Mulheres são presas por ação criminosa em estádio iraniano

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Manter um país no caminho da retidão, da moral e dos bons costumes não é tarefa fácil, já começando pelo fato que a população não colabora. Isso aliado à mídia golpista que fica tentando desvirtuar a nação inteira, jogando-a contra os seus líderes revolucionários, como o que aconteceu no Irã esta semana.

O motivo da pendenga? Algumas mulheres desavergonhadas se esqueceram de suas condições e tiveram a AUDÁCIA de irem num estádio de futebol para ver uma partida. Olhem só que sem-vergonhice!

Tudo começou com uma ativista chamada Masih Alinejad, que pediu na quarta-feira, 28/02, que as mulheres participem da partida entre Estehlal e Persepolis no estádio de Teerã no dia seguinte. Disse ela que as mulheres deveriam fazer pressão para que os maridos não fossem ao estádio se elas não estivessem junto, ainda mais que o presidente da FIFA estaria presente, junto com o Ministro dos Esportes do Irã.

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O fato dela saber que não iria ao jogo, pareceu ser secundário. Ainda mais porque ela vive confortavelmente em Nova York, mas beleza. Ela deu uma ideia, por que não seguir? Foi o que 35 mulheres provavelmente pensaram, e tentaram entrar sorrateiramente no estádio. Obviamente, este é o tipo de plano que acontece em desenho da Hanna Barbera, só que a Realidade está pouco se lixando para isso. Elas foram descobertas e presas, indo ver Maomé nascer quadrado na delegacia.

As autoridades disseram, por meio da agência de notícias semi-oficial, que elas não estavam bem presas, presas. Elas estavam alojadas em um “lugar apropriado” da polícia, tendo sido libertadas depois do jogo. Se eles disseram, claro que eu irei acreditar!

Quando o repórter perguntou ao ministro Masoud Soltanifar (o dos Esportes) sobre quando finalmente as mulheres poderiam ir aos estádios. Como em toda boa democracia, a transmissão foi cortada. Não podemos permitir que a mídia golpista acaba com o ideal revolucionário!

E depois o pessoal que sai de países com guerra civil, ou tão toscos quanto o Irã, chegam no Brasil em que as pessoas podem democraticamente dizer que estão sobre uma ditadura e um golpe controla tudo. Eu só tenho a rir, sabendo que eu não tenho nenhum motivo para ir sequer visitar aquela bosta de Irã e países fundamentalistas islâmicos. No máximo, estamos nos tornando um outro tipo de fundamentalismo.

Talvez seja melhor parar de rir.


Fonte: BBC

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