Professora é esfaqueada por aluno. Mais uma para a estatística

Esse tipo de notícia é corriqueira, infelizmente, mas volta e meia temos que falar sobre ela, ou será mais trivial ainda. Um aluno surtado resolveu que sua professora era apenas um pedaço de carne. E como ela não deve ter dado nota boa pra ele na prova, o vagabundinho foi lá e esfaqueou a professora… 16 vezes!

E, obviamente, ele não foi preso. É menor, o coitadinho…

Ralando, fatiando e picotando, esta é a sua SEXTA INSANA!

Vivemos falando, e ninguém se importa. Só um completo maluco quer ser professor neste país, ainda mais se for professor de rede pública. Ninguém se importa. Professor só é categoria reconhecida em propaganda eleitoral E SÓ! É por isso que a rede estadual do Rio de Janeiro nunca consegue preencher os quadros para professor. Ninguém quer, e os que querem é para ter estabilidade e não irem trabalhar.

O caso em questão não aconteceu no Rio, mas sim numa cidade chamada Piraquara, a 21 km de Curitiba, no Paraná. A distinta professora Ana Paula Marino Cesar estava calmamente fazendo seu trabalho na Escola Estadual Ivanete Martins, ainda crendo que a atual realidade educacional pode ser revertida. O pequeno psicopata de 15 anos – cujo nome não pode ser divulgado por causa da vítima (e, no caso, a "vítima" é o aluninho tosco) – levantou-se e cravou uma faca de cerca de 25 cm nas costas da professora, perfurando o pulmão. Imagino que ela deva ter se virado, mas não adiantou. Este digníssimo primogênito de uma dama que troca favores por dinheiro ainda deu mais umas 14 facadas.

Ela levou facadas nos braços, nas mãos e nas costas. As facadas nos braços e nas mãos foram superficiais, mas só ter seu pulmão perfurado já estraga seu dia. Dizem que ela está estabilizada, mas imagino que é porque ainda está dopada. Duvido muito que ela fique estabilizada ao acordar e tomar consciência do que aconteceu; e, cá pra nós, ela tem que ser muito burra de continuar nessa profissão. Melhor ser pipoqueira.

O escrotinho teve esta atitude porque ele já era um merda antes. Por causa de seu péssimo comportamento (não foi dito qual, mas imagino) poucos dias antes da tentativa de homicídio, os pais do garoto foram chamados na escola. Este vagabundo não gostou da convocação e, por isso, fez o que fez. Os pais são outros ineptos, porque não deram educação antes, não deram depois e ainda é capaz de estarem defendendo a escória que colocaram no mundo.

O criminoso tentou fugir, mas a polícia o encontrou, daí ele foi apreendido.

Sim, apreendido. Ele não é preso, porque, coitadinho, ele é menor, não sabe o que faz, é um incapaz perante a Justiça, tadinho dele cuti-cuti-cuti. então, se você pega este grandissíssimo filho da puta de porrada e quebra ele todo, a lei reversalrussianiana do Brasil diz que quem vai em cana é VOCÊ! Você é indiciado, você é preso e ele, coitadinho, não mereceu esta violência. CHUIF!

PORRA NENHUMA!

Este desclassificado, no máximo, será autuado (mas não preso) e ficará sujeito à impunidade reinante nesta bosta de país, lhe esperando "medidas socioeducativas", previstas na merda do amaldiçoado Estatuto da Criança e do Adolescente, que nada mais é que pós-graduação para marginal! As aulas no colégio foram suspensas e a Secretaria de Educação veio com aquele lenga-lenga que isso era algo pontual. Pontual e que se transformará em casual quando outros marginaizinhos perceberem que eles podem fazer o que quiserem, que nada lhes acontecerá.

Este pulha, este biltre, este caco de telha (estão acabando os palavrões) ficará muito bem, obrigado e a professora se ferrou lindamente, terá uma saúde debilidade por muito tempo (física e mental), e ainda´as cabeças "pensantes" devolverem o pobre garoto para a classe da professora e esta ser punida de alguma forma, pois ela não soube se dirigir ao educando, nem interviu de maneira satisfatória, mediante os conflitos ocorridos em sala de aula.

O pessoal da SEE, o Batalhão de POlícia e a direção do colégio fizeram reuniões e mais reuniões. No máximo, para saber como isso afetará cada um deles, ainda mais em época de eleição, já que a Oposição vai se deliciar com isso. Resolver o problema dos professores? HA! HA! HA!

Mas talvez seja isso mesmo. O garoto não deveria ser arrolado como criminoso. Quem deveria ser punido por tentativa de homicídio são todos os miseráveis que montaram este maldito ECA. Cada um deveria ser chicoteado em praça pública, para depois serem esfaqueados 15 vezes, no melhor exemplo da Lei de Talião, enchendo cada um destes malditos pedarretardados de talhos.

Parabéns, pedagogos. Vocês estão conseguindo o seu intento: acabar com o Ensino e os professores, nem que seja na base da facada. PARABÉNS MESMO!


Fonte: G1

2 comentários em “Professora é esfaqueada por aluno. Mais uma para a estatística

  1. Eu sei como acabar com isso. Basta apenas baixar uma lei autorizando o professor a executar qualquer suspeito em sala de aula, concedendo treinamento e porte de arma aos professores, ou a algum assistente que ficaria presente em sala de aula. E se algum pai/mãe achar ruim vai para a cadeia para ser executado também.
    Uma simples medida coercitiva como essa põe o Brasil de volta nos trilhos, e quem sabe daqui a algumas décadas nos aproximemos do Japão em IDH.
    Eu não era favorável a sistemas ditatoriais e achava meu pai um retrógrado por pensar que algum tipo de ditadura era algo bom, mas considerei a outra opçao, que é essa democracia escrota e coitadista em que vivemos, e não estou gostando dela. Já vi pessoas mais velhas que eu dizerem que é melhor um filho apanhar dos pais quando criança do que apanhar quando adulto da polícia (Ou sair esfaqueando professores inocentes na escola).

  2. “E, obviamente, ele não foi preso. É menor, o coitadinho…”

    Fiquei aqui imaginando uma mistura de anime japonês de terror com um movimento do tipo do filme “A Onda” (ainda não vi o filme, mas de hoje não passa).

    Os alunos se vingariam da professora e sairiam impunes, em parte por serem menores de idade e em parte pelo clima de medo que se abateria sobre o colégio.

    Minha imaginação não é um lugar normal.

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