sua lanterna em pleno meio-dia. Não está procurando um homem honesto dessa vez. Está procurando concorrência. A lanterna continua acesa; o resultado é parecido. Continuar lendo “A concorrência digital morreu no meio do almoço”

A Internet pública e livre morreu. As empresas privadas venceram

Nos anos 1990, havia um vilão claro na História da Internet: as redes proprietárias pertencentes ao que hoje chamam de Big Techs (na época eram chamadas de empresas fidaputas, mesmo). Havia a AOL, a CompuServe e a Microsoft, com sua Microsoft Network (abreviada para MSN, que se resumiu a um serviço de mensagens instantâneas) recém-lançada. Eram serviços que funcionavam como condomínios fechados: você pagava a mensalidade, entrava no ambiente controlado pela empresa, consumia o conteúdo que ela selecionava e não saía dali para lugar nenhum. Bill Gates chegou a escrever um livro inteiro, A Estrada do Futuro, celebrando esse modelo de conectividade, sendo que parte da maravilha que ele descrevia era, convenhamos, a própria rede da Microsoft. A Internet aberta mal aparecia.

As pessoas reagiram com indignação saudável. Não queriam jardins murados. Não queriam intermediários decidindo o que podia ser lido, publicado ou discutido. Queriam um bosque a ser explorado, uma rede descentralizada, livre, construída sobre protocolos públicos que nenhuma empresa controlasse. Lutaram por isso e conseguiram. E foi lindo enquanto durou. Continuar lendo “A Internet pública e livre morreu. As empresas privadas venceram”

Homem dá as costas e um peru vem com violência por trás

Nova York é aquele lugar esquisito, cheio de pedantes, cuja única atração são prédios. É tipo São Paulo, mas com gente (só um pouco) mais civilizada. Um dos bairros mais esquisitos é Staten Island, aquele canto de Nova York que todos lembram que existe só quando o GPS erra; é basicamente o primo esquecido do Bronx (que já não é lá essas coisas), o apêndice da cidade que só serve pra dar estatística bizarra e fazer o resto da metrópole pensar: “Alguém ainda mora lá… por escolha?”. Staten Island é tipo Capão Redondo; enquanto quem mora no Capão Redondo acha que é paulistense que mora no Morumbi, o statenislandistas acham que moram em Park Avenue.

É o tipo de lugar onde, se você disser que foi atacado por um peru selvagem, ninguém duvida. No máximo, perguntam: “De novo?” Continuar lendo “Homem dá as costas e um peru vem com violência por trás”

Avião faz pouso de emergência por causa de coelho kamikaze

Eu curto aviação. Fruto de séculos de avanço tecnológico, cálculos de precisão milimétrica e engenharia de ponta, a aviação é um dos inúmeros milagres tecnológicos; mas, ainda assim, toda essa maravilha voadora quase acabou em desgraça, virando churrasco aéreo na Semana Santa porque um coelho resolveu cometer suicídio por turbina e quase derrubou a bagaça toda.

Pintando os meus ovos para comemorar o Dia do Coelhinho (se eu fosse como tu), esta é a sua SEXTA INSANTA, digo INSANA! Continuar lendo “Avião faz pouso de emergência por causa de coelho kamikaze”

Skynet automotivo! Escocês é sequestrado pelo próprio carro

A tecnologia automotiva anda se desenvolvendo rapidamente. Todo carro agora tem um computador de bordo que 99,999999% das pessoas não só não mexem como sequer sabem que tem. Um BMW ou uma BMV é a mesma coisa pra essa gente. (BMV = Brasília Muito Velha). Problema que agora estão aplicando Inteligência Artificial nos carros e… parece que o Levante das Máquinas começou, já que um homem ficou refém do próprio carro. Continuar lendo “Skynet automotivo! Escocês é sequestrado pelo próprio carro”

Veloz e Furiosa voa com o carro. Literalmente

E esse é seu WEEEEEEEE de hoje. Imagine que você vê um desses caminhões-guincho, do tipo que tem uma rampa. Você será menos que humano se nunca pensou “E se…”. Bem, a sanidade entra em modo de alarme e grita no interior da sua mente “NÃO, SEU IDIOTA! APENAS NÃO!”. Claro, num estado de perfeita não-imbecilidade (normalidade já é pedir demais), você não está em velocidades metendolouquianas, mas uma doida no estado norte-americano da Geórgia meio que meteu o YOLO e saiu avoado pela estrada. Problema que esse “avoado” é uma metáfora e real ao mesmo tempo, quando a lazarenta realmente saiu voando pela estrada afora, não tão sozinha.

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