Professor real no cenário virtual

Dar aula em tempos de coronga está uma aventura, ainda mais se for no brasil, com as escolas voltando a funcionar e teremos lindas criancinhas corongadas compartilhando o melhor de si. Alguns lugares acharam que não valia o risco, mas também pensaram que seria de boa medida que o professor gravasse as suas aulas nas salas, propriamente ditas. Obviamente, nem todo lugar é retardado como o Brasil, então, procuraram uma solução pro professor estar na sala de aula sem realmente estar na sala de aula.

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Pesquisa aponta por que professor rala peito da educação em tempos de COVID-19

Com a pandemia e o Coronga à solta, um grupo que tem sido impactado é os professores. Alguns imbecis, idiotas e acéfalos que fazem muito, mas não mais que traduzir trabalho dos outros acham que é OK liberar os colégios no meio de uma pandemia, e só não o fazem porque professor tem sindicato. Sim, aquele sindicato que nunca consegue um dissídio que seja minimamente próximo da inflação (oficial. A inflação real a gente nem menciona mais).

Isso está acarretando vários professores largando o trabalho (lá fora. Aqui, pessoal está mendigando emprego). A pergunta é: por quê? É o que uma pesquisa procura responder e entender as razões pelas quais os professores deixam a profissão em tempos de COVID-19.

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Alagoas vota projeto de lei da Escola Livre. Mas isso é liberdade?

Não vamos tampar Sol com peneira. Ok, eu sempre estou a ponto de defender professores, mas também tem aqueles que fazem besteiras, ainda mais quando estamos no campo das Humanas. Não que seja um problema por serem de Humanas; o motivo vocês entenderão mais para frente. Vemos, contudo, verdadeiros palanques em que professores acabam externando um pouco demais sua visão do mundo, seja em termos de política, religião e demais temas polêmicos. Surgiu assim um projeto-de-lei em Alagoas visando o conceito de Escola Livre, em que os professores não poderiam externar nenhum viés particular, criando assim a Escola Livre, de forma a manter a neutralidade da escola, impedindo professores de doutrinar e induzir alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos.

Conseguiram divisar o tamanho do problema?

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Professores de Curitiba ganham uma pequena amostra de democracia

Ontem, no Paraná, as hostes do Senhor do Escuro enfrentaram os hobbits. Do alto da Torre de Orthanc veio a ordem para o confronto. As trompas soaram e o pau comeu na casa de Noca. A Demo Cracia brasileira ribombou e mais de 200 pessoas saíram feridas quando um grupo de visigodos atacou pobres policiais militares. Armados de réguas, apagadores e bastões de giz, professores maníacos investiram contra os servidores que estavam lá e mal garantiram sua integridade física, tendo unicamente escudos, balas de borracha, cacetetes, sprays de pimenta e totalmente protegidos.

Sabemos que a pena é mais poderosa que a espada, e aquelas figuras maléficas que ficam torturando nossas crianças mostraram a insanidade e intransigência de simplesmente se recusarem a ter ridículos direitos serem democraticamente usurpados. Aonde iremos parar?

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R.I.P. Educação Brasileira e seu politicamente correto

O mundo está mudando. Eu posso sentir no ar, eu posso sentir na água; e quando o Sinistro Inimigo do Mundo se ergue da fortaleza de Barad-Dhûr, o chão treme. Os elfos estremecem, os homens mortais, fadados ao eterno sono, sentem um vento pesado e pútrido. Os anões resolvem se embrenhar nas profundezas da terra e orcs proliferam, montados em wargs. Os Homens do Oeste não estão sendo páreo para o alastre de trolls à toa. Alguns deles estão saindo até à luz do dia. Os ishtari mandaram uma mensagem para Manwë, na terra de Arda, mas ele está choroso. Eru, o único – que na língua dos eldar é Ilúvatar –, mostra sua ira e decreta que já está na hora de desfazer tudo o que Melkor aprontou.

E tudo isso porque a droga de um "prefessor" resolveu ser babaca e assassinou a Língua Portuguesa. SHAME ON YOU!!!!

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Professora é esfaqueada por aluno. Mais uma para a estatística

Esse tipo de notícia é corriqueira, infelizmente, mas volta e meia temos que falar sobre ela, ou será mais trivial ainda. Um aluno surtado resolveu que sua professora era apenas um pedaço de carne. E como ela não deve ter dado nota boa pra ele na prova, o vagabundinho foi lá e esfaqueou a professora… 16 vezes!

E, obviamente, ele não foi preso. É menor, o coitadinho…

Ralando, fatiando e picotando, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Meditação é arma para professores não sucumbirem ao estresse

Isso os professores conhecem bem: a síndrome de burnout. Não, não é francês, e sim derivação da expressão inglesa burn out. Esta síndrome é o que eu chamo de cansaço moral. No cansaço físico, você carregou cimento, cuidou da casa, lavou roupa, saiu para caçar mamutes etc. Voltou, deitou, dormiu, pronto! No cansaço mental, você estuda, faz conta, organiza, planeja etc. Não é apenas uma questão de deitar e dormir, e sim de ter um momento para espairecer.

O estresse do dia-a-dia causa a chamada síndrome de burnout, o famoso "ESTOU DE SACO CHEIOOOOOOO!!!!!!!!!!!!". Agora, pesquisas indicam que meditação é um santo remédio para isso. Mas eu tenho cá as minhas dúvidas.

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15 de Outubro: Dia do Professor

professor.jpgE assim, depois de mais 365 dias, chegamos a mais um 15 de outubro, Dia dos Professores. Eu não ficarei falando a mesma coisa, dizendo como somos uma classe aguerrida, lutadora, oprimida e totalmente ojerizada. Isso, todos sabem e não se precisa reforçar, já que quem sabe ou se importa ou não dá a menor bola. Em um caso como em outro, repetir que nem papagaio é totalmente desnecessário.

Talvez eu devesse escrever um poema, uma mensagem, uma citação. Mas não há nada na língua dos homens, dos elfos e dos ents que possam traduzir melhor o sentimento de enfado por tudo isso. Somos o que somos, fazemos o que fazemos. Gostaria de ter algo para escrever, mas não há muito a ser dito. Dizer que professores são um bem comum, que a sociedade precisa de nós é mentira. Não precisam. A humanidade passou milênios vivendo na ignorância e é na ignorância que milhões, bilhões, ainda vivem. Ninguém morreu por viver sem um professor, sem colégio, sem aprendizado. Somos inúteis.

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