Quando comeram, espancaram e enforcaram um político. Não nessa mesma ordem

Este foi um caso que aconteceu nos Países Baixos, apesar de todo mundo chamar de Holanda, mas quando falam Holanda, não é bem Holanda, ok? São os Países Baixos, ainda que o caso tenha acontecido na Holanda, a província. A República dos Países Baixos foi estabelecida depois que sete províncias holandesas (pois é, o gentílico é esse. Mais para frente eu volto a este assunto) se revoltaram contra o domínio espanhol, no evento do chamado Guerra dos 80 anos. Com isso, as províncias de Groningen, Frisia, Overijssel, Guelders, Utrecht, Zelândia e… Holanda formaram uma aliança em 1579 – no que foi chamado União de Utrecht – e mostraram o dedo médio para a Espanha, declarando sua independência em 1581 por meio do “Ato de Abjuração”. Continuar lendo “Quando comeram, espancaram e enforcaram um político. Não nessa mesma ordem”

Mentira tem perna curta, é cabeluda e mata pessoas

Eu vivo falando para as pessoas não compartilharem merda. Claro, sou ignorado. Pessoal acha que as historinhas tristes merecem ser compartilhadas, mesmo quando está na cara que são mentira. Mas o que custa? Vai que é verdade? Bem, pergunte a Daniel Picazo. Por causa de uma fanfic, ele foi assassinado.

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Igreja assassina mata criança mas jura que foi pro bem dela

Tem coisas que só as religiões fazem por você, como ferrar a sua vida. Sempre dizem que a Ciência não tem resposta pra tudo, mas as religiões, sim, têm. Isso e verdade, já que a Ciência lida com dúvidas para encontrar as respostas. As religiões têm certezas demais, nenhuma dúvida. Por exemplo, um grupo de religiosos não tiveram nenhuma dúvida em fazer um ritual de exorcismo numa menina que tinha 3 anos que estava doente.

Perceberam no termo “tinha”? Continuar lendo “Igreja assassina mata criança mas jura que foi pro bem dela”

Antecedendo as comemorações do Dia Internacional da Mulher, família mata moça pelo crime de querer ser mulher

Tik Tok é uma praga, eu sei e admito. Mas não é por causa disso que alguém iria matar uma dessas celebridades desta maldita plataforma. Uma dessas celebridades era Eman Sami Maghdid (notem o tempo verbal). Ela tinha até algumas boas ideias, mas parece que tinha o probleminha de ver a realidade, e essa realidade é morar no Curdistão. Eman teve a brilhante ideia de se converter ao cristianismo e adotar o nome “Maria”. O irmão dela não gostou nada desse negócio de liberdade individual e matou Eman a facadas dois dias antes do Dia Internacional da Mulher, se é que este tipo de data significa alguma coisa lá (aposto que não).

Dando graças a qualquer coisa bem longe da Religião da Paz™, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Antecedendo as comemorações do Dia Internacional da Mulher, família mata moça pelo crime de querer ser mulher”

O crime perfeito na ponta de uma agulha

O corpo lívido, sem vida, estava submerso na água serena numa casa às escuras e só a luz trêmula do banheiro banhava de uma luz amarelada o que ocorrera. Seu corpo nu e belo, alvo mesmo quando era viva, não veria a luz do sol novamente, mas em contrapartida não indicava sinais de violência. Uma morte em paz, sem dor ou desespero… ou assim parecia. Sapatos engraxados adentraram o banheiro, sujando-o. Outra pessoa, com o pijama encharcado, mostrara a cena. O homem do sapato engraxado parou em frente à cena; sim, ela está morta, senhor. Outros sapatos chegaram, analisaram criticamente o que estavam vendo. Não havia sinais de crime, mas algo não parecia certo perante aquela visão que poderia ser vista como uma foto artística, mas era um acontecimento bizarro por causa dos detalhes que pareciam não se encaixar.

Eram 23 horas e 30 minutos do que parecia ser uma noite calma do dia 3 de maio do ano de nosso Senhor de 1957. Elizabeth Barlow então desprovida da luz de seus olhos, jazia morta em Bradford, Yorkshire, no Reino Unido. E ninguém sabia como… ou por quê. Se era um crime, era um crime perfeito. Continuar lendo “O crime perfeito na ponta de uma agulha”

Artigos da Semana 22

Domingão de Sol. Por causa da quarentena que todo mundo está violando e eu não sou idiota de ir nessa onda, não pude alugar um caminhão para ir comer feijão. Bem, é isso. Estou pouco inspirado hoje. É só abertura para postar os artigos que publiquei durante a semana.

Não, não me olhe assim. Você também está com preguiça que eu sei!

A odiosa cultura do cancelamento assassinando pessoas

 

Existem coisas que as pessoas se negam a reconhecer. Uma delas é que as pessoas não prestam, não valem nada em sua maioria! Outro ponto que ninguém quer assumir como verdade: redes sociais não são sociais. São um nojo. Motivo? Leiam o parágrafo desde o início.

Ficou muito fácil bancar o machão de internet, só que isso tem um preço. Diferente de você sair e chamar o primeiro bombadão de academia de filho da puta, é mais fácil disseminar ódio, pois facilmente sairá ileso. É a cultura do cancelamento, que com a anuência desses malditos jovens, se tornou uma arma de destruição em massa. Uma arma devastadora e destruidora de vidas. Vou citar três exemplos, em que um deles acarretou numa punição.

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Sobre médicos, empatia e os horrores do circo televisivo

Se você não está debaixo de uma pedra, sabe como anda dando ruim a reportagem que o Dráuzio Varella fez no Fantástico, que foi ao ar em 1º de março, sobre a solidão dos transsexuais nos presídios. Tudo muito bem, um deles estava abandonado lá há 8 anos, ninguém queria saber dele, coitadinho da criança. Até ganhou um abraço do bom doutor. O problema é que a TV do século XXI ainda acha que está na década de 50, com pessoas sem interesse ou sem poderem checar nada, quando em cinco minutos dá pra levantar a capivara de alguém, e foi o que aconteceu.

Fazendo pesquisa rápida, pessoal descobriu por que a Suzy Oliveira fora presa. Já havia um indício: ela estava cumprindo pena na Penitenciária I José Parada Neto, em Guarulhos, SP. A pista é que esta penitenciária é destinada a criminosos por abusos sexuais. Só que no caso da Suzy, a bagaça era pior do que se pensava.

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Taxas de homicídio caem no mundo todo. E você achando que tudo está pior

Você é daqueles que olha a notícia e fica pesaroso com mortes, assassinatos e violência extrema, achando que estamos, se não indo pro inferno, nos tornando o próprio. Nunca o mundo foi tão violento, certo? Nunca antes houve tantos assassinatos, não é mesmo? Pois pasme-se, jovem. Como sempre, você não sabe nada. A verdade é que as taxas de homicídio e demais expressões de violência estão caindo.

Sim, o mundo está melhor!

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Londres com altos números de homicídio. Solução: Desarmar frango frito

Você está no Brasil que nem eu. Sabe que aqui é um lugar que não pode dar mole, ou passam o cerol. Para a ONU, taxas de homicídio acima de 10 unidades para cada 100 mil habitantes são consideradas violência epidêmica. O município de Queimados no Rio de Janeiro (não confunda com o município do Rio) teve uma taxa de 134 homicídios por 100 mil habitantes, ou seja, pessoal meteu o louco lá (e Queimados nem é a cidade mais violenta, sendo o município do Rio lá pra baixo. Sim, eu sei que isso contraria sua percepção, mas dados são dados. Rio de Janeiro (cidade) tem quase 7 milhões de habitantes, e quando se calcula homicídios por 100 mil habitantes, claro que cai. Dados do IPEA (PDF) Em 2017, Maracanaú, no Ceará, apresentou a taxa de 145,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. Tá alto, né? Tá absurdo, né? Você acha que ir para o Primeiro Mundo tá safo, né?

Achou errado, otário! A Inglaterra tem um sério problema de violência urbana, em que Londres está com altíssimos casos de homicídios, marcando uma terrível taxa de 167 homicídios para cada 100 mil habitantes entre março de 2017 e março de 2018. Armas de fogo? Não, facadas, mesmo.

Mas calma que o governo está agindo: vão colocar avisos sérios, botando moral e educando a não meter a faca no bucho dos outros em embalagens de frango frito. Toma tento aí, seu cabra!

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