Professora americana “vende” alunos como escravos

Tenho uma triste notícia para vocês, amiguinhos: o mundo é uma merda e o cerumano é, foi e sempre será canalha. Escravidão é algo corrente em muitas sociedades ainda hoje. No passado, a bola da vez eram os negros, os quais eram escravizados por outros negros e vendidos aos brancos. Isso chegou até mesmo em acabar em guerra, nos Estados Unidos. Para dar um vislumbre maior sobre o processo de venda de escravos, uma professora de Norfolk, EUA, em uma aula sobre a Guerra de Secessão, usou os próprios alunos como exemplos. Ela separou as crianças brancas, negras e mestiças em grupos, fazendo com que as negras representassem os escravos e fossem "vendidas". Começou o bafafá e as pollyanas quase surtaram, pois isso fere os floquinhos de neve.

Só alguém bem idiota não consegue perceber o que a professora Jessica Boyle (que não tem nenhuma irmã cantora) fez em sua turma de 4ª série. Ela fez as crianças sentirem na pele o que é servir de mercadoria, de um simples objeto. Não houve nenhum sinal de maus tratos e nenhuma das crianças foram pro tronco, nem teve que ficar trabalhando de sol a sol (hummmm, isso me deu umas ideias para com os meus, mas disperso-me). Segundo as Pollys, isso feriu o sentimento das crianças. Minha opinião? ÓTIMO!

É fácil falar de escravidão, de fazer mal aos outros. Mas tem coisas que só temos noção do tamanho quando passamos pela situação. Isso é aprendizado. Não basta ficarmos de longe fingindo nos importar. Ficar chamando afro-americanos (african-american) é burrice, pois nem todos os negros são oriundos da África ou, num modo mais amplo em termos de migrações humanas, todos somos africanos. Mas coitadismo não é mote vendido apenas no Brasil.

A professora fez o que os merdinhas, digo, teóricos da Educação dizem: Trazer a realidade para o aluno. Fazer do aluno o agente da ação e blábláblá. Bem, taí: o agente da ação é o escravo que tinha que trabalhar 16h por dia, tendo os 3 P (não sabe o que é? Matricule-se num colégio. Sugiro a classe da profª Boyle). Bom, se vermos por outro ângulo, isto não mudou muito, mas estou me dispersando de novo. Não estou falando de maus tratos com crianças pequenas, antes que alguma psicopedarretardada venha aqui me xingar. Uma peça como a venda de escravos é suficiente, ninguém falou em quase arrancar o couro das crianças com 100 chicotadas, mas da ação de ser visto apenas como mercadoria. As pollyanas, sim, podem receber as chicotadas.

A diretora do colégio, Mary Wrushen, correu para publicar uma desculpa formal, pois os pais estavam reclamando que seus "floquinhos de neve" estavam macambúzios, sorumbáticos e cogitabundos. Aliás, sendo um pouquinho cínico (só um pouquinho), eu até poderia me colocar de vítima e temer por acharem que eu estou sendo sarcástico ao relacionar "neve" com cor da pele. Num mundo onde tudo magoa e tudo tem que ser levado para o mau sentido, fica a pergunta: André é cínico, sarcástico ou preconceituoso? Não importa, fogueira nele!

A diretora, estando entre a KKK e o Malcolm X, também colocou paninhos quentes na professora, afirmando que a professora teve boas intenções e não será esta que irá para o inferno. Segundo o comunicado, "a aula poderia ter sido pensada com mais cuidado, para não ofender os estudantes ou colocá-los em uma situação desconfortável". Segundo uma das mães, "[a profª Boyle] não estava tentando ferir [os sentimentos] de ninguém". Ainda segundo a nota da diretora: "as ações da professora Boyle não são suportadas pela escola nem pelo distrito".

Não, sua mula! Aí que está o problema, sua pollyana desgraçada! A aula TEM que ser assim, onde os alunos TÊM que se sentir na pele e se sentirem ofendidos. A imagem TEM que ser chocante, pois a vida É chocante. Ter escravos não é como ter um mordomo e desde pequenas as crianças têm que ter noção que o que se faz aos outros machuca. Eu acho até que tinha que haver uma "venda" de escravos brancos na aula. Não por causa de "vingança" ou estimular esta palhaçada de "consciência negra". As pessoas têm que se ver como únicos numa mesma espécie e não isolados por causa da concentração de melanina. Ver a ação degradante de uma pessoa com relação a outra tem que ficar na mente, de forma a construir valores, de forma que você veja logo cedo que aquilo é errado e até mesmo uma guerra pode se originar disso.

Não é representando o mundo com flores sorridentes que teremos algo de melhor. Isso só existe na mente de tapados. Ou na próxima aula mostraremos como os queridíssimos norte-americanos fizeram um favor aos indígenas por quase eliminá-los. Buffalo Bill mandou lembranças, enquanto Cavalo Doido dá tchauzinho de Little Big Horn.


Fonte: Daily Mail

49 comentários em “Professora americana “vende” alunos como escravos

  1. André, você me desiludiu me mostrando que o mundo é uma merda. Acho que vou bater a cabeça na parede e cortar os pulsos.

    Como já disse. Os EUA só não piores que o Brasil em termos de educação. De qualquer maneira a professora mostrou a realidade para as crianças, mudou aquela mesmice pedagógica. Lembrei-me que na minha época de estudante (anos 90) fazíamos teatrinho encenando cenas de violência doméstica e abordávamos papos sobre sexo, casamento, homossexualismo, aborto, drogas, etc. Ainda no ensino-fundamental (último ano). O pessoal de casa achava um absurdo e eu achava que tinha que ser assim. Isso me ajudou a ter a educação que eu tenho hoje.

    Sabe o que isso me lembrou também? Não sei porque… Mas me lembrou aquele povo que diz que a Teoria da Evolução faz apologia ao nazismo, pedofilia, satanismo e outras babaquices (mesmo estando claro que não tem nada a ver). Pois esse mesmo povo quer mostrar aos estudantes que o mundo é cor-de-rosa, com flores e o Sol sorrindo. Falácia das grossas…

    1. André, você me desiludiu me mostrando que o mundo é uma merda

      Vou acabar de vez com o seu dia: Nenhum Coelhinho da Páscoa baterá à sua porta com ovinhos de chocolate. Pronto, falei!

          1. @Nihil,
            Serve cover do Poison? O verdadeiro, não aquela boiolagem. ;-)
            Vou por um “Mystifier – Leather and Metal” para acompanhar essa insanidade de notícia.

  2. Existe um documentário, que está disponível no Youtube, chamado Blue Eyed (De Olhos Azuis) que mostra um trabalho muito semelhante realizado por uma professora – Jane Elliot – nos EUA. Mas ao invés de simular a situação da época da escravidão, ela quis mostrar a discriminação e o preconceito que minorias sofrem hoje.

    O vídeo é uma espécie de “workshop” que Jane ministra, onde pessoas são levadas a tratar abertamente uma parte do grupo como inferiores. O aspecto que a tal professora escolheu para “discriminar” foi a cor dos olhos, daí o nome do documentário. O objetivo, óbvio, era praticamente o mesmo dessa professora Jessica Boyle: mostrar que preconceito, quando sentido na pele, são outros quinhentos.

    Este trabalho é fruto de uma experiência anterior da mesma Jane Elliot, aplicada a crianças em sala de aula. As crianças aprenderam como é ruim ser discriminado por uma característica física qualquer. Mas a hipocrisia, a “pollyanice” dos pais e da sociedade criaram uma polêmica monstruosa, por causa “sofrimento” das crianças, que quase destruiu a vida dessa professora e da família dela…

    Enfim, acho que vale a pena conferir, estou sugerindo porque me parece ter muito a ver com o tema do artigo. Está legendado e esse é o link para a primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=wiTDAUWmYa4

    Parabéns pelo texto e pelo site.

    1. @marante, Eu ia comentar justamente sobre esse documentário aqui. É fantástico. A experiência anterior que você citou é o “Eye of the Storm”, experiência piloto feita com crianças em 1970.
      Em 1984 foi feito um novo filme, “A Class Divided”, onde ela reencontra algumas das crianças que participaram da primeira experiência e conversa sobre o impacto que teve em suas vidas. A parte que mais me marcou desse vídeo foi a professora ter mencionado que os pais dela vendiam marmita na cidade onde moravam, e a partir do dia seguinte ao da experiência, nunca mais conseguiram vender uma única sequer.
      O “Blue Eyed” foi mais recente, de 1996. A grande sacada desse, na minha opinião, foi inverter os papéis, colocando os brancos, de olhos azuis, na posição de “inferiores” e os negros na posição de “opressores”. Mesmo em um ambiente controlado, as reações são surpreendentes.
      Depois desse foram feitos outros, mas não os assisti. Na página da professora tem mais informações:
      http://janeelliott.com/videos.htm

  3. Eu fiz licenciatura em química mas nunca tive realmente coragem de dar aula por causa disso. Tentar ensinar alguma coisa pra alguém com medo de falar ou fazer alguma coisa (ainda que totalmente de maneira inocente e didática), e ser acusado de assédio, bullying, preconceito e etc…é uma merda.

    Então se isso existisse: “InCu”, eu poderia processar a União Internacional de Química por racismo??

    1. “Então, pessoal, para fazermos análise quantitativa do teor de cálcio e magnésio na água, titulamos com EDTA, usando afro-brasileiro de Eriocromo…”

  4. Ozzy is the fucking lord of Darkness!

    Ozzy Osbourne, Lemmy Kilmister, Udo Dirkschneider e Ronnie James Dio. Os quatro cavaleiros. Fucking Yeahh!!!

    Voltando ao assunto. O nome Pollyana que você usa é referente a menina do Jogo do Contente? A que é pisada pela madrasta mas consegue enxergar o lado bom em tudo?

    1. “Pollyana” é gíria para as psicopedarretardadas e sim, a origem é esta mesma, baseado naquela história babaca da Eleanor Potter, traduzida pelo “racista” do Monteiro Lobato (ah… as ironias da vida).

      Em uma das espeluncas que trabalhei, uma Polly queria fazer uma dinâmica onde nos dávamos as mãos e cantávamos aquela merda da Noviça Rebelde. Eu disse que não ia segurar na mão do outro professor pq não gostava dele. O outro entrou na pilha e começou uma fingida discussão comigo e quase saímos na porrada, enquanto a Polly estava quase tendo um ataque de pânico (quase?).

      1. Em uma das espeluncas que trabalhei, uma Polly queria fazer uma dinâmica onde nos dávamos as mãos e cantávamos aquela merda da Noviça Rebelde.

        Por favor, diga que isso é mentira. É mentira! É mentira! :evil:

        A personagem Pollyana tem mais cabeça do que as que você se refere. O sistema de ensino brasileiro está falido mesmo. O Brasil precisa de mais “André’s” para botar ordem na casa! ;)

    2. @Nihil,
      Para mim Alice Cooper e Rob Halford são os patriarcas da bagaça, mas o Ozzy também tem seu lugar. Hoje estou bem longe deles, de qualquer modo.

      Voltando ao assunto:
      A professora trouxe a realidade aos alunos e se ferrou, mas estou de saco cheio de ouvir uma besteira parecida: que os professores devem trazer a realidade do aluno para a sala de aula.
      Então, ao invés de se ocupar com uma abordagem chatotécnica da origem das diferenças sociais, deveriam fazer uma aula “divertida” com a (digamos) vida na favela.
      Ora, isso é coisa de retardado: os pobres não precisam ficar falando de pobreza: já devem estar é de saco cheio dela. Quem gosta de ver favela é rico, pobre gosta é de mansão.
      Aos pobres (de qualquer cor, sexo ou credo) deveriam ser mostradas as vantagens de se melhorar na vida, não estudar com o dia-a-dia de pobre.
      É o que sempre disse: não quero comer no restaurante de um real, não me importa se a comida é “boa”, quero um trabalho para comer no restaurante de 100 reais; e a nossa educação está mais para o primeiro caso: quem quiser dar um choque de realidade é tratado como criminoso, quem fica no mundo dos sonhos é promovido.

      1. @Joseph K, Bem… Por exemplo: eu gosto muito do meu surrado PlayStation 2 de sete anos. Mas há 5 anos almejo o PlayStation 3 e estou ralando para resolver os probleminhas numéricos da minha conta bancária para um dia comprá-lo nem que seja parcelado em dois anos. Enfim, procuro pensar de maneira contrária a da Pollyana.

        Ah, sim. Quero um PC. Estou de saco cheio de em casa comentar por celular. Só comento aqui quando estou no trabalho.

          1. @André,
            Tiramos um sarro, mas o pior MESMO é que muitos preferem por a culpa do próprio fracasso nos outros: se fulano se deu bem, é um sujeito miserávir que num merecia nada di nada, só si deu bem purque foi um vendido a satanais e num soube sê genti boa, mais só é um miserávir disonestu e trambiqueru. :???:

        1. @Nihil,
          Wtf? É TÃO difícil comprar um PS3 no Nihon? Ou um PC? Ai, ai, acho que vou começar a me contentar com as tranqueiras da Sta, Ifigênia… :sad:

          1. @Joseph K, Para mim é :( Enquanto os brazucas alugam apartamentos públicos e compram carro usado eu optei por casa e carro zero.

            Foi minha opção por não ter plano para voltar ao Brasil. E… PS3 é baratíssimo aqui (deve dar uns R$ 580,00 em valores convertidos), mas agora não é prioridade. :roll:

        2. @Nihil,
          Passado o choque -do PS3-, para ficar no assunto, pelo menos você está indo contra o maldito coitadismo que tão bem conhecemos: você é uma exceção e nem deveria contar, por não estar aqui, hehe.

          Ah, eu vi no seu blog que você não entendia metade do que seu patrão dizia, nos pronunciamentos; isso é merreca, já passei por coisa MUITO pior.

      2. @Joseph K, E também estou de saco cheio de escutar de um maldito tupiniquim:

        Cê tinha qui dá grassas a deus po num istá numa cituassão pió

        Isso é coisa de acomodado, porra! Eu sempre penso que tanto poderia estar numa pior como poderia estar numa situação melhor! E posso chegar lá. E passo essa ambição para minha filha também: “Sempre dá para ficar melhor.” Claro que se um dia o perfeccionismo começar a mais atrapalhar do que ajudar melhor parar.

        PS: peço perdão por não ter citado o sagrado nome do Rob Halford. The Sentinel vira e mexe entra na minha mente…

        1. @Nihil,
          Maldito coitadismo? Alguém levanta a mão?
          Qual o futuro que se pode esperar (para o “País do Futuro”) quando tudo o que se faz é para preservar o momento?
          Que se pode esperar quando uma secretária do Ministério da Educação (do Lula) diz que não “se pode esperar que a educação seja uma panacéia” para o país?

          PS: peço perdão por não ter citado o sagrado nome do Rob Halford. The Sentinel vira e mexe entra na minha mente…
          Está perdoado, mesmo porque eu só aprendi a apreciar o som dele MUITO depois de já ter ido para o lado negro da música, hehe.
          Eu conheci W.A.S.P., Sepultura E, só depois, o Judas, mas são coisas da vida.

  5. Joseph K,

    @Nihil,
    Serve cover do Poison? O verdadeiro, não aquela boiolagem.
    Vou por um “Mystifier – Leather and Metal” para acompanhar essa insanidade de notícia.

    Vou é por God Hate Us All do Slayer no ouvido e aumentar o volume para ver se arrebento os meus tímpanos. :P Mas verei a sua sugestão antes. :mrgreen:

    1. @Nihil,
      Totalmente off toppic, se for vetado é normal.
      Vou é por God Hate Us All do Slayer no ouvido
      Herege!
      “God Hate Us All” é, na minha opinião, um dos mais fracos do Slayer. (até então esse posto era do Diabolus – que tinha uma ou outra que fazia jus ao velho Slayer)
      Acho que fiquei velho mané, mas gosto do Seasons (preferido), Reign in Blood e, é claro, Hell Awaits.
      Até o “Undisputed Attitude” é melhor, para mim, que tinha, na época, uma pé no anarco. Seasons e Reingn Blood são os meus preferidos, mas isso é compreensível, por causa da idade; nunca entendi direito esse negócio de procurar “novas sonoridades”.
      Hoje vou de Mystifier (black metal feito por “black people”, realmente supreendente), Torture Squad, velhos Sepultura, alguns Lord Belial e uma ou outra do Nargaroth: realmente não é o que se espera de um sujeito de meia idade e que está longe de ser pobre mas, fazer o quê? Algumas pessoas tem muita raiva para dissipar.

      Mas verei a sua sugestão antes.
      Mystifier é uma coisa engraçada. Muitos babacas acham que black metal só vem de país frio com um bando de zé ruela queimando igreja.
      Mystifier é da BAHIA, e é fodidamente bom. Black metal feito por black people, uma pusta raridade E é bom mesmo. Mas sempre sobra o Krisiun, Torture Squad ou o bom e velho Sarcófago.

      1. @Joseph K, Postei aqui porque não dava para responder.

        Agradeço a sugestão ;) Melhor parar agora senão o André começará a contagem regressiva para o ban e eu gosto muito daqui para ficar de fora.

          1. Quem seria o maldito alienado FDP que mencionaria arma de pregos, próximo a uma data festiva como a Páscoa? Pessoal parece que não tem Jesus no coração…

  6. “Bom, se vermos por outro ângulo”
    Bom, se virmos que o verbo ver é irregular nessa conjugação, veremos que vir é o correto nesse caso.

    1. @Juninho,
      Bom, se virmos que o verbo ver é irregular nessa conjugação, veremos que vir é o correto nesse caso.
      Quanto ao verbo, está correto.
      Mas quanto ao “Bom”, nem tanto: não se trata de um quantitativo.
      O correto seria utilizar o advérbio “bem”, como “de maneira conveniente, com propriedade; direito”: “Bem, se virmos…”.
      PS: não sou profissional de belas artes, nem me atrevo a me enveredar por esses rumos, mas fica o lembrete que todos erramos.

  7. Me lembrei daquele professor de Matemática que formulou a questão com cocaína, gíria etc… , o mundo quase caiu na cabeça do cara… Como disse o personagem de Tropa de elite ” O mundo é bem diferente do que voces conseguem enxergar da sacada de seu apartamentinho no Leblon…” Já comente aqui sobre meu antigo professor mestrado em Biologia, que queria dar aulas no laboratório e externamente, como sempre o corpo indocente de polianas, ficaram torrando o cara, e o que aconteceu? O cara se mandou, lembro-me de ter que pedir licença para adentrar a sala, e se a professora estivesse ocupada , tinha que aguardar a permissão dela, hoje é ímpossível isto…!

  8. Um amigo vai prestar prova para professor da prefeitura de S Paulo e adivinhem só: Paulo Freire com aquela bosta de PEdagogia da Autonomia é leitura obrigatória. “O professor aprende enquanto ensina” MÁ VÁ À MERDA, PORRA!!!

    1. Alguns estados dos EUA proibiram o uso da merda deste livro. OS babaquinhas bolcheviques de butique estão dando piti até agora contra a xenofobia americana blábláblá. Agora, analisemos: EUA estão banindo as merdas dos livros daquele barbudão que não via nada de mais em ações violentas por parte do “proletariado”. O Brasil AMA Paulo Freire. Quem está em melhor condições nos rankings internacionais de ensino? Think about.

  9. Mais um exemplo do coitadismo e inversão de valores, que empesteiam nossas escolas.
    Em matéria na Folha Golpista de São Paulo, de hoje, uma professora no Rio de Janeiro -na Escola Bento do Amaral Coutinho- foi repreendida pela prefeitura carioca por ter escrito “fiquem quietos, caso contrário, usarei minha AR-15 (…), que está em minha bolsa”, no dia do massacre.
    Uau! Isso é que é uma ameça que vai traumatizar as pobres criancinhas! A prefeitura fez pouco em repreender tal criminosa travestida de professora, deveria tê-la exonerado!
    Aff. Fala sério: que se pode esperar de um país onde a educação é tratada desse jeito?
    A professora teve que pedir desculpas e explicar que era uma brincadeira. Ora, quem acha que era brincadeira? Tem mesmo que explicar a piada? Tá na cara que ela ia sacar um metro de arma da bolsa (de canguru?) e metralhar os meliantes, digo, alunos.
    Não me incomoda o Brasil ser o país do futuro, o que me mete mêdo é o futuro do país Brasil.

    1. @Joseph K, Já me sugeriram que eu desse aula de geografia para ensino fundamental em escola brasileira aqui no Japão. Fiz bem em rejeitar a “oferta”. Prefiro operar as minhas prensas de 150 a 300 toneladas. Me sinto mais seguro e posso brincar com os meus colegas sobre os riscos :roll: Coitadismo? Hahahahahaha!

  10. A solução para a educação?? 1 – passar o fogo em todos os pedagogos 2 – Mais Steven Pinker e Judith Harris e menos Foucault e Paulo Freire.

  11. http://terratv.terra.com.br/videos/Noticias/Noticia-do-Internauta/5006-360265/Video-mostra-adolescente-sendo-agredida-por-professor.htm

    Segundo o repórter a culpa é do professor… SEMPRE A CULPA É DO PROFESSOR!

    Agora respondam-me: o que esse projeto de vagabunda estava fazendo em pé com o celular na mão???

    Mas tudo bem… Professores devem lembrar das sábias palavras de Chalita e desenvolver uma “pedagogia do amor”

    E para fechar com chave de ouro esse monte de bosta, um excerto de um texto obrigatório para a prova de professor da prefeitura da cidade de São Paulo:

    “Contra as análises um pouco estreitas das mídias, as ciências sociais mostram que, freqüentemente, a violência dos alunos nada mais é do que uma resposta à situação da sociedade que os estigmatiza”

    CLARO, CLARO… É apenas culpa da sociedade a existência de adolescentes filhos da p***

    1. Existe uma máxima que se um cachorro morder uma pessoa, isso não é notícia. Mas se uma pessoa morder um cachorro, com certeza, virará notícia. Professores sendo hostilizados e até mesmo agredidos é tão lugar-comum que ninguém se importa. Mais fácil o Saddam se preocupar se vai matar um palhaço ou não.

    2. “Contra as análises um pouco estreitas das mídias, as ciências sociais mostram que…”

      Heim…. :shock: Isso apenas mostra o quanto a educação brasileira está num nível bem baixo. Sempre achei ruim, mas desde que vi o povo surtando com o vestido rosa da Geysi (Geisy, Geisi, Geysy… Sei lá!) Arruda vi que a situação é a pior possível.

      1. @Nihil, Ciências Sociais servem apenas para que 5 dúzias de vagabundos sejam sustentados pelo Estado para encherem linguiça… digo… fazerem “pesquisas” (como se sociólogo pesquisasse algo realmente)

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